PRIMEIRA TEORIA DE PSICOLOGIA GRACELIANA.
TEORIA DE PSICOLOGIA VITAL.
PSICOCRACIOLOGISMO VITAL.
INCONSCIENCIOLOGIA VITAL E PSICOBIOCRIACIONISMO.
Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.
Brasileiro. Professor. Pesquisador teórico. Graduado em filosofia.
ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Endereço. Rua Itabira, número 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.
Colaborador. MÁRCIO PITER RAGEL.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional.
DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.
Esta teoria se complementará com a TEORIA DE BIOLOGIA BIOCRACIOLÓGICA GRACELIANA, com alguns fundamentos da inconscienciologia vital que já foram publicados na internet.
INCONSCIENTES ESTRUTURANTES.
Existe varias formas de inconscientes agindo e estruturando a vida e a mente, como também a personalidade, o eu, a fisiologia, e outros fenômenos.
Vê-se que a psique e a personalidade são produto de inconscientes que regem e estruturam a vida e a mente.
O ser vivo, tanto homem como animal é regido por inconscientes, e estes inconscientes estão por traz de todo comportamento de todo ser vivo.
Vê-se que um homem ou uma cobra age da mesma forma diante do perigo.
A produção vital metabólica do organismo e do espírito produz o eu psíquico daquele corpo e espírito, ou seja, a união de duas vidas surge um novo espírito com características genéticas de comportamento, de amor, perdão, unidade, fraternidade que se assemelham aos pais.
Pois, como funcionamento vital metabólico que se assemelha aos pais o espírito também vai se assemelhar.
SOBRE O ESPÍRITO E A AÇÃO DE DEUS.
Assim, o eu psíquico surge e é uma produção do universo vital metabólico do ser em processo bio físico químico e espiritual.
E o seu espírito e alma também terão um tipo de comportamento semelhante aos pais, pois o espírito e alma vêm de Deus.
Porém Deus capacitou o universo vital de transcender aos filhos o espírito.
Assim o espírito surge de Deus através da união de duas vidas que dá inicio a um novo ser vivo, assim como, o funcionamento bio fisico químico e metabólico que se assemelhará aos pais.
Como também o eu psíquico, personalidade, formas lógicas e racionais de pensar, de se emocionar, de conviver, etc.
O ESPÍRITO E A ALMA TAMBÉM TERÃO CARACTERÍSTICAS RECEBIDAS DOS PAIS.
1- Assim, temos o eu psíquico como uma produção do vital metabolismo do funcionamento do corpo do ser vivo.
2- O espírito também se alimenta deste funcionamento vital metabólico.
3- Assim o eu psiquico, e alma e espírito nascem do universo vital metabólico do ser vivo a partir da união de duas vidas, que terão características dos pais.
4- O espírito terá características de comportamento e anseios que variam de um para outro, porém estas características sempre estarão próximas das dos pais.
5- O inconsciente nasce e é produzido deste universo vital metabólico que o ser vivo é composto.
TIPOS DE INCONSCIENTES.
Como o racional, o emotivo, o instintivo, o vital e biológico, o psíquico, e outros.
O vital determina o caminho que a vitalidade venha tomar nas suas modificações, num avanço em direção ao aprimoramento de funções, produção de energia, sintetização celular e de hormônios.
É uma potencialidade e uma essência de produção e proteção da vida, tanto biológica quanto psíquica. É o produtor dos outros inconscientes.
1-INCONSCIENTE BIOLÓGICO determina e rege a vida durante aquele momento. Todos os inconscientes são integrados. E trabalham em função da vida inclusive e principalmente o psíquico.
2- O INCONSCIENTE INSTINTIVO rege as funções instintivas e fisiológicas de defesas e necessidades na produção de mecanismos em defesa da vida do ser, como cheiro, mudanças de cor e formas, órgãos e funções. E outros.
3- O RACIONAL rege as conclusões instantâneas da mente, e transfere como forma racional lógica e pronta ao ser vivo. Sem nenhum esforço.
4- O EMOTIVO é de sentimentos e emoções que constantemente é produzido pela pessoa, que a mesma nem sempre tem consciência.
5- O INCONSCIENTE do eu natural está constantemente em produção e tem a função de defesa e manutenção da integridade do ser vivo.
6- O FISIOLÓGICO, bioquímico e biofísico que rege as funções vitais do ser vivo.
7- O REPRODUTIVO, genético e transcendental que rege as funções vitais em direção a manutenção e transcendência da vida.
8- O DE APRIMORAMENTO E EVOLUÇÃO DA VIDA.
Logo, A PSIQUÊ ESTÁ VOLTADA PARA DEFESA E MANUTENÇÃO DO EU. Que se fundamenta em outros inconscientes, que são regidos pelo inconsciente vital e biológico, vê-se que a personalidade e desvios psíquicos, como neuroses e psicoses, e depressão, estão relacionados à produção de inconscientes, e neles.
CENTRO PSÍQUICO DO SER.
Ou seja, não é no líbido, na sexualidade, ou em pulsões, mas sim, no centro psíquico do ser, que é a inconsciência nas suas várias formas e funções.
Uma pessoa pode ter problemas mentais por alterações químicas e fisiológicas, e que estas alterações podem ser transmitidas por hereditariedade, porém, estas alterações vão fazer-se presentes nos inconscientes.
O INCONSCIENTE VITAL tanto coordena o funcionamento do mecanismo e funções da vida quanto da mente e seus inconscientes. Ou seja, a mente nada mais é do que um dos mecanismos vital que tem a função de trabalhar para a vida do ser como potencialidade de mudança.
Que trabalham em função da melhoria e defesas do funcionamento vital. E todo universo psíquico consciente regido pelo inconsciente, e que determina e rege a mente.
Assim, A MENTE É UMA PRODUÇÃO DA VIDA, para os seus próprios mecanismos de sobrevivência e defesa, onde são produzidas formas variadas de inconscientes, onde é determinado o eu, a psiquê, a personalidade.
PODE-SE DIVIDIR E MENTE EM.
UNIVERSO VITAL.
INCONSCIENTE VITAL.
INCONSCIENTE BIOLÓGICO.
FORMAS VARIADAS DE INCONSCIENTES.
EU PSÍQUICO INCONSCIENTE.
EU PSÍQUICO CONSCIENTE.
VIDA PSÍQUICA – felicidade, personalidade, emoções, desvios depressivos e outros.
Assim, O UNIVERSO DA MENTE NÃO ESTÁ FORA DO SER VIVO, mas sim no centro do mesmo, pois o ser pode ser dividido em ser vital e biológico e SER INCONSCIENTE REGEDORES DOS FENÔMENOS VITAIS E PSÍQUICOS.
E não em inconscientes da infância, ou pulsões, ou sociais ou religiosos. O ser vivo já nasce com ele, pois é parte e natureza da sua essência vital, biológica e psíquica inconsciente.
Ou seja, não é durante a gestação que o inconsciente surge, mas sim é uma potencialidade, é um elemento da vida, é como uma ferramenta de proteção da vida, um direcionamento.
É PARTE INATA E INERENTE DA CONSTITUIÇÃO VITAL DO SER VIVO. É mais uma essência incubada que o ser levou milhões de anos para produzir para ajudar na manutenção, proteção e mudanças das potencialidades vitais, que foram criadas por poder superior como forma de criação.
Pois só um Deus seria possível de produzir uma obra tão complexa como a vida e a matéria viva.
O EU NASCE E É ESTRUTURADO PELO PSÍQUICO INCONSCIENTE DO EU NATURAL, FORMADO PELO PODER DA VONTADE DO CRIADOR. ENQUANTO A POTENCIALIDADE MANTEM E VIDA E A ESSÊNCIA DO INCONSCIENTE. O PSÍQUICO INCONSCIENTE É O QUE FORMA O EU, A PERSONALIDADE, A MENTE.
E OS DESVIOS DA MENTE SÃO PRODUTO DO MAU FUNCIONAMENTO DESTA ENGRENAGEM, QUE ENVOLVE.
VITALIDADE - poder vital sobre a vida e a mente e o eu.
POTENCIALIDADE - poder inato de direcionar a vida e a mente e o eu.
FUNCIONALIDADE E – desenvolvimento das funções do eu e da mente.
ESTRUTURALIDADE - Comportamento do eu e da mente perante si e dos outros.
O PSÍQUICO INCONSCIENTE NATURAL JÁ NASCE COM O SER VIVO, é parte natural da sua essência vital, e é um dos mecanismos criado pela vitalidade para manter o funcionamento do ser vivo e manter a sua existência.
Vê-se que em seres como os morcegos que criaram mecanismo para a sua existencialidade, como forma de radares, sensores térmicos, e uma proteção térmica durante o dia para dormir, e que durante o dia eles dormem, e a noite saem para sugar sangue ou comer frutas.
Ou seja, eles sabem que o calor do dia mantém uma estabilidade térmica do seu corpo, mantendo assim uma estabilidade funcional do seu corpo, pois à noite durante o frio eles se aquecem com vôos e alimentos.
Vê-se que há uma inteligência vital em todo este processo, sem considerar que produz uma forma de anestésico para não incomodar as vítimas durante a sugação.
Logo eles também possuem uma forma de psíquico inconsciente vital. Assim, faz parte da sua natureza e é um dos mecanismos de proteção e manutenção da vida.
O inconsciente vital trabalha para manter o ser vivo. É um mecanismo a serviço do ser, pois é daí que surge todo universo do ser vivo.
E produz a personalidade, o eu centrado, psiquê, vontades.
E os desvios são do mau funcionamento do inconsciente vital, que age e produz a psiquê. Pois a personalidade já nasce com o ser vivo, é parte da sua natureza. Não se forma durante a infância.
O INCONSCIENTE É REGIDO POR ESTÍMULOS.
Estímulo vital, orgânico, psíquico, existencial, emocional, instintivo, transcendental, espiritual.
Estes estímulos fazem parte da natureza do ser vivo, e compõe o seu universo psíquico inconsciente, onde surge o eu, o voltado para si, a personalidade, o inconsciente aberto que se revela.
ASSIM O DETERMINANTE DA MENTE É O INCONSCIENTE QUE DETERMINA E REGE A VIDA DO SER.
É um inconsciente por ser o homem não ter consciência de um mecanismo que trabalha em função da vida e da mente sem que o próprio ser vivo se dá conta de que existe toda uma estrutura trabalhando para a sua vital existência. Da sua personalidade e do seu eu.
A INCONSCIÊNCIA É PARTE FUNDAMENTAL DA NATUREZA HUMANA E VITAL DE TODOS OS SERES VIVOS.
O inconsciente é regido pelo funcionamento vital e orgânico, que se mantêm por estímulos internos, onde ocorre a produção do eu.
Os fenômenos naturais do mecanismo da vida produzem o universo de estímulos e potencialidades que são na verdade formas e tipos de inconscientes.
Logo, o universo da psiquê não vem de fora para dentro, mas sim, da origem, de dentro para dentro, como a memória. E comportamentos sociais, morais, e existências.
Abalos como morte em família pode levar o ser a uma depressão, porém, a sua estrutura básica vem de dentro para fora e não o contrário.
Os instintos e vontades sexuais são partes da vontade existencial, fazem parte de estímulos voltados para a manutenção da vida, e não são determinantes da mente, e é apenas mais um dos elementos vitais que rege a vida e a existência.
ELEMENTOS COM FUNÇÕES EM PROL DA VIDA.
Ou seja, NASCEMOS COM ELEMENTOS PARA DESENVOLVER FUNÇÕES EM PROL DA VIDA e sua manutenção, e estímulos, instintos, sentimentos, emoções, inconsciência vital, etc. Tudo faz parte e existe produzido pela vida em função dela mesma.
Falar que a mente existe como algo fora da realidade vital, é como dividir o ser vivo em vários. O coração, uma veia, um orgânulo, a mente, uma emoção, um instinto, tudo funciona em função da manutenção da vida e foi produzido por ela, para ela mesma.
O SER É UM TODO.
O SER NÃO É UMA FRAGMENTAÇÃO DE PARTES, MAS SIM, UM TODO INTER-RELACIONADO COM FUNÇÕES A DESENVOLVER EM PROL DA PRÓPRIA VIDA.
Até O SONHO TEM A FUNÇÃO DE LIMPAR, VARRER PROBLEMAS QUE POSSAM AFETAR O BOM FUNCIONAMENTO VITAL E ORGÂNICO.
O sonho tem haver com o dia a dia na resolução de problemas sociais e existenciais em prol da vitalidade funcional.
A vitalidade produz os inconscientes onde eles moldam e estruturam o ser vivo e o homem, na sua personalidade e na produção de estímulos inconscientes.
E CONSCIÊNCIA E ANSEIOS E ESTÍMULOS PSÍQUICOS.
Assim o eu será moldado conforme o universo de inconscientes vitais que compõe o ser, e eles são moldados de dentro para fora e não de fora para dentro.
Assim, o ser de poder superior deu potencialidade a vida de produzir os comandos inconscientes para a sua própria funcionalidade, estes comandos agem sobre o somático, o funcional, o orgânico, o vital, o psíquico e o transcendental na reprodução.
Ou seja, a vida produziu para si mesmos comandos vitais para a sua sobrevida e manutenção da mesma, e que a psiquê é só mais um destes comandos.
Onde surge a partir daí o eu natural, a personalidade, memória, etc.
O INCONSCIENTE PODE SER DIVIDIDO EM VÁRIAS FORMAS E TIPOS DE INCONSCIENTES.
INCONSCIENTE VITAL.
BIO FUNCIONAL E BIO ORGÂNICO.
BIOQUÍMICO NA REPRODUÇÃO DE COMPONENTES QUÍMICOS DENTRO DOS ORGANISMOS.
PSÍQUICO BIOFÍSICO NO FUNCIONAMENTO DO ORGANISMO E DINÂMICA DE ÓRGÃOS E MOVIMENTO DE ENERGIA.
NA PRODUÇÃO DE ENERGIA PELOS RIBOSSOMOS.
NA PRODUÇÃO DE HORMÔNIOS.
NA REPRODUÇÃO, E NA GENÉTICA.
NA RACIONALIZAÇÃO INCONSCIENTE DO FUNCIONAMENTO DO CORPO E DO CÉREBRO.
NA INCONSCIENTIZAÇAO DA EMOÇÃO, SENTIMENTOS E PERSONALIDADE.
Ou seja, o nosso universo mental e vital é infinitamente inconsciente. Que também pode ser chamado de RACIONALIDADE INCONSCIENTE VITAL.
A psiquê é um universo de componentes vitais que funcionam e se processam em prol do bom funcionamento bio vital, psíquico vital e sensitivo.
A CONSCIÊNCA É UM INSTRUMENTO QUE CONSTRÓI O EU E QUE DÁ O GRAU DE PERSONALIDADE AO SER HUMANO.
A mente é uma ferramenta construída pela vitalidade para trabalhar para a própria bio vitalidade.
A MENTE NASCE DE INCONSCIENTES VITAIS, QUE FORMAM A PSIQUÊ, AS EMOÇÕES, SENTIMENTOS, SENTIDOS, RACIONALIDADE, PERSONALIDADE, E O EU VOLTADO PARA SI.
A BASE ESTRUTURAL DA MENTE É TRANSMITIDA DE PAI PARA FILHO, INCLUSIVE DESVIOS E ANSEIOS, OU MESMO NEUROSES.
O EU JÁ VEM COM SUA ESTRUTURA QUASE PRONTA E POSSUI UM GRANDE DESENVOLVIMENTO DURANTE A GESTAÇÃO.
A mente é parte de um conjunto de componentes vitais, como eu centrado, psicovital, crácio orgânico, inconsciente vital e psíquico, sentidos, eu centrado, instintos, anseios, desejos, sentimentos, logicidade inconsciente, racionalidade vital, e outros.
Mesmo o ser herdando dos pais desvios psíquicos, estes desvios podem fazer parte do seu universo bio orgânico. Que este mau funcionamento vai acarretar desvios de conduta e mau funcionamento psíquico.
Como já foi exposto, o universo mental é formado por vários componentes funcionais, como psíquico orgânico e vital, mental, inconsciente funcional, sentidos, eu centrado, eu inconsciente, e outros.
A FAMÍLIA E VALORES SOCIAIS, EXISTENCIAIS E RELIGIOSOS AJUDAM NA FORMAÇÃO DA PSIQUÊ.
COMPONENTES FUNCIONAIS E ESTRUTURAIS DA CONSTRUÇÃO DA MENTE.
Universo psíquico vital, inconscientes, estrutura genética, e outros.
1-Poder psíquico vital, bio-organica, inconscientes vitais, universos psíquicos da família,
2-Estrutura bio-orgânica da vitalidade e da família, e da mente.
3-Universo de inconscientes vitais, funcionais biológicos, funcionais vitais e genéticos, funcionais psíquicos.
4-Universo da construção do eu inconsciente, eu centrado, eu da gestação, eu da vitalidade e reprodutivo.
5-Universo de elementos da construção do eu.
A mente foi construída pela vitalidade para trabalhar em função da própria vitalidade.
COMPONENTES FUNDAMENTAIS NA CONSTRUÇÃO DA VIDA.
1-Vitalidade é o poder na construção da vida.
2-Biovitalidade é o ser vivo no seu universo vital, funcional e estrutural.
3-Organicidade é o universo funcional do ser vivo.
4-Transvitalidade é o universo vital funcional do ser vivo voltado para a perpetuação da espécie e o melhoramento da vida , produzindo e reproduzindo espécies e seres sempre mais fortes.
5-Inconsciencialidade vital é o funcionamento orgânico e vital do ser vivo, com um alto gerenciamento voltado para o perfeito e completo funcionamento orgânico sem o ser vivo ter consciência deste gerenciamento funcional.
A INCONSCIÊNCIA SE DIVIDE EM.
Vital,
Bio-orgânica,
Biofuncional,
Transvital [reprodutiva, sexual e genética].
E psíquica.
O UNIVERSO DA MENTE.
O universo psíquico tem origem vital pelo desenvolvimento da vital biologia para trabalhar em função do funcionamento vital e biológico.
Inconsciência vital e psíquica, onde todos os valores da mente são estruturados a partir da inconsciência.
E, intensidade e variações psico somática, para o seu bom e perfeito funcionamento, e que padrões psíquicos e funcionais somáticos podem ser transmitidos geneticamente aos descendentes.
VITAL PSIQUISMO.
A mente, a personalidade, o eu se estruturam através e em função de sua natureza vital psíquica. Ou seja, a própria essência mental do ser humano e seres vivos é inconsciente e psíquica, e esta essência vital natural é uma forma de inconsciência, que é e constitui o ser humano, que a partir daí que vai desenvolver a estrutura de sua mente, do seu eu, e da sua personalidade.
A MENTE E A PERSONALIDADE.
São parte natural de todo ser vivo, porém o que vai determinar o tipo e estrutura desta personalidade é a própria natureza individual do inconsciente vital, que cada ser vivo carrega, pois parte é herdada dos antecedentes e parte o próprio ser vivo desenvolve, e parte é processual, estrutural e biopsicofísico.
PORÉM, A PSIQUÊ É NATURAL À EXISTÊNCIA HUMANA, OU SEJA, TODO SER VIVO POSSUI A SUA.
Pois a mente e a personalidade são uma ferramenta produzida pela vitalidade para trabalhar em função dela, assim como os sentidos, emoções, e racionalidade.
A mente é produto da natureza vital e do eu. As mudanças ocorrem de dentro para fora e não de fora para dentro. E também é regido e coordenado pelo universo vital.
INCONSCIENCIOLOGIA VITAL E PSÍQUICA.
A mente e todo universo psíquico emocional sensorial e racional são partes e existe como produção e para o funcionamento vital.
Ou seja, a vitalidade construiu estas ferramentas para funcionar para o perfeito e inabalável funcionamento psiquico bio vital e físico químico do corpo.
Ou seja, a responsável pela construção da mente não é a cultura, muita menos a sexualidade, mas sim o inconsciente vital que rege o funcionamento do corpo e sua transcendentalidade pela reprodução e genética, assim como o seu funcionamento bio vital.
Assim, a mente é um produto da inconsciência vital, ferramenta construída pela vitalidade para trabalhar em função do funcionamento da vida, e esta ferramenta que determina o eu e a personalidade do ser vivo, e não pulsões, instintos, libido, cultura, etc. Logo a mente é uma produção natural e vital e não social religioso ou cultural.
Instintos, anseios, vontades sexuais, libido, emoções, racionalidade, etc. fazem partes da natureza do ser vivo. E são ferramentas fabricadas pela vitalidade para trabalhar em função da vida. E isto constitui a vida e a mente.
CRACIOLOGISMO VITAL, PSÍQUICO SOMÁTICO, PSÍQUICO, RACIONAL, FUNCIONAL E METABÓLICO, APERFEIÇOATIVO, TRANSCENDENTAL, FISIOLÓGICO, GENÉTICO E REPRODUTIVO.
Se o corpo não tivesse a consciência vital da necessidade da reprodução ela não construíria todos os órgãos, hormônios, funções etc., para haver a reprodução.
A natureza da saúde do corpo é o bom funcionamento, e qualquer desvio o corpo procura através de seus poderes já desenvolvidos sanar estes problemas ou mau funcionamento.
O mesmo acontece com o psíquico, o mau funcionamento leva às depressões, neuroses e outros problemas, que na maioria das vezes são causados por desvios de funcionamento vital e orgânico. Ou mesmo metabólico na produção ou transformação de energias e hormônios.
CRÁCIO PSICOLOGIA.
Vê-se que a origem, a base e o fundamento da psiquê se encontram na natureza do poder psíquico. Que tem origem na herança vital das células que forma o novo ser, e esta herança que vai levar para o resto da vida, com capacidades e ou desvios de funções.
Ou seja, não se estrutura na infância com o complexo de Édipo, mas sim, já é recebido dos ascendentes geneticamente, e não é um inconsciente, mas sim um poder que vai atuar durante toda a vida do ser.
E com poderes e capacidades ele vai procurar estruturar-se para sanar os problemas para possuir uma vida saudável. Logo, o que rege a mente não é conscientes ou inconscientes, mas o poder vital.
OU SEJA, O PODER VITAL ESTRUTURA E DETERMINA O INCONSCIENTE, QUE A PARTIR DAÍ VAI DETERMINAR A PSIQUÊ, O EU E A PERSONALIDADE.
CRÁCIO PQUÍSICO SOMÁTICO.
O corpo cria mecanismos de produção química e de metabolização para haver uma vida e existência saudável, prazerosa e feliz no ser.
Para que ele possa transmitir uma boa vida aos descendentes.
Ou seja, o corpo é um poder que conhece a si mesmo e cria mecanismos e metabolizações para o bom funcionamento da vida processada naquele corpo.
CRÁCIO RACIONALISMO.
O poder vital conhece a transcendentalidade e a necessidade de criar condições e órgãos para esta passagem.
CRÁCIO EVOLUÇÃO.
O poder cria condições para mudanças futuras ou inesperadas para o funcionamento da vida, como mecanismos para evolução, ou para defender-se de novas doenças. Ou mesmo de desvios genéticos.
Logo, a vida é um poder hospedado num corpo vital. Ou seja, o corpo é apenas onde um poder está alojado e agindo na produção da vida por um poder todo seu.
1-O CORPO É A SUBSTÂNCIA DA MATÉRIA VIVA.
2-A VIDA É O FUNCIONAMENTO.
3-O VITAL É O DIRECIONAMENTO, como cérebro que coordena a respiração e as batidas do coração. Funcionamento de órgãos e produção de energia e hormônios.
4-O PODER VITAL.
O poder vital é a ação de poder que age sobre o funcionamento e direcionamento da vida, criando condições para funcionamento natural e essencial para a vida, defesa e anticorpos, mudanças para situações momentâneas ou futuras, onde leva a evolução.
E rege a transcendentalidade que é a genética e a reprodução, pois a vida é inserida de um poder e uma inteligência que a racionalidade do homem está aquém da vital.
O poder vital direciona, modifica, cria defesa, cria inteligências vitais, sabe da necessidade da reprodução, cria mecanismo para o bom funcionamento do cérebro, da mente, dos órgãos e orgânulos celulares.
E atua na sintetização e produção de energia, canais na locomoção de sangue e energia, bombas para impulsionar este sangue, órgãos na produção de hormônios, orgânulos na produção celular de energia no caso os ribossomos, cromossomos na reprodução e genética.
E vários outros órgãos e mecanismos que a vida constrói para sobre existir na mais perfeita saúde e transcender em direção a eternidade.
Logo, o ser se modifica conforme os poderes e potencialidades que ele já desenvolveu e os possui, e nada tem haver com condições externas, primeiro é o mundo interno do ser, para depois adaptações ao mundo externo conforme os seus poderes e potencialidades.
Vê-se que tanto poder não pode surgir do nada, e aí que temos de novo o poder do criador.
PODER PSÍQUICO VITAL.
INCONSCIENCIOLOGIA VITAL.
A mente é como um órgão que trabalha inconscientemente para o perfeito funcionamento de si, por isto que ele trabalha inconscientemente voltado para si e centrado para si, que pode ser o eu centrado a e voltado para si.
Por isto que toda anomalia que a mente possa sofrer ela inconscientemente trabalha para detectar as agressões ao bom e perfeito funcionamento psíquico vital da mente.
A MENTE É UMA BASE ESTRUTURAL.
Logo a base estrutural da mente se encontra nela mesma e não fora dela, pois ela produz para si mesmas componentes químicas, metabolizações, produção de energia, processos físicos.
Tudo voltado para o seu perfeito funcionamento. E ela sempre se encontra na procura de sanar anomalias e doenças que a mesma possa estar sofrendo.
Ela detecta e cria mecanismo para a cura, para que tudo continue na mais perfeita harmonia, pois a mente é um instrumento e ferramenta na coordenação vital e do funcionamento de todos os órgãos, células e orgânulos.
Por isto que a mente é uma ferramenta que trabalha para ajudar a coordenar toda vida e processos inseridos no ser e para ela mesma.
Logo, a base do universo vital se encontra na própria mente e não na sociedade, ou padrões sexuais.
As células também possuem instrumentos para a coordenação funcional da vida.
VOLTADO PARA SI E EU CENTRADO.
O voltado para si e o eu centrado é o inconsciente vital que faz com que a mente trabalhe inconscientemente para o seu perfeito funcionamento, o ser e nem a mente racional possuem consciência deste funcionamento.
Assim, a mente cria todos os mecanismos para o seu perfeito funcionamento, que desenvolvem assimilações a sentidos, cheiros, instintos, etc.
A MENTE É UM INSTRUMENTO VITAL E PSÍQUICO.
Logo a mente é um instrumento que trabalha para si mesma e para o funcionamento vital e geral da vida em todo ser.
E ajudam na coordenação da reprodução, respiração, produção de energia, alimentação, funcionamento celular, etc.
VITAL TRANSCENDENTOLOGIA.
A vitalidade se auto programa para se transmitir a aperfeiçoar-se constantemente, e criar mecanismos psíquicos funcionais nos orgânulos celulares para a transcendência da vida e sua perpetuação e aprimoramentos. E sempre criando novos mecanismos funcionais, transcendentais, reprodutivos e genéticos, e de defesa e ataque os invasores da sua soberana funcionalidade.
VITAL PSICOFÍSICA.
O ser possui poderes vitais e psíquicos que atuam sempre em direção a funcionalidade da vida, e na coordenação da produção de energia das células e transformação bioquímica.
TRANSCENDÊNCIA PSÍQUICA.
INATISMO VITAL E PSÍQUICO.
A base fundamental da mente é recebida dos ascendentes, ou seja, dos pais, se a vida é transmitida e não surge do nada.
Logo, o ser que nasce possui todo seu organismo funcional, estrutura física, funções biofísicas, fisiológicas, bioquímicas, que funcionarão conforme os pais, ou seja, apenas será dado o prolongamento da vida no sucessor.
Se os pais tiveram um mau funcionamento fisiológico, este mau funcionamento fará parte da natureza de algum dos filhos.
Assim, a mente, o psíquico, os sentimentos, emoções, sentidos, racionalidade, lógica de raciocínio, anseios, e desvios psíquicos virão dos ascendentes.
Os descendentes poderão desenvolver alguma base, porem ela será moldado em cima do que já recebeu. Ou seja, uma pessoa rebelde ela já tem uma base de berço da rebeldia dos pais. O mesmo acontece com todas as outras formas psíquicas.
Logo, a personalidade e o eu da pessoa já vem moldada no ser e na sua vitalidade e inconsciencialidade mesmo antes da mesma nascer, através da base psíquica que ela herda que ela vai desenvolver a sua mente.
TRANSPSICOLOGIA.
Conforme a base vital de funcionamento para os processos da vida que a pessoa recebe ela desenvolverá um funcionamento somático e psíquico conforme esta base, e terá condições de produzir elementos vitais para o funcionamento da vida e sua transcendentalidade e reprodução.
Como também componentes bioquímicos e funções biofísicas para o perfeito funcionamento da mente.
Vê-se por aqui que o vital age sobre o somático que age sobre o psíquico, e o psíquico sobre o somático e o vital.
Ou seja, todo universo de produção de componentes bioquímicos, funções biofísicas, funções fisiológicas e comportamentos psíquicos tem uma base que nasce com a pessoa, e que sobre esta base a pessoa desenvolverá o seu universo vital, funcional, bioquímico, psíquicos comportamentais voltados para a perfeição da sua vida e existência.
TRANSCENDENTALISMO PSÍQUICO E VITAL.
A base estrutural do eu, da personalidade, do comportamento, ansiedades, comportamentos de introversão e introversão, e de desvios já nasce com a pessoa, é parte natural e inata do seu universo inato e natural da sua vitalidade.
Todo universo psíquico faz parte da natureza vital da pessoa, inclusive as características e desvios. Pois a pessoa apenas é um prolongamento do universo vital e psíquico dos seus pais.
O mesmo acontece com o universo neurológico, fisiológico, psíquico somático. E outros.
PSICOLOGIA DA TOTALIDADE.
O FUNCIONAMENTO MENTAL, A SAÚDE E PERFEIÇÃO MENTAL E SEUS PROVÁVEIS DISTÚRBIOS SE DEVEM A VERTENTES, COMO.
DE HERANÇA GENÉTICA SOBRE O FUNCIONAMENTO ORGÂNICO.
DE HERANÇA GENÉTICA SOBRE O FUNCIONAMENTO PSÍQUICO VITAL, QUE ENGLOBA TODO INCONSCIENTE VITAL.
FUNCIONAMENTO ORGÂNICO ANTEPASSADO.
FUNCIONAMENTO ORGÂNICO PRESENTE.
FUNCIONAMENTO PSÍQUICO PRESENTE E ANTEPASSADO.
FUNCIONAMENTO EXISTENCIAL, TRANSCENDENTAL, ESPIRITUAL E SOCIAL.
E FUNCIONAMENTO VITAL.
Que engloba a mente como parte e ferramenta da vida para trabalhar em função da própria vida. Ou seja, a mente não existe separada do funcionamento da vida, não existe separada do funcionamento orgânico, não existe separada do inconsciente vital, não existe separada do inconsciente reprodutivo, transcendente e existencial.
Não existe separada do espírito como entidade criada por Deus e que hospeda e se processa no homem, com anseios voltados para o próprio homem e a sua saúde vital e espiritual.
Ou seja, a mente e o homem não são só um e não se forma de uma só coisa ou fenômeno, mas sim, uma totalidade de coisas e fenômenos e anseios existenciais.
Ou seja, a mente não é um fenômeno só psíquico, mas sim, antes ela faz parte de uma engrenagem vital e biológica voltada para o funcionamento da própria vida, ou seja, ela é uma parte de um todo construído para funcionar para a vida e sua transcendentalidade, reprodução, vontade, que tem por fim e objetivo a perpetuação da vida.
Ou seja, todos os elementos da mente são construídos pela própria vitalidade para ser mais uma ferramenta em prol da transcendência e perpetuação da própria vida, e não apenas da mente.
Ou seja, a mente é uma ferramenta construída conscientemente pela vitalidade para ser mais uma ferramenta da vida.
PSICOLOGIA BIOLÓGICA.
O espírito também é mais um componente construído pela vitalidade e direcionamento de Deus para a manutenção da vida.
Logo, não devemos ligar a personalidade a fatores da infância, pois já faz parte da natureza do homem e da sua mente, não se forma durante a gestação ou durante a infância, mas sim, os cromossomos e óvulos já carregam consigo a característica e tipo de personalidade própria do homem.
O mesmo acontece com o espírito. Ou seja, a característica da mente e o espírito são transmitidos, e da união forma-se um novo espírito e uma nova mente.
Ou seja, a mente, é inata no homem, e existe a priori, se forma no homem enquanto o homem se forma em ser vivo.
OU SEJA, A MENTE É PRODUTO DE COORDENAÇÕES VITAIS E DE PROCESSOS E FUNCIONAMENTOS ORGÂNICOS FUNCIONAIS NA PRODUÇÃO DE ENERGIA E TRANSFORMAÇÃO DE COMPONENTES QUÍMICOS.
Que são recebidos via hereditariedade e desenvolvidos vitalogicamente durante a gestação e inicio da vida fora do útero. Todo este desenvolvimento se faz por fases vitais, biológicas, funcionais, bioquímica e biofísica dentro da vida do ser no seu inicio, e também no inconsciente biológico. E não por fatores externos, libidinais, pulsões ou instintos.
A MENTE É FRUTO DE PROCESSOS FÍSICOS E FUNCIONAMENTOS VITAIS.
Os processos biofísicos e sintetizações de energia produzem a mente, o inconsciente vital.
Postado por ancelmo às 03:16
1 comentários:
ancelmo luiz graceli disse...
PSICOCRACIOLOGIA GRACELIANA
PSICOCRACIOLOGIA GRACELIANA
Psicovitalismo e fisiologia.
Segunda teoria de psicologia vital graceliana.
PSICOBIOLOGISMO. PSICOBIOCRIACIONISMO.
Psicobiocraciologismo graceliano.
Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.
Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Rua Itabira, número 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.
Colaborador. MÁRCIO PITER RANGEL.
Teoria registrada na Biblioteca Nacional.
DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.
Este trabalho se complementará com a biologia, psicologia e filosofia craciológica graceliana. Publicados na internet.
INCONSCIENTE COORDENADOR DA VIDA.
O ORGANISMO VITAL POSSUI VIDA PRÓPRIA, E MENTE PRÓPRIA COMO FORMA INCONSCIENTE DE DIRECIONAR E COORDENAR A VIDA E A PSICOVIDA DO SER.
FACULDADE E POTENCIALIDADE DE PRODUZIR MECANISMOS VITAIS.
Como também tem a faculdade de produzir mecanismo para a sua existência. Como, eletricidade em enguias, luminescências em vaga-lumes, mente em outros, cheiro e espinho em outros, cores e mudanças de cores e formas conforme a necessidade e a potencialidade.
E prossegue em direção a manutenção da vida e de formação de novas espécies.
PODERES PSÍQUICOS INCONSCIENTES.
Vê-se que tudo isto é fruto e causa de poderes psico inconscientes regedores da vida. Como um poder superior da criação, onde é regido a vida, a inconsciência vital, o funcionamento e a formação dos seres vivos, onde ocorre o aperfeiçoamento dos órgãos e das células, dos sentidos, da mente, da memória, do bem estar mental, da construção do eu psíquico vital, e outros.
POTENCIALIDADE REGEDORA DE VONTADES.
É uma potencialidade regedora de vontade e direcionamento próprio, que se direciona e direcionam a vida e seu funcionamento total, psíquico, bioquímico, biofísico, bioexistencial e formador de novas espécies.
PODER SUPERIOR.
Através do poder superior ocorre a vida, e é em si à vontade e a essência, é em si a potência estruturadora da vida, da mente e da formaçao de novas espécies.
Onde desenvolve mecanismos para aperfeiçoar os sentidos, variar conforme pode e vontade e direcionamento o crescimento de seus pêlos quando o frio aumentar.
Os olhos virarem ou aumentar o seu alcance conforme a necessidade de caçar ou fugir de um predador.
Melhora dos sentidos, da alimentação, funcionamento dos orgânulos celulares. Ou seja, é um universo de potencialidades psicovitais na manutenção da vida e da existência do ser vivo.
ORDENAMENTO PSÍQUICO VITAL.
Enquanto nas células acontecem um ordenamento psíquico funcional para sempre melhorar as funções de todos os orgânulos.
Assim, existe um poder superior sobre a potencialidade psicovital inconsciente e biológica, que rege a vida e a mente, sentidos, manutenção funcional e mudanças, e todo funcionamento do ser vivo em direção para formar o ser vivo e sua perpetuação.
ENGRENAGEM DE POTENCIALIDADES, FACULDADES E PODERES.
Tem-se aí toda engrenagem e potencialidades para o funcionamento da vida. Pois a vida é um universo de funcionamento harmônico e é como um maestro regendo todo seu desenrolar. Tanto no plano psíquico, quanto no biológico, no químico, e no fisico, e até no plano transcendental que é a manutenção da vida pela reprodução, genética e aprimoramento do funcionamento da vida, levando ao aprimoramento.
Assim, qualquer modificação é regida por poderes e potencialidades psíquicos vitais que fazem parte da natureza do ser vivo.
Assim, as espécies surgem do poder do aprimoramento vital e do poder vital.
Assim, o universo vital de psicopotencialidades regedoras da vida é natural do ser vivo que vai reger toda sua vida inclusive a mente do homem e de todos os animais. Pois como o homem todos os animais possuem sua mente, e alguns entram em depressão como cães e macacos do Brasil.
Assim podemos dizer que a vida significa potencialidades, inteligência regedora, vontades inconscientes, funcionamento vital por controle inconsciente do corpo, e transcendência.
PODEMOS DIVIDIR O PODER PSÍQUICO VITAL EM.
-Poder superior do criador.
-Potencialidade psicovital.
-Mente do corpo que rege o seu funcionamento.
-E o sentido transcendental de internalizar o ser vivo e a vida, com a reprodução e a genética.
Vê-se nos olhos, que é onde temos o sentido da visão, que é uma consciência do mundo exterior por poderes interior, e tem como função registrar focos para construir um todo de imagem, isto acontece com todos os sentidos. Ou seja, um todo de uma engenharia de pequenas partes que temos a noção de um todo completo, porém são pequenas partes que se entrelaçam formando um só registro para a manutenção da vida.
Em termos psíquicos a mente é uma construção de potencialidades psicovitais da própria vida, e também com toda vida. Assim mente, ser vivo, evolução possuem uma só causa, porém sendo fenômenos diferentes.
PRINCÍPIO DO APRIMORAMENTO VITAL.
A vida é regida pelo aprimoramento do funcionamento vital, desenvolvem detectores, psiquê, sentidos e outros mecanismos para produzir e manter a vida e só se consegue isto através de poderes desenvolvidos internamente, logo a vida não se encontra numa evolução, mas sim num aprimoramento.
Logo a vida e espécies não são produto do acaso ou de condições externas, mas sim de poderes vitais direcionadores de aprimoramento.
E de mudanças e mutações para se manterem vivos, no caso de algumas bactérias e vírus que se modificam e criam mecanismos de defesa à antibióticos para se manterem vivos.
E que esta mudança ocorre por que o ser vivo possui e desenvolveu estes poderes e potencialidades vitais. Poderes este que tem uma origem inata e de origem do poder divino.
A teoria da evolução é uma teoria de efeito e não de causa. Pois não mostra o que está regendo a própria evolução.
Enquanto a vitalogia craciológica procura a causa em detrimento ao efeito.
SOBRE O SER VIVO.
É O SER QUE SENTE, PENSA, POSSUI VONTADES E SE PREOCUPA COM A TRANSCENDENTALIDADE.
PODERES PSICOVITAIS E PSICOTRANSCENDENTAIS.
Vê-se que a vida possui vontade própria que direciona o seu funcionamento e sua produção hormonal, química, física, biológica, psíquica e transcendental. Onde por direcionamento psíquico desenvolve potencialidades e funções biológicas e fisiológicas para a sua vida.
E se tem tanta capacidade ela também produz a mente e seu funcionamento, onde por vontade coordena e procura produzir meios físicos, químicos, biológicos, para a sua existência e perfeito funcionamento, por isto que o poder da mente influi sobre o comportamento da pessoa.
E tratamento químico melhora o comportamento psiquico depressivo, e neurótico do ser.
Pois tanto a mente pode ativar e acelerar e sintetizar componentes químicos e hormonais, tanto quanto remédios podem atuar nas mesmas funções.
TRANS POTÊNCIA EXISTENCIALIDADE.
Assim, a psiquê é produto de uma interação biopsicofísico e biopsicoquímica, onde esta interação de sintetização é a natureza essencial tanto da psicologia, fisiologia.
E A TRANS POTÊNCIA EXISTENCIALIDADE, PODER DO SER VIVO DE PRODUZIR COMPONENTES QUÍMICOS, MECANISMOS, FUNÇÕES E ÓRGÃOS PARA MANTER A SUA EXISTÊNCIA, TRANSCENDER E SE PERPETUAR NA SUA ESPÉCIE ATRAVÉS DA REPRODUÇÃO.
Vê-se que ser vivo, homem, mente, transcendência são produto de uma só causa. Que é o poder psíquico orgânico do ser vivo, onde a mente com todas as suas potencialidades e variaçoes são produto, ou seja, uma ferramenta construída pela vida para trabalhar em função da própria vida.
Vê-se que a sintetização celular é ativada pelo psíquico orgânico, e por sua vez o psíquico orgânico é alimentado e é um produto do amadurecimento lento do poder vital. E que age sobre o funcionamento fisiológico e neurológico, onde o homem com a sua mente é um estágio deste processo e desta troca de interações de poder psicovital e sintetização celular.
Vê-se também que uma disfunção hormonal pode causar uma depressão, e uma grande depressão pode alterar o comportamento funcional de sintetização e produção bioquímica e biofísica do ser vivo, pois tanto a mente age sobre o bioquímico e biofísico quanto o bioquímico age sobre a mente.
INCONSCIENTE VITAL.
Assim, o psico orgânico e biopsicofísico que é o inconsciente do corpo, e que rege e determina o eu psíquico inconsciente que funciona no homem como o produtor é o regulador voltado para o bom funcionamento geral do eu do corpo, do eu da mente, do eu do inconsciente.
Este inconsciente do corpo rege toda vida orgânica, metabólica, psíquica e transcendental do homem e de todos os seres vivos, desde a produção de mecanismos funcionais componentes químicos e funcionais, quanto mentais, pois o inconsciente vital, a mente e tudo estão voltados para o pleno funcionamento da vida.
Pois até com a transcendentalidade e eternidade o ser vivo se preocupa, como também através da reprodução e da genética, pois do contrário a vida se esvairia, a se vê mais uma prova do Criador.
VÊ-SE QUE O INCONSCIENTE VITAL ESTÁ ALÉM DOS INSTINTOS DO SER VIVO, POIS ELE COORDENA, REGE MODIFICAÇÕES E TRANSCENDE.
A psiquê vital do corpo e do seu funcionamento psíquico orgânico. O biopsicofísico age no ser não apenas modificando e alterando o funcionamento e a estrutura, como na produção de novos seres vivos, mas também no funcionamento e estruturalidade morfológica, mente fenômenos fisiológicos, e sintetização de energia e hormônios.
CRACIOPSICOVITALISMO.
PODER DO CRIADOR E PODER DA VIDA SOBRE A PRÓPRIA VIDA.
O BIOPSICOFÍSICO AGE DE TRÊS FORMAS
1- Na sua produção. Na produção da vida e direcionamento funcional de toda vida.
2- Na estrutura psíquica do ser humano e de todos outros seres, na ação sobre hormônios e funcionamento orgânico e nervoso, psicologia, neurologia e fisiologia.
3- Na forma de inconsciente orgânico e vital do corpo, o que está além do inconsciente da mente, é como o centro que rege e administra toda psiquê e o funcionamento orgânico.
SOBRE O SONHO.
O sonho é o estímulo do funcionamento da mente e do corpo, que nutri a psiquê existencial e vital do ser vivo durante a noite, ajuda na manutenção da vigília do funcionamento da vida e de seus processos essenciais, por isto que o sonho é estimulado e produzido.
Pois o sonho além de ter uma função psíquica também tem uma função fisiológica, neurológica de satisfação vital e existencial, levando o ser a produzir hormônios e estar mais atento ao funcionamento geral do ser vivo em direção à coordenação da vida, ou seja, o sonho é um estímulo psíquico, e que ajuda na cura de depressivos e neuróticos.
O SONHO E SUA FUNÇÃO FISIOLÓGICA, VITAL, PSÍQUICA E EXISTENCIAL.
O sonho foi construído pelo poder vital, para ser mais uma ferramenta na produção e manutenção da vida.
O SONHO É UMA FERRAMENTA VITAL.
O tem a função de estimular hormônios e metabolizações durante o sono. E também satisfação pessoal a existencial. Ou seja. O sonho tem função também psíquica em prol do funcionamento vital.
PSICOVITALISMO.
SOBRE A MENTE E SEUS MECANISMOS.
A mente possui mecanismos próprios e independentes, pois ela funciona em função de promover a vida do ser e da pessoa, e nada tem haver com sexualidade, pulsões, ou padrões sociais. A mente funciona pela vida, em função da vida e é regida pela vida, pois a função da mente é estar voltada para o centro do ser vivo, ou seja, na psicologia e psicanálise a mente funciona para o voltado do interior de si.
Este mecanismo se origina na formação biopsicofísico do individuo e se mantém na forma de psiquico orgânico.
O sentido do funcionamento da vida, que atua na mente como um inconsciente voltado para si e para a manutenção e o bom funcionamento da vida orgânica e mental.
Inconsciente funcional vital que é o próprio psiquico orgânico voltado para o funcionamento que também é o do bem estar da mente e do eu psíquico.
O EU, O VOLTADO PARA SI, O CENTRADO, A PERSONALIDADE, SÃO PRODUTO DO BEM ESTAR E DESVIOS E NEUROSES DO MAU FUNCIONAMENTO DO PSICOFÍSICO.
O maníaco, o depressivo, a ansiedade, o suicida, o sonâmbulo, o eu, a personalidade, e outros elementos da psiquê estão relacionados ao psíquico orgânico que rege o inconsciente do eu da vida no voltado para si, e que determina todo universo psíquico.
HEREDITARIEDADE PSÍQUICA.
O psíquico orgânico e sua estrutura de funcionamento como também alguma anomalia pode ser transmitida a descendentes, em que toda família que tem alguma disfunção psíquica, como depressão, suicida, mal de pânico, pode haver disfunção isolada de casos familiares.
Estas disfunções psíquicas podem vir à tona por problemas sociais, existências, emocionais como no caso de morte por parentes, ou mesmo por ingestão de componentes químicos ou vegetais.
Assim o que rege a mente é o inconsciente vital, pois a mente é uma construção da própria vida para trabalhar para ela. E não a sexualidade, pulsões, instintos, ou padrões sociais e culturais.
O UNIVERSO DA MENTE PODE SER DIVIDIDO EM.
1- Mundo psíquico vital e psíquico orgânico, que é o inconsciente geral da vida, do corpo e da mente, que rege o funcionamento da vida.
2- Componentes da mente, como inconsciente que rege a mente, eu, personalidade, e outros.
3- Defesa e proteção da mente do corpo e do eu pelo inconsciente para não haver ataque ao eu psíquico.
4- Eu, valores familiares, emoções, sentimentos, pensamento.
5- Valores externos, como sociais, existenciais, religiosos, e outros.
6- Anomalias e distúrbios, e ataques ao bom e perfeito funcionamento da mente e do eu existencial.
O inconsciente funcional que rege o funcionamento da vida, da mente, e do organismo produz o eu centrado e voltado para si.
O INCONSCIENTE DO EU SE DIVIDE EM.
1- O inconsciente da produção da vida.
2- O inconsciente da produção da mente.
3- O inconsciente da produção e funcionalidade orgânica.
4- O inconsciente do eu centrado do voltado para si.
5- Da transcedencia existencial, no caso a reprodução e a relação social.
6- O existencial social e moral e da alimentação da vida e da mente.
O mundo da sexualidade, da auto proteção e preservação das espécies, da personalidade, dos sentimentos e emoções, e mesmo os desvios psíquicos e depressivos estão relacionados com este mundo de inconscientes que impera e existe no homem e animais.
A ÁRVORE DO UNIVERSO DA MENTE.
Do inconsciente que é o biopsicofisico, ou psíquico orgânico e que dá sustentação ao inconsciente do direcionamento do funcionamento da vida, direciona também a mente, e produz o inconsciente do eu centrado e voltado para si no sentido da auto preservação da mente e da existência.
E que já nasce com a pessoa num sentido inato de todo ser humano. Tem-se o inconsciente como forma de eu absoluto, onde o sentido da auto preservação direciona os instintos e seu desenvolvimento, vontades de sexualidade, sentido de existência, sentimentos, emoção, amor, os bem, instintos normais e anormais, personalidade, depressão, sonambulismo, sonhos, ansiedades, sentimento de suicídio, neuroses e psicoses, e outros sentidos e comportamentos psíquicos que o homem possa sentir e desenvolver.
Observação. A sexualidade faz parte da natureza vital, existencial, mental e transcendental e não é o agente da mente, porém o agente e produtor da mente são todos os inconscientes vitais, funcionais e transcendentais que trabalham em função da vida e sua perpetuação, e o ser vivo possui inconsciência da própria perpetuação existencial.
A sexualidade é mais um componente construído pelo poder vital para trabalhar em função da vida.
Animais, como cães, macacos, gatos, morcegos também possuem sentidos psíquicos, como depressão, agressão.
NUMA ÁRVORE PSÍQUICA, NA SUA RAIZ, PRIMEIRO ENTRA OS INCONSCIENTES NATURAIS, INCONSCIENTES DO SENTIDO DA VIDA E DA AUTO PRESERVAÇÃO, E A PRODUÇÃO INCONSCIENTE DA MENTE.
NO MEIO E NO TRONCO DA ÁRVORE ENTRA O INCONSCIENTE DO VOLTADO PARA SI E INCONSCIENTE DO EU CENTRADO E DA AUTO PRESERVAÇÃO.
NO TOPO DA ÁRVORE, NOS GALHOS, ENTRA O EU INCONSCIENTE QUE DIRECIONA A MENTE INDEPENDENTE DO SER HUMANO DIRECIONÁ-LO CONSCIENTEMENTE. E TAMBÉM ENTRA O EU CONSCIENTE, ELEMENTOS PSÍQUICOS E COMPONENTES PSÍQUICOS.
Vê-se que o mau funcionamento psíquico orgânico leva a pessoa a ter uma mau direção nas suas vontades e elementos psíquicos, levando-os a ter depressão, sonambulismos, disritmia, vontade suicida, neuroses, psicoses e maníaco depressivo, que poderão ser transmitidas geneticamente, porém como vimos tudo isto nada tem haver com sexualidade da infância e vontades libidinais.
CATEGORIAS DO UNIVERSO DA PSIQUÊ.
1- Psíquico vital e psíquico orgânico, funcionamento biopsicofísico, transcendência aos descendentes.
2- Eu vital, mundo de inconscientes naturais da vida, do corpo, do ser, da mente, da existência.
3- Elementos psíquicos naturais.
4- Personalidade, pensamentos, consciência, sentimentos.
5- Desvios psíquicos, depressão, ansiedade, neuroses, psicoses.
6- Mundo social, moral e religioso, fé, existência e valores morais.
7- Relaçao entre mundo social e natural.
8- Mundo da fé e de valores existenciais.
O eu vital é o eu voltado para si mesmo com todos os inconscientes, sentimentos e elementos da psiquê produzidos pelo psíquico orgânico, que recebe os elementos da vida social, como família, valores sociais e morais. Limites existenciais vitais e psíquicos, transcendentais e da reprodução.
O eu vital é o ponto central que se está instalado todos componentes da psiquê, onde eles emergem, convergem e são filtrados.
O eu vital é o eu da vida do ser, onde todos os inconscientes de produção da vida e elementos para o bem estar e inconscientes de proteção, ataque e defesa e filtragem pela consciência atuam na formação do universo da mente.
É o eu que possui componentes para o bem estar da vida, do corpo, da mente e da existência.
É o eu voltado para a vida e a essência do eu. E está em todas as formas de inconscientes naturais, e voltado para a manutenção da essência da vida do individuo.
O eu vital é produzido pelo psíquico orgânico que se desenvolveu com o aprimoramento da vida, é o centro de toda engrenagem voltada para a vida e essência do ser humano, desde as potencialidades da natureza bio reprodutiva até a vida social, moral e psíquica existencial.
Assim, vê-se que a potencialidade psicobiofísica produz mecanismos de proteção para a existência e transcendentalidade do ser humano, e todos outros animais, podendo neste universo de potencialidades vitais desenvolver defesas e mecanismos para a plena existência humana.
ESTES MECANISMOS SÃO.
1- Psíquico orgânico – inconsciente geral da vida, da mente e do corpo.
2- Componentes da mente - inconscientes, mente, e personalidade.
3- Defesa e proteção da mente, do corpo e do eu como forma inconsciente de ser.
4- Eu e valores sociais, morais e existenciais.
5- Distúrbios ao bom funcionamento vital.
POTENCIALIDADE VITAL.
Potencialidade vital não é o mesmo que inconsciente vital. Potencialidade vital faz parte da natureza e essência do ser, e inconsciente vital é o mecanismo que a vida desenvolveu para o seu bom funcionamento. E o inconsciente vital não é o mesmo do inconsciente da mente, pois mente o inconsciente vital é o vigilante e regedor da vida no ser, enquanto o inconsciente da mente rege a mente do ser vivo.
A mente, os sonhos são uma produção natural da vitalidade no processo da vida, é mais um mecanismo que a vida desenvolveu para a realização e do seu bom funcionamento.
E a mente foi desenvolvida pela vida para ajudar na proteção e desenvolvimento da própria vida e existência do homem e de todo ser vivo.
Vê-se que todos os animais possuem mente, pois desenvolvem conscientemente aptidões para a sua sobrevivência, como o equilíbrio, reprodução, comunicação, e outros.
Logo, a mente surge da vida e existe para trabalhar em função da vida. Logo todo este aparato é transmitido aos descendentes.
Como já foi dito, neste mesmo texto se vê que a depressão, sonambulismo, ansiedade, ânsia de suicídio, fazem parte do mau funcionamento do mente, que é produzido ou pela própria mente, ou por mau funcionamento orgânico.
Assim, se vê que a mente surge com as potencialidades vitais, o funcionamento vital produz o funcionamento da mente juntamente com o inconsciente do eu, e o consciente do eu no mundo com os valores sociais, morais, existenciais e religiosos.
A mente é um mecanismo e potencialidade criada e mantida pela vida, que trabalha em função da própria vida e da melhor forma da sua funcionalidade.
Assim, e só um mau funcionamento leva os distúrbios psíquicos como neuroses, psicoses e outros.
A ORIGEM DA ALMA A PARTIR DA UNIÃO DE DUAS NOVAS VIDAS.
A ALMA E O ESPÍRITO.
A união de duas vitalidades diferentes passa a funcionar para um novo e próprio direcionamento, onde vai direcionar a sensibilidade para o centro desta nova vida, a partir desta união.
E desta sensibilidade vital surgirá o eu vital, o eu psíquico, a alma, e o espírito.
Ou seja, o espírito surge a partir da vitalização e sensibilidade da nova vida que se formou da união de duas vidas diferentes e de funcionamento próprio e centralizado, onde surgira um novo ser.
Que a partir da fecundação vão vitalizar e sensibilizar como uma só. Ou seja, o inicio de um a partir de dois. E temos aí o prosseguimento [transcendência] da alma e do espírito.
Por isto que o Criador deu o poder da vida ao ser, para que ele eternize a alma, o espírito, o bem, a vida e a vitalidade, ONDE A VITALIDADE É O PODER SOBRE A VIDA METABÓLICA.
Temos aí o inconsciente transcendental na produção de novos seres [alma e espírito] e eternização e transcendentalidade da vida pela reprodução e de um novo e centralizado funcionamento vital. Pois o objetivo é a construção da eternidade e o seu psíquico aprimoramento, pois só um poder superior poderá estar na direção desta engrenagem fabulosa, mágica de poder e supremacia.
Vemos que a matéria por si só não é possivel de construir e ter o poder de estar na direção de tanto mecanismos vitais, sensitivos, e psíquicos.
Posted by ancelmo luiz graceliat 6:35 AM0 comments
TEORIA DA PSICOVITALIDADE.
A vitalidade surge do ser vivo e a vitalidade é o processo da sua auto existência, pois todo ser vivo é a soma de dois lados, o direito e o esquerdo presente nos órgãos, circulação, sistema nervoso, respiratório, mente, cérebro, logo o ser é produto e depende do seu interior para sobreviver e perpetuar-se, onde cria aptidões e altera a sua constituição física, química funcional, sensitiva, reprodutiva e psíquica.
As mudanças da vitalidade ocorrem de dentro para fora, enquanto a evolução defende que as mudanças dependem do meio ambiente.
Logo o ser vivo não é produto de uma evolução, mas sim de uma vitalização psíquica orgânica, sensitivo, estrutural e mental.
Vê-se que os eqüinos durante o inverno aumentam os seus pêlos, e isto é uma capacidade psíquica e funcional que o ser já desenvolveu através de poderes vitais e que possui esta potencialidade.
Logo, toda mudança é comandada e dirigida de dentro para fora e não de fora para dentro.
Por isto que a mente trabalha em direção ao bom funcionamento.
E o mau funcionamento que vai levar o ser a ter desvios, ansiedades, psicoses, e outros. Porém a vitalidade psíquica trabalhará e comandará a mente para o bem viver psíquico.
GESTACIOLOGIA.
É durante a gestação que o ser vivo possui o seu apogeu existencial, físico e vital, onde mais a sua mente vai se desenvolver e o seu espírito se formar, possuir maior satisfação existencial e vital, sua personalidade tem o seu maior desenvolvimento, possui euforia vital. E outros fenômenos com intensa atividade.
Como, sintetizações de bioenergia, sentidos, movimentos biológicos, formação de componentes químicos e processos biofísicos, e formação do eu, que durante a vida se desenvolverá com maior intensidade.
E durante a vida que a funcionalidade bio orgânica, mantém vivo e em funcionamento o eu psíquico e os sentidos, e a vitalidade com seus inconscientes.
TEORIA DA PSICO VITALIDADE PERSONAL.
A mente é produto da natureza vital e do eu que se forma com ela.
A mente existe não em função do funcionamento da mente ou do eu, mas sim a mente é mais um órgão construído pelo ser para a sua auto existência.
Logo, o mundo libidinal ou de pulsões não forma o ser vivo na sua constituição psíquica, mas a sua constituição psíquica é uma construção da vida e uma ferramenta para o bom funcionamento do ser vivo.
FERRAMENTAS PSÍQUICAS DA VIDA.
O mente, o eu, o mim, os instintos, as pulsões, as emoções, consciência, inconsciência, memórias e racionalidade são ferramentas construídas pelo poder vital para trabalhar em função da vida.
A sexualidade é mais uma destas ferramentas, e já nasce com a pessoa, lhe é transmitida. Poderá sofrer algum desvio.
Porem a sexualidade em si faz parte da natureza do ser vivo, como ferramenta para manter a transcendentalidade e perpetuação da espécie.
Logo, a sexualidade não determina a personalidade e o eu da pessoa.
Todos estes elementos fazem parte da essência e natureza da pessoa, que foram construídos pelo poder e desenvolvimento vital para serem ferramentas para trabalhar em função da vida e de sua perpetuação.
É claro que cada uma tem a sua função.
O VITAL PSÍQUICO PERSONAL.
O que forma o eu é o poder vital individual e personal que cada ser vivo possui. Todos os seres possuem o vital personal. Pois todos estão vitalizando para se manterem vivos. E perpetuarem em função da vitalidade já desenvolvida.
Logo o vital psíquico personal é o agente que produz o eu.
Posted by ancelmo luiz graceliat 6:34 AM0 comments
TEORIA DA PSICOVITALIDADE.
A vitalidade surge do ser vivo e a vitalidade é o processo da sua auto existência, pois todo ser vivo é a soma de dois lados, o direito e o esquerdo presente nos órgãos, circulação, sistema nervoso, respiratório, mente, cérebro, logo o ser é produto e depende do seu interior para sobreviver e perpetuar-se, onde cria aptidões e altera a sua constituição física, química funcional, sensitiva, reprodutiva e psíquica.
As mudanças da vitalidade ocorrem de dentro para fora, enquanto a evolução defende que as mudanças dependem do meio ambiente.
Logo o ser vivo não é produto de uma evolução, mas sim de uma vitalização psíquica orgânica, sensitivo, estrutural e mental.
Vê-se que os eqüinos durante o inverno aumentam os seus pêlos, e isto é uma capacidade psíquica e funcional que o ser já desenvolveu através de poderes vitais e que possui esta potencialidade.
Logo, toda mudança é comandada e dirigida de dentro para fora e não de fora para dentro.
Por isto que a mente trabalha em direção ao bom funcionamento.
E o mau funcionamento que vai levar o ser a ter desvios, ansiedades, psicoses, e outros. Porém a vitalidade psíquica trabalhará e comandará a mente para o bem viver psíquico.
GESTACIOLOGIA.
É durante a gestação que o ser vivo possui o seu apogeu existencial, físico e vital, onde mais a sua mente vai se desenvolver e o seu espírito se formar, possuir maior satisfação existencial e vital, sua personalidade tem o seu maior desenvolvimento, possui euforia vital. E outros fenômenos com intensa atividade.
Como, sintetizações de bioenergia, sentidos, movimentos biológicos, formação de componentes químicos e processos biofísicos, e formação do eu, que durante a vida se desenvolverá com maior intensidade.
E durante a vida que a funcionalidade bio orgânica, mantém vivo e em funcionamento o eu psíquico e os sentidos, e a vitalidade com seus inconscientes.
TEORIA DA PSICO VITALIDADE PERSONAL.
A mente é produto da natureza vital e do eu que se forma com ela.
A mente existe não em função do funcionamento da mente ou do eu, mas sim a mente é mais um órgão construído pelo ser para a sua auto existência.
Logo, o mundo libidinal ou de pulsões não forma o ser vivo na sua constituição psíquica, mas a sua constituição psíquica é uma construção da vida e uma ferramenta para o bom funcionamento do ser vivo.
FERRAMENTAS PSÍQUICAS DA VIDA.
O mente, o eu, o mim, os instintos, as pulsões, as emoções, consciência, inconsciência, memórias e racionalidade são ferramentas construídas pelo poder vital para trabalhar em função da vida.
A sexualidade é mais uma destas ferramentas, e já nasce com a pessoa, lhe é transmitida. Poderá sofrer algum desvio.
Porem a sexualidade em si faz parte da natureza do ser vivo, como ferramenta para manter a transcendentalidade e perpetuação da espécie.
Logo, a sexualidade não determina a personalidade e o eu da pessoa.
Todos estes elementos fazem parte da essência e natureza da pessoa, que foram construídos pelo poder e desenvolvimento vital para serem ferramentas para trabalhar em função da vida e de sua perpetuação.
É claro que cada uma tem a sua função.
O VITAL PSÍQUICO PERSONAL.
O que forma o eu é o poder vital individual e personal que cada ser vivo possui. Todos os seres possuem o vital personal. Pois todos estão vitalizando para se manterem vivos. E perpetuarem em função da vitalidade já desenvolvida.
Logo o vital psíquico personal é o agente que
Posted by ancelmo luiz graceliat 6:31 AM0 comments
primeira teoria de psicologia graceliana
primeira teoria de psicologia graceliana
primeira teoria de psicologia graceliana
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PRIMEIRA TEORIA DE PSICOLOGIA GRACELIANA.
TEORIA DE PSICOLOGIA VITAL.
PSICOCRACIOLOGISMO VITAL.
INCONSCIENCIOLOGIA VITAL E PSICOBIOCRIACIONISMO.
Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.
Brasileiro. Professor. Pesquisador teórico. Graduado em filosofia.
ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Endereço. Rua Itabira, número 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.
Colaborador. MÁRCIO PITER RAGEL.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional.
DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.
Esta teoria se complementará com a TEORIA DE BIOLOGIA BIOCRACIOLÓGICA GRACELIANA, com alguns fundamentos da inconscienciologia vital que já foram publicados na internet.
INCONSCIENTES ESTRUTURANTES.
Existe varias formas de inconscientes agindo e estruturando a vida e a mente, como também a personalidade, o eu, a fisiologia, e outros fenômenos.
Vê-se que a psique e a personalidade são produto de inconscientes que regem e estruturam a vida e a mente.
O ser vivo, tanto homem como animal é regido por inconscientes, e estes inconscientes estão por traz de todo comportamento de todo ser vivo.
Vê-se que um homem ou uma cobra age da mesma forma diante do perigo.
A produção vital metabólica do organismo e do espírito produz o eu psíquico daquele corpo e espírito, ou seja, a união de duas vidas surge um novo espírito com características genéticas de comportamento, de amor, perdão, unidade, fraternidade que se assemelham aos pais.
Pois, como funcionamento vital metabólico que se assemelha aos pais o espírito também vai se assemelhar.
SOBRE O ESPÍRITO E A AÇÃO DE DEUS.
Assim, o eu psíquico surge e é uma produção do universo vital metabólico do ser em processo bio físico químico e espiritual.
E o seu espírito e alma também terão um tipo de comportamento semelhante aos pais, pois o espírito e alma vêm de Deus.
Porém Deus capacitou o universo vital de transcender aos filhos o espírito.
Assim o espírito surge de Deus através da união de duas vidas que dá inicio a um novo ser vivo, assim como, o funcionamento bio fisico químico e metabólico que se assemelhará aos pais.
Como também o eu psíquico, personalidade, formas lógicas e racionais de pensar, de se emocionar, de conviver, etc.
O ESPÍRITO E A ALMA TAMBÉM TERÃO CARACTERÍSTICAS RECEBIDAS DOS PAIS.
1- Assim, temos o eu psíquico como uma produção do vital metabolismo do funcionamento do corpo do ser vivo.
2- O espírito também se alimenta deste funcionamento vital metabólico.
3- Assim o eu psiquico, e alma e espírito nascem do universo vital metabólico do ser vivo a partir da união de duas vidas, que terão características dos pais.
4- O espírito terá características de comportamento e anseios que variam de um para outro, porém estas características sempre estarão próximas das dos pais.
5- O inconsciente nasce e é produzido deste universo vital metabólico que o ser vivo é composto.
TIPOS DE INCONSCIENTES.
Como o racional, o emotivo, o instintivo, o vital e biológico, o psíquico, e outros.
O vital determina o caminho que a vitalidade venha tomar nas suas modificações, num avanço em direção ao aprimoramento de funções, produção de energia, sintetização celular e de hormônios.
É uma potencialidade e uma essência de produção e proteção da vida, tanto biológica quanto psíquica. É o produtor dos outros inconscientes.
1-INCONSCIENTE BIOLÓGICO determina e rege a vida durante aquele momento. Todos os inconscientes são integrados. E trabalham em função da vida inclusive e principalmente o psíquico.
2- O INCONSCIENTE INSTINTIVO rege as funções instintivas e fisiológicas de defesas e necessidades na produção de mecanismos em defesa da vida do ser, como cheiro, mudanças de cor e formas, órgãos e funções. E outros.
3- O RACIONAL rege as conclusões instantâneas da mente, e transfere como forma racional lógica e pronta ao ser vivo. Sem nenhum esforço.
4- O EMOTIVO é de sentimentos e emoções que constantemente é produzido pela pessoa, que a mesma nem sempre tem consciência.
5- O INCONSCIENTE do eu natural está constantemente em produção e tem a função de defesa e manutenção da integridade do ser vivo.
6- O FISIOLÓGICO, bioquímico e biofísico que rege as funções vitais do ser vivo.
7- O REPRODUTIVO, genético e transcendental que rege as funções vitais em direção a manutenção e transcendência da vida.
8- O DE APRIMORAMENTO E EVOLUÇÃO DA VIDA.
Logo, A PSIQUÊ ESTÁ VOLTADA PARA DEFESA E MANUTENÇÃO DO EU. Que se fundamenta em outros inconscientes, que são regidos pelo inconsciente vital e biológico, vê-se que a personalidade e desvios psíquicos, como neuroses e psicoses, e depressão, estão relacionados à produção de inconscientes, e neles.
CENTRO PSÍQUICO DO SER.
Ou seja, não é no líbido, na sexualidade, ou em pulsões, mas sim, no centro psíquico do ser, que é a inconsciência nas suas várias formas e funções.
Uma pessoa pode ter problemas mentais por alterações químicas e fisiológicas, e que estas alterações podem ser transmitidas por hereditariedade, porém, estas alterações vão fazer-se presentes nos inconscientes.
O INCONSCIENTE VITAL tanto coordena o funcionamento do mecanismo e funções da vida quanto da mente e seus inconscientes. Ou seja, a mente nada mais é do que um dos mecanismos vital que tem a função de trabalhar para a vida do ser como potencialidade de mudança.
Que trabalham em função da melhoria e defesas do funcionamento vital. E todo universo psíquico consciente regido pelo inconsciente, e que determina e rege a mente.
Assim, A MENTE É UMA PRODUÇÃO DA VIDA, para os seus próprios mecanismos de sobrevivência e defesa, onde são produzidas formas variadas de inconscientes, onde é determinado o eu, a psiquê, a personalidade.
PODE-SE DIVIDIR E MENTE EM.
UNIVERSO VITAL.
INCONSCIENTE VITAL.
INCONSCIENTE BIOLÓGICO.
FORMAS VARIADAS DE INCONSCIENTES.
EU PSÍQUICO INCONSCIENTE.
EU PSÍQUICO CONSCIENTE.
VIDA PSÍQUICA – felicidade, personalidade, emoções, desvios depressivos e outros.
Assim, O UNIVERSO DA MENTE NÃO ESTÁ FORA DO SER VIVO, mas sim no centro do mesmo, pois o ser pode ser dividido em ser vital e biológico e SER INCONSCIENTE REGEDORES DOS FENÔMENOS VITAIS E PSÍQUICOS.
E não em inconscientes da infância, ou pulsões, ou sociais ou religiosos. O ser vivo já nasce com ele, pois é parte e natureza da sua essência vital, biológica e psíquica inconsciente.
Ou seja, não é durante a gestação que o inconsciente surge, mas sim é uma potencialidade, é um elemento da vida, é como uma ferramenta de proteção da vida, um direcionamento.
É PARTE INATA E INERENTE DA CONSTITUIÇÃO VITAL DO SER VIVO. É mais uma essência incubada que o ser levou milhões de anos para produzir para ajudar na manutenção, proteção e mudanças das potencialidades vitais, que foram criadas por poder superior como forma de criação.
Pois só um Deus seria possível de produzir uma obra tão complexa como a vida e a matéria viva.
O EU NASCE E É ESTRUTURADO PELO PSÍQUICO INCONSCIENTE DO EU NATURAL, FORMADO PELO PODER DA VONTADE DO CRIADOR. ENQUANTO A POTENCIALIDADE MANTEM E VIDA E A ESSÊNCIA DO INCONSCIENTE. O PSÍQUICO INCONSCIENTE É O QUE FORMA O EU, A PERSONALIDADE, A MENTE.
E OS DESVIOS DA MENTE SÃO PRODUTO DO MAU FUNCIONAMENTO DESTA ENGRENAGEM, QUE ENVOLVE.
VITALIDADE - poder vital sobre a vida e a mente e o eu.
POTENCIALIDADE - poder inato de direcionar a vida e a mente e o eu.
FUNCIONALIDADE E – desenvolvimento das funções do eu e da mente.
ESTRUTURALIDADE - Comportamento do eu e da mente perante si e dos outros.
O PSÍQUICO INCONSCIENTE NATURAL JÁ NASCE COM O SER VIVO, é parte natural da sua essência vital, e é um dos mecanismos criado pela vitalidade para manter o funcionamento do ser vivo e manter a sua existência.
Vê-se que em seres como os morcegos que criaram mecanismo para a sua existencialidade, como forma de radares, sensores térmicos, e uma proteção térmica durante o dia para dormir, e que durante o dia eles dormem, e a noite saem para sugar sangue ou comer frutas.
Ou seja, eles sabem que o calor do dia mantém uma estabilidade térmica do seu corpo, mantendo assim uma estabilidade funcional do seu corpo, pois à noite durante o frio eles se aquecem com vôos e alimentos.
Vê-se que há uma inteligência vital em todo este processo, sem considerar que produz uma forma de anestésico para não incomodar as vítimas durante a sugação.
Logo eles também possuem uma forma de psíquico inconsciente vital. Assim, faz parte da sua natureza e é um dos mecanismos de proteção e manutenção da vida.
O inconsciente vital trabalha para manter o ser vivo. É um mecanismo a serviço do ser, pois é daí que surge todo universo do ser vivo.
E produz a personalidade, o eu centrado, psiquê, vontades.
E os desvios são do mau funcionamento do inconsciente vital, que age e produz a psiquê. Pois a personalidade já nasce com o ser vivo, é parte da sua natureza. Não se forma durante a infância.
O INCONSCIENTE É REGIDO POR ESTÍMULOS.
Estímulo vital, orgânico, psíquico, existencial, emocional, instintivo, transcendental, espiritual.
Estes estímulos fazem parte da natureza do ser vivo, e compõe o seu universo psíquico inconsciente, onde surge o eu, o voltado para si, a personalidade, o inconsciente aberto que se revela.
ASSIM O DETERMINANTE DA MENTE É O INCONSCIENTE QUE DETERMINA E REGE A VIDA DO SER.
É um inconsciente por ser o homem não ter consciência de um mecanismo que trabalha em função da vida e da mente sem que o próprio ser vivo se dá conta de que existe toda uma estrutura trabalhando para a sua vital existência. Da sua personalidade e do seu eu.
A INCONSCIÊNCIA É PARTE FUNDAMENTAL DA NATUREZA HUMANA E VITAL DE TODOS OS SERES VIVOS.
O inconsciente é regido pelo funcionamento vital e orgânico, que se mantêm por estímulos internos, onde ocorre a produção do eu.
Os fenômenos naturais do mecanismo da vida produzem o universo de estímulos e potencialidades que são na verdade formas e tipos de inconscientes.
Logo, o universo da psiquê não vem de fora para dentro, mas sim, da origem, de dentro para dentro, como a memória. E comportamentos sociais, morais, e existências.
Abalos como morte em família pode levar o ser a uma depressão, porém, a sua estrutura básica vem de dentro para fora e não o contrário.
Os instintos e vontades sexuais são partes da vontade existencial, fazem parte de estímulos voltados para a manutenção da vida, e não são determinantes da mente, e é apenas mais um dos elementos vitais que rege a vida e a existência.
ELEMENTOS COM FUNÇÕES EM PROL DA VIDA.
Ou seja, NASCEMOS COM ELEMENTOS PARA DESENVOLVER FUNÇÕES EM PROL DA VIDA e sua manutenção, e estímulos, instintos, sentimentos, emoções, inconsciência vital, etc. Tudo faz parte e existe produzido pela vida em função dela mesma.
Falar que a mente existe como algo fora da realidade vital, é como dividir o ser vivo em vários. O coração, uma veia, um orgânulo, a mente, uma emoção, um instinto, tudo funciona em função da manutenção da vida e foi produzido por ela, para ela mesma.
O SER É UM TODO.
O SER NÃO É UMA FRAGMENTAÇÃO DE PARTES, MAS SIM, UM TODO INTER-RELACIONADO COM FUNÇÕES A DESENVOLVER EM PROL DA PRÓPRIA VIDA.
Até O SONHO TEM A FUNÇÃO DE LIMPAR, VARRER PROBLEMAS QUE POSSAM AFETAR O BOM FUNCIONAMENTO VITAL E ORGÂNICO.
O sonho tem haver com o dia a dia na resolução de problemas sociais e existenciais em prol da vitalidade funcional.
A vitalidade produz os inconscientes onde eles moldam e estruturam o ser vivo e o homem, na sua personalidade e na produção de estímulos inconscientes.
E CONSCIÊNCIA E ANSEIOS E ESTÍMULOS PSÍQUICOS.
Assim o eu será moldado conforme o universo de inconscientes vitais que compõe o ser, e eles são moldados de dentro para fora e não de fora para dentro.
Assim, o ser de poder superior deu potencialidade a vida de produzir os comandos inconscientes para a sua própria funcionalidade, estes comandos agem sobre o somático, o funcional, o orgânico, o vital, o psíquico e o transcendental na reprodução.
Ou seja, a vida produziu para si mesmos comandos vitais para a sua sobrevida e manutenção da mesma, e que a psiquê é só mais um destes comandos.
Onde surge a partir daí o eu natural, a personalidade, memória, etc.
O INCONSCIENTE PODE SER DIVIDIDO EM VÁRIAS FORMAS E TIPOS DE INCONSCIENTES.
INCONSCIENTE VITAL.
BIO FUNCIONAL E BIO ORGÂNICO.
BIOQUÍMICO NA REPRODUÇÃO DE COMPONENTES QUÍMICOS DENTRO DOS ORGANISMOS.
PSÍQUICO BIOFÍSICO NO FUNCIONAMENTO DO ORGANISMO E DINÂMICA DE ÓRGÃOS E MOVIMENTO DE ENERGIA.
NA PRODUÇÃO DE ENERGIA PELOS RIBOSSOMOS.
NA PRODUÇÃO DE HORMÔNIOS.
NA REPRODUÇÃO, E NA GENÉTICA.
NA RACIONALIZAÇÃO INCONSCIENTE DO FUNCIONAMENTO DO CORPO E DO CÉREBRO.
NA INCONSCIENTIZAÇAO DA EMOÇÃO, SENTIMENTOS E PERSONALIDADE.
Ou seja, o nosso universo mental e vital é infinitamente inconsciente. Que também pode ser chamado de RACIONALIDADE INCONSCIENTE VITAL.
A psiquê é um universo de componentes vitais que funcionam e se processam em prol do bom funcionamento bio vital, psíquico vital e sensitivo.
A CONSCIÊNCA É UM INSTRUMENTO QUE CONSTRÓI O EU E QUE DÁ O GRAU DE PERSONALIDADE AO SER HUMANO.
A mente é uma ferramenta construída pela vitalidade para trabalhar para a própria bio vitalidade.
A MENTE NASCE DE INCONSCIENTES VITAIS, QUE FORMAM A PSIQUÊ, AS EMOÇÕES, SENTIMENTOS, SENTIDOS, RACIONALIDADE, PERSONALIDADE, E O EU VOLTADO PARA SI.
A BASE ESTRUTURAL DA MENTE É TRANSMITIDA DE PAI PARA FILHO, INCLUSIVE DESVIOS E ANSEIOS, OU MESMO NEUROSES.
O EU JÁ VEM COM SUA ESTRUTURA QUASE PRONTA E POSSUI UM GRANDE DESENVOLVIMENTO DURANTE A GESTAÇÃO.
A mente é parte de um conjunto de componentes vitais, como eu centrado, psicovital, crácio orgânico, inconsciente vital e psíquico, sentidos, eu centrado, instintos, anseios, desejos, sentimentos, logicidade inconsciente, racionalidade vital, e outros.
Mesmo o ser herdando dos pais desvios psíquicos, estes desvios podem fazer parte do seu universo bio orgânico. Que este mau funcionamento vai acarretar desvios de conduta e mau funcionamento psíquico.
Como já foi exposto, o universo mental é formado por vários componentes funcionais, como psíquico orgânico e vital, mental, inconsciente funcional, sentidos, eu centrado, eu inconsciente, e outros.
A FAMÍLIA E VALORES SOCIAIS, EXISTENCIAIS E RELIGIOSOS AJUDAM NA FORMAÇÃO DA PSIQUÊ.
COMPONENTES FUNCIONAIS E ESTRUTURAIS DA CONSTRUÇÃO DA MENTE.
Universo psíquico vital, inconscientes, estrutura genética, e outros.
1-Poder psíquico vital, bio-organica, inconscientes vitais, universos psíquicos da família,
2-Estrutura bio-orgânica da vitalidade e da família, e da mente.
3-Universo de inconscientes vitais, funcionais biológicos, funcionais vitais e genéticos, funcionais psíquicos.
4-Universo da construção do eu inconsciente, eu centrado, eu da gestação, eu da vitalidade e reprodutivo.
5-Universo de elementos da construção do eu.
A mente foi construída pela vitalidade para trabalhar em função da própria vitalidade.
COMPONENTES FUNDAMENTAIS NA CONSTRUÇÃO DA VIDA.
1-Vitalidade é o poder na construção da vida.
2-Biovitalidade é o ser vivo no seu universo vital, funcional e estrutural.
3-Organicidade é o universo funcional do ser vivo.
4-Transvitalidade é o universo vital funcional do ser vivo voltado para a perpetuação da espécie e o melhoramento da vida , produzindo e reproduzindo espécies e seres sempre mais fortes.
5-Inconsciencialidade vital é o funcionamento orgânico e vital do ser vivo, com um alto gerenciamento voltado para o perfeito e completo funcionamento orgânico sem o ser vivo ter consciência deste gerenciamento funcional.
A INCONSCIÊNCIA SE DIVIDE EM.
Vital,
Bio-orgânica,
Biofuncional,
Transvital [reprodutiva, sexual e genética].
E psíquica.
O UNIVERSO DA MENTE.
O universo psíquico tem origem vital pelo desenvolvimento da vital biologia para trabalhar em função do funcionamento vital e biológico.
Inconsciência vital e psíquica, onde todos os valores da mente são estruturados a partir da inconsciência.
E, intensidade e variações psico somática, para o seu bom e perfeito funcionamento, e que padrões psíquicos e funcionais somáticos podem ser transmitidos geneticamente aos descendentes.
VITAL PSIQUISMO.
A mente, a personalidade, o eu se estruturam através e em função de sua natureza vital psíquica. Ou seja, a própria essência mental do ser humano e seres vivos é inconsciente e psíquica, e esta essência vital natural é uma forma de inconsciência, que é e constitui o ser humano, que a partir daí que vai desenvolver a estrutura de sua mente, do seu eu, e da sua personalidade.
A MENTE E A PERSONALIDADE.
São parte natural de todo ser vivo, porém o que vai determinar o tipo e estrutura desta personalidade é a própria natureza individual do inconsciente vital, que cada ser vivo carrega, pois parte é herdada dos antecedentes e parte o próprio ser vivo desenvolve, e parte é processual, estrutural e biopsicofísico.
PORÉM, A PSIQUÊ É NATURAL À EXISTÊNCIA HUMANA, OU SEJA, TODO SER VIVO POSSUI A SUA.
Pois a mente e a personalidade são uma ferramenta produzida pela vitalidade para trabalhar em função dela, assim como os sentidos, emoções, e racionalidade.
A mente é produto da natureza vital e do eu. As mudanças ocorrem de dentro para fora e não de fora para dentro. E também é regido e coordenado pelo universo vital.
INCONSCIENCIOLOGIA VITAL E PSÍQUICA.
A mente e todo universo psíquico emocional sensorial e racional são partes e existe como produção e para o funcionamento vital.
Ou seja, a vitalidade construiu estas ferramentas para funcionar para o perfeito e inabalável funcionamento psiquico bio vital e físico químico do corpo.
Ou seja, a responsável pela construção da mente não é a cultura, muita menos a sexualidade, mas sim o inconsciente vital que rege o funcionamento do corpo e sua transcendentalidade pela reprodução e genética, assim como o seu funcionamento bio vital.
Assim, a mente é um produto da inconsciência vital, ferramenta construída pela vitalidade para trabalhar em função do funcionamento da vida, e esta ferramenta que determina o eu e a personalidade do ser vivo, e não pulsões, instintos, libido, cultura, etc. Logo a mente é uma produção natural e vital e não social religioso ou cultural.
Instintos, anseios, vontades sexuais, libido, emoções, racionalidade, etc. fazem partes da natureza do ser vivo. E são ferramentas fabricadas pela vitalidade para trabalhar em função da vida. E isto constitui a vida e a mente.
CRACIOLOGISMO VITAL, PSÍQUICO SOMÁTICO, PSÍQUICO, RACIONAL, FUNCIONAL E METABÓLICO, APERFEIÇOATIVO, TRANSCENDENTAL, FISIOLÓGICO, GENÉTICO E REPRODUTIVO.
Se o corpo não tivesse a consciência vital da necessidade da reprodução ela não construíria todos os órgãos, hormônios, funções etc., para haver a reprodução.
A natureza da saúde do corpo é o bom funcionamento, e qualquer desvio o corpo procura através de seus poderes já desenvolvidos sanar estes problemas ou mau funcionamento.
O mesmo acontece com o psíquico, o mau funcionamento leva às depressões, neuroses e outros problemas, que na maioria das vezes são causados por desvios de funcionamento vital e orgânico. Ou mesmo metabólico na produção ou transformação de energias e hormônios.
CRÁCIO PSICOLOGIA.
Vê-se que a origem, a base e o fundamento da psiquê se encontram na natureza do poder psíquico. Que tem origem na herança vital das células que forma o novo ser, e esta herança que vai levar para o resto da vida, com capacidades e ou desvios de funções.
Ou seja, não se estrutura na infância com o complexo de Édipo, mas sim, já é recebido dos ascendentes geneticamente, e não é um inconsciente, mas sim um poder que vai atuar durante toda a vida do ser.
E com poderes e capacidades ele vai procurar estruturar-se para sanar os problemas para possuir uma vida saudável. Logo, o que rege a mente não é conscientes ou inconscientes, mas o poder vital.
OU SEJA, O PODER VITAL ESTRUTURA E DETERMINA O INCONSCIENTE, QUE A PARTIR DAÍ VAI DETERMINAR A PSIQUÊ, O EU E A PERSONALIDADE.
CRÁCIO PQUÍSICO SOMÁTICO.
O corpo cria mecanismos de produção química e de metabolização para haver uma vida e existência saudável, prazerosa e feliz no ser.
Para que ele possa transmitir uma boa vida aos descendentes.
Ou seja, o corpo é um poder que conhece a si mesmo e cria mecanismos e metabolizações para o bom funcionamento da vida processada naquele corpo.
CRÁCIO RACIONALISMO.
O poder vital conhece a transcendentalidade e a necessidade de criar condições e órgãos para esta passagem.
CRÁCIO EVOLUÇÃO.
O poder cria condições para mudanças futuras ou inesperadas para o funcionamento da vida, como mecanismos para evolução, ou para defender-se de novas doenças. Ou mesmo de desvios genéticos.
Logo, a vida é um poder hospedado num corpo vital. Ou seja, o corpo é apenas onde um poder está alojado e agindo na produção da vida por um poder todo seu.
1-O CORPO É A SUBSTÂNCIA DA MATÉRIA VIVA.
2-A VIDA É O FUNCIONAMENTO.
3-O VITAL É O DIRECIONAMENTO, como cérebro que coordena a respiração e as batidas do coração. Funcionamento de órgãos e produção de energia e hormônios.
4-O PODER VITAL.
O poder vital é a ação de poder que age sobre o funcionamento e direcionamento da vida, criando condições para funcionamento natural e essencial para a vida, defesa e anticorpos, mudanças para situações momentâneas ou futuras, onde leva a evolução.
E rege a transcendentalidade que é a genética e a reprodução, pois a vida é inserida de um poder e uma inteligência que a racionalidade do homem está aquém da vital.
O poder vital direciona, modifica, cria defesa, cria inteligências vitais, sabe da necessidade da reprodução, cria mecanismo para o bom funcionamento do cérebro, da mente, dos órgãos e orgânulos celulares.
E atua na sintetização e produção de energia, canais na locomoção de sangue e energia, bombas para impulsionar este sangue, órgãos na produção de hormônios, orgânulos na produção celular de energia no caso os ribossomos, cromossomos na reprodução e genética.
E vários outros órgãos e mecanismos que a vida constrói para sobre existir na mais perfeita saúde e transcender em direção a eternidade.
Logo, o ser se modifica conforme os poderes e potencialidades que ele já desenvolveu e os possui, e nada tem haver com condições externas, primeiro é o mundo interno do ser, para depois adaptações ao mundo externo conforme os seus poderes e potencialidades.
Vê-se que tanto poder não pode surgir do nada, e aí que temos de novo o poder do criador.
PODER PSÍQUICO VITAL.
INCONSCIENCIOLOGIA VITAL.
A mente é como um órgão que trabalha inconscientemente para o perfeito funcionamento de si, por isto que ele trabalha inconscientemente voltado para si e centrado para si, que pode ser o eu centrado a e voltado para si.
Por isto que toda anomalia que a mente possa sofrer ela inconscientemente trabalha para detectar as agressões ao bom e perfeito funcionamento psíquico vital da mente.
A MENTE É UMA BASE ESTRUTURAL.
Logo a base estrutural da mente se encontra nela mesma e não fora dela, pois ela produz para si mesmas componentes químicas, metabolizações, produção de energia, processos físicos.
Tudo voltado para o seu perfeito funcionamento. E ela sempre se encontra na procura de sanar anomalias e doenças que a mesma possa estar sofrendo.
Ela detecta e cria mecanismo para a cura, para que tudo continue na mais perfeita harmonia, pois a mente é um instrumento e ferramenta na coordenação vital e do funcionamento de todos os órgãos, células e orgânulos.
Por isto que a mente é uma ferramenta que trabalha para ajudar a coordenar toda vida e processos inseridos no ser e para ela mesma.
Logo, a base do universo vital se encontra na própria mente e não na sociedade, ou padrões sexuais.
As células também possuem instrumentos para a coordenação funcional da vida.
VOLTADO PARA SI E EU CENTRADO.
O voltado para si e o eu centrado é o inconsciente vital que faz com que a mente trabalhe inconscientemente para o seu perfeito funcionamento, o ser e nem a mente racional possuem consciência deste funcionamento.
Assim, a mente cria todos os mecanismos para o seu perfeito funcionamento, que desenvolvem assimilações a sentidos, cheiros, instintos, etc.
A MENTE É UM INSTRUMENTO VITAL E PSÍQUICO.
Logo a mente é um instrumento que trabalha para si mesma e para o funcionamento vital e geral da vida em todo ser.
E ajudam na coordenação da reprodução, respiração, produção de energia, alimentação, funcionamento celular, etc.
VITAL TRANSCENDENTOLOGIA.
A vitalidade se auto programa para se transmitir a aperfeiçoar-se constantemente, e criar mecanismos psíquicos funcionais nos orgânulos celulares para a transcendência da vida e sua perpetuação e aprimoramentos. E sempre criando novos mecanismos funcionais, transcendentais, reprodutivos e genéticos, e de defesa e ataque os invasores da sua soberana funcionalidade.
VITAL PSICOFÍSICA.
O ser possui poderes vitais e psíquicos que atuam sempre em direção a funcionalidade da vida, e na coordenação da produção de energia das células e transformação bioquímica.
TRANSCENDÊNCIA PSÍQUICA.
INATISMO VITAL E PSÍQUICO.
A base fundamental da mente é recebida dos ascendentes, ou seja, dos pais, se a vida é transmitida e não surge do nada.
Logo, o ser que nasce possui todo seu organismo funcional, estrutura física, funções biofísicas, fisiológicas, bioquímicas, que funcionarão conforme os pais, ou seja, apenas será dado o prolongamento da vida no sucessor.
Se os pais tiveram um mau funcionamento fisiológico, este mau funcionamento fará parte da natureza de algum dos filhos.
Assim, a mente, o psíquico, os sentimentos, emoções, sentidos, racionalidade, lógica de raciocínio, anseios, e desvios psíquicos virão dos ascendentes.
Os descendentes poderão desenvolver alguma base, porem ela será moldado em cima do que já recebeu. Ou seja, uma pessoa rebelde ela já tem uma base de berço da rebeldia dos pais. O mesmo acontece com todas as outras formas psíquicas.
Logo, a personalidade e o eu da pessoa já vem moldada no ser e na sua vitalidade e inconsciencialidade mesmo antes da mesma nascer, através da base psíquica que ela herda que ela vai desenvolver a sua mente.
TRANSPSICOLOGIA.
Conforme a base vital de funcionamento para os processos da vida que a pessoa recebe ela desenvolverá um funcionamento somático e psíquico conforme esta base, e terá condições de produzir elementos vitais para o funcionamento da vida e sua transcendentalidade e reprodução.
Como também componentes bioquímicos e funções biofísicas para o perfeito funcionamento da mente.
Vê-se por aqui que o vital age sobre o somático que age sobre o psíquico, e o psíquico sobre o somático e o vital.
Ou seja, todo universo de produção de componentes bioquímicos, funções biofísicas, funções fisiológicas e comportamentos psíquicos tem uma base que nasce com a pessoa, e que sobre esta base a pessoa desenvolverá o seu universo vital, funcional, bioquímico, psíquicos comportamentais voltados para a perfeição da sua vida e existência.
TRANSCENDENTALISMO PSÍQUICO E VITAL.
A base estrutural do eu, da personalidade, do comportamento, ansiedades, comportamentos de introversão e introversão, e de desvios já nasce com a pessoa, é parte natural e inata do seu universo inato e natural da sua vitalidade.
Todo universo psíquico faz parte da natureza vital da pessoa, inclusive as características e desvios. Pois a pessoa apenas é um prolongamento do universo vital e psíquico dos seus pais.
O mesmo acontece com o universo neurológico, fisiológico, psíquico somático. E outros.
PSICOLOGIA DA TOTALIDADE.
O FUNCIONAMENTO MENTAL, A SAÚDE E PERFEIÇÃO MENTAL E SEUS PROVÁVEIS DISTÚRBIOS SE DEVEM A VERTENTES, COMO.
DE HERANÇA GENÉTICA SOBRE O FUNCIONAMENTO ORGÂNICO.
DE HERANÇA GENÉTICA SOBRE O FUNCIONAMENTO PSÍQUICO VITAL, QUE ENGLOBA TODO INCONSCIENTE VITAL.
FUNCIONAMENTO ORGÂNICO ANTEPASSADO.
FUNCIONAMENTO ORGÂNICO PRESENTE.
FUNCIONAMENTO PSÍQUICO PRESENTE E ANTEPASSADO.
FUNCIONAMENTO EXISTENCIAL, TRANSCENDENTAL, ESPIRITUAL E SOCIAL.
E FUNCIONAMENTO VITAL.
Que engloba a mente como parte e ferramenta da vida para trabalhar em função da própria vida. Ou seja, a mente não existe separada do funcionamento da vida, não existe separada do funcionamento orgânico, não existe separada do inconsciente vital, não existe separada do inconsciente reprodutivo, transcendente e existencial.
Não existe separada do espírito como entidade criada por Deus e que hospeda e se processa no homem, com anseios voltados para o próprio homem e a sua saúde vital e espiritual.
Ou seja, a mente e o homem não são só um e não se forma de uma só coisa ou fenômeno, mas sim, uma totalidade de coisas e fenômenos e anseios existenciais.
Ou seja, a mente não é um fenômeno só psíquico, mas sim, antes ela faz parte de uma engrenagem vital e biológica voltada para o funcionamento da própria vida, ou seja, ela é uma parte de um todo construído para funcionar para a vida e sua transcendentalidade, reprodução, vontade, que tem por fim e objetivo a perpetuação da vida.
Ou seja, todos os elementos da mente são construídos pela própria vitalidade para ser mais uma ferramenta em prol da transcendência e perpetuação da própria vida, e não apenas da mente.
Ou seja, a mente é uma ferramenta construída conscientemente pela vitalidade para ser mais uma ferramenta da vida.
PSICOLOGIA BIOLÓGICA.
O espírito também é mais um componente construído pela vitalidade e direcionamento de Deus para a manutenção da vida.
Logo, não devemos ligar a personalidade a fatores da infância, pois já faz parte da natureza do homem e da sua mente, não se forma durante a gestação ou durante a infância, mas sim, os cromossomos e óvulos já carregam consigo a característica e tipo de personalidade própria do homem.
O mesmo acontece com o espírito. Ou seja, a característica da mente e o espírito são transmitidos, e da união forma-se um novo espírito e uma nova mente.
Ou seja, a mente, é inata no homem, e existe a priori, se forma no homem enquanto o homem se forma em ser vivo.
OU SEJA, A MENTE É PRODUTO DE COORDENAÇÕES VITAIS E DE PROCESSOS E FUNCIONAMENTOS ORGÂNICOS FUNCIONAIS NA PRODUÇÃO DE ENERGIA E TRANSFORMAÇÃO DE COMPONENTES QUÍMICOS.
Que são recebidos via hereditariedade e desenvolvidos vitalogicamente durante a gestação e inicio da vida fora do útero. Todo este desenvolvimento se faz por fases vitais, biológicas, funcionais, bioquímica e biofísica dentro da vida do ser no seu inicio, e também no inconsciente biológico. E não por fatores externos, libidinais, pulsões ou instintos.
A MENTE É FRUTO DE PROCESSOS FÍSICOS E FUNCIONAMENTOS VITAIS.
Os processos biofísicos e sintetizações de energia produzem a mente, o inconsciente vital.
14 de Fevereiro de 2009 13:40
Wednesday, February 18, 2009
QUARTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
TEORIA DE ASTRONOMIA DA PROPORCIONALIDADE DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO E VELOCIDADE EQUATORIAL.
E IRREGULARIDADES DE ÓRBITAS E DE ROTAÇÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA.
DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.
Referências.
O trabalho se complementará com.
1-A teoria do universo fluxonário estruturante e cosmofísica graceliana.
2-Teoria de astronomia graceliana de energeticidade e radiação.
3-Teoria de astronomia de alternancidade e variância.
4-Teoria de astronomia da origem, rotação, afastamento e progressão.
5-Teoria de astronomia de fisicidade, desintegração e reintegração.
6-Teoria geral para a astronomia e o cosmo.
7-Teoria da microfísica e da química.
8-Teoria da unidade geral.
CÁLCULOS DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO OU VELOCIDADE EQUATORIAL.
SOBRE A LUA.
RELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO COM IO SATÉLITE DE JUPITER.
A Lua por ser produzida por um astro com pouca energia, no caso a Terra, ela possui dezessete vezes menos velocidade de translação do que Io – satélite de Júpiter, uma vez que Júpiter possui maior diâmetro do que a Terra. Pois ambos estão quase à mesma distancia de seus primários, no caso Io de Júpiter e a Lua da Terra. Há também de se considerar que Io é um satélite mais energia do que a Lua, mesmo júpiter sendo mais velho do que a terra, pois ainda conserva atividades tectônicas, estas atividades já foram observadas por telescópicos.
Io possui muito mais energia, radiação, atmosfera do que a Lua por ser sido produzido por um planeta – Júpiter – com muito mais energia do que a Terra. Isto se confirma na relação entre as dinâmicas entre os dois planetas.
Io também possui aproximadamente o mesmo diâmetro da Lua.
Diâmetro Lua 3470 quilometro. Velocidade de Translação Lua 1.03 km/seg.
Io 3650 quilometro. Velocidade de Translação Io 17.4 Km/seg.
Distancia de seus Primários- Io – 420.000 quilômetros.
Lua-384.000 quilômetros.
Rotação – Io possui uma rotação 16.44 vezes maior do que a Lua, ou seja, quase a mesma diferença do que a translação. Isto confirma todo o exposto até aqui que a rotação, como a translação e o afastamento são produzidos pela energia e radiação do astro.
Aqui se confirma com clareza que há uma relação direta entre as dinâmicas.
PARA SER CONFIRMADO.
Que Io possui uma atmosfera 10 vezes maior do que a Lua. Pelo que é confirmado com a diferença de suas dinâmicas.
Io possui uma atividade magnética, condução elétrica, atividade sísmica, atmosfera, atividade tectônica dez vezes maior do que a lua.
Isto já foi provado pela experiência. O que confirma o exposto pela diferença nas dinâmicas e órbitas.
EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO DA LUA.
A Lua possui uma inclinação orbital de 5,9 graus em relação à eclíptica, e uma excentricidade de 0.05 graus, e isto confirmam a relação com a velocidade translacional e rotação, ou seja, pouca dinâmica e grande irregularidade nas inclinações da órbita e da rotação, e com grande excentricidade.
Como foi exposta acima, a Terra é o ultimo planeta a produzir satélite até hoje, pois a Terra foi produzida pelo Sol quando o mesmo já se encontrava numa fase de pouca produção de energia, vemos que a Lua produz pouca radiação e nenhuma atividade tectônica, enquanto Io produz grande atividade tectônica. Por que Io foi produzido por um planeta com muita energia e intensa radiação, pois é muito maior do que a Terra, por isso que a rotação e translação da Lua são 17 vezes menores do que Io. E uma excentricidade muito maior, e uma inclinação maior do que a de Io. Ou seja, o primário produz a energia no secundário que vai produzir os fenômenos.
Assim, a inclinação e excentricidade dos satélites são sempre próximas ou maiores dos valores de seus primários.
E aqui com a Lua e Io se confirma o exposto anteriormente, que quanto maior a energia e radiação, maiores serão a dinâmica, a estabilidade e a perfeição da circularidade da órbita, e menor a excentricidade e a inclinação da translação e da rotação. E vice-versa.
Veremos que os satélites dos planetas mais distantes e os mais próximos de seus primários terão maiores rotações e translação e menores excentricidade e inclinação rotacional e translacional. E que ocorre na proporcionalidade do tempo de vida e de diâmetros que representa a sua energia e radiação.
Isto se confirma com os satélites de todos os planetas.
PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE DA RAZÃO ENTRE OS FENÔMENOS.
A POSIÇÃO, A DISTANCIA E O AFASTAMENTO DEPENDE DA ENERGIA DO ASTRO.
A razão entre o afastamento dos astros é crescente com o afastamento, em que os mais distantes aumentam o afastamento, por isto que a razão das distancias é sempre crescentes. Porém, o afastamento depende da energia no processamento da sua produção, e da própria energia representada pelo diâmetro, por isto que há os picos de afastamento, conforme o diâmetro do astro com o seu vizinho. Esta diferença se confirma entre Tritão e Nereida, dois satélites de Netuno, onde a diferença de afastamento entre os dois é enorme, comparado com satélites de planetas mais próximos do Sol.
A razão das distancias sofrem pico crescente conforme o astro vai produzindo a sua dinâmica e o seu afastamento, isto se confirma entre Titã e Réia de Saturno, Febe e Jupet de Saturno, entre Titânia e Umbriel de Urano, e entre os Planetas Júpiter e Marte. E entre ganimedes e Europa de Júpiter.
Pois ganimedes tem o dobro do diâmetro de Europa e o dobro da distancia. Ou seja, a energia do astro determina a sua posição no espaço, pois com mais diâmetro ele terá maior energia, maior rotação, maior afastamento do seu primário.
O mesmo acontece com Titânia e Umbriel satélites de Urano, pois a razão do diâmetro é duas vezes, ou seja, e a razão das distancia entre os dois satélites é 1.8, enquanto os outros com razões de diâmetro mais próximos, e as razões das distancias também são mínimas.
A teoria da gravitação não faz menção à posição da distancia pelo diâmetro, que representa a energia e o tempo de construção do astro e a sua ação de afastamento do astro mais próximo –vizinho –, e que isto influencia na posição e distancia do astro no espaço.
Entre estes astros a velocidade de translação também acompanha aproximadamente num valor de razão entre astros vizinhos. Vemos que a diferença de translação é maior entre diâmetros e posições maiores.
O mesmo acontece com a rotação, as inclinações, a excentricidade, e todos os outros fenômenos físicos e estruturais, como achatamento de astro, atmosfera, atividade tectônica, etc.
Os satélites de saturno se afastaram menos do que os de Júpiter por serem menores de diâmetro e com menos energia.
Os saltos de afastamento e posição pelo salto de diâmetro entre os planetas, satélites e cometas confirma a teoria da energeticidade e radiação.
E como em Júpiter que há um intervalo maior de afastamento de Marte, por ser júpiter com maior diâmetro, o mesmo acontece entre Titã e Réia de Saturno, que é quatro vezes maior. Entre Febe e Jupet, e entre ganimedes e Europa, e entre Titânia e Umbriel de Urano. Esta diferença entre as razões também está presente nos asteróides e nos cometas.
OBSERVAÇÃO GERAL DA TEORIA.
O mesmo acontece com a velocidade de translação onde a diferença da razão é maior nos astros que mantém uma diferença de diâmetro, como é o caso entre os satélites de Saturno exposto acima, e entre Júpiter e Marte.
Por isto que a há uma diferença enorme entre a velocidade de translação de júpiter e marte, pois mesmo júpiter sendo maior que marte ele teve mais tempo se afastando do sol, diminuindo progressivamente a influencia recebida pelo sol na origem da translação. Por isto que há uma razão vinte vezes maior no diâmetro, três vezes e meia no afastamento, duas vezes menor na velocidade de translação de júpiter para marte, duas vezes e meio maior na rotação. Isto confirma o exposto até aqui, que a translação tem uma origem pelo primário e diminui progressivamente, até o próprio astro coordenar toda dinâmica e translação, rotação e afastamento se equivale conforme a energia que o mesmo produz.
Esta confirmação se aproxima para plutão, asteróides, cometas distantes e satélites distantes, onde rotação, translação e afastamento se equivalem nos seus valores.
Temos aqui o porquê há um salto na razão da translação, afastamento, rotação, excentricidade e inclinações de órbita e rotação.
Esta diferença de razão também se mantém na excentricidade e inclinação, e são crescentes com o afastamento.
ASSIM TEMOS,
1-a questão de saltos na razão entre os fenômenos conforme a sua energia e diâmetro,
2-e a razão crescente de afastamento, inclinação orbital e rotacional, e excentricidade conforme o astro vão ficando velho e queimando a sua energia. Que depende do tempo de vida e da energia do astro, representada pelo diâmetro.
Os satélites de Júpiter são aproximadamente cinco vezes maiores comparados com os de Saturno, por isto que eles em média estão duas vezes mais distantes dos de Saturno, se comparado com os de júpiter.
A translação dos satélites diminui conforme o afastamento do planeta ao sol e diâmetro do planeta. Ou seja, a energia que ele conserva depende da energia que o formou, por isto que os satélites de saturno possuem maior translação do que os de urano, mesmo estando a mesma distancia e com o mesmo diâmetro.
PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.
Órbita de Quíron – se confirma também no asteróide Quíron o princípio da proporcionalidade, pois pelo seu extenso afastamento do Sol, ele desenvolve a maior inclinação de órbita e a maior excentricidade.
Confirma-se nos asteróides EROS, com excentricidade de 0.83 graus, Quiron, hidalgo, e outros. Inclusive em cometas, que a distancia do Sol não é o fundamental para o posicionamento do astro no espaço, mas sim a sua energia e radiação representada pelo seu diâmetro.
Como já foi visto que o afastamento e posição que marca a distanciam do primário depende da energia do astro.
E as inclinações e excentricidades dependem da energia dos mesmos, pois asteróides, cometas e satélites menores e mais distantes de seus primários possuem as maiores inclinações e excentricidades. E os maiores planetas as menores excentricidades e inclinações e o conjunto das dinâmicas – translação, rotação, e afastamento também acompanham a energia do astro.
A RELAÇÃO ENTRE GANIMEDES DE JÚPITER E TITÃ DE SATURNO.
GANIMEDES tem um diâmetro 5.250 km, e TITÃ tem um diâmetro 5.800 km.
Ganimedes se encontra a uma distancia de 1.070.000 km do primário.
TITÃ se encontra a uma distancia 1.222.000 km do primário.
Ganimedes tem uma velocidade de 10.9 km/s.
Titã tem uma velocidade de 5.6 km /s.
E a diferença entre os diâmetros de Júpiter e Saturno é mínima.
Logo se conclui que se a gravitação tivesse alguma influencia sobre a velocidade de translação a diferença da translação entre os dois seria mínima e não seria aproximadamente o dobro. Com isto se conclui que toda dinâmica depende da energia do astro, e se júpiter é mais novo do que saturno, logo o seu satélite também é mais novo, considerando também que enquanto ganimedes é o terceiro satélite de Júpiter, Titã é o sétimo satélite de Saturno. Logo, titã é mais velho e gastou mais energia, com isto desenvolve menos velocidade de translação.
Por isto que a diferença da velocidade de translação é o dobro.
Enquanto pela teoria da gravitação deveria se equivaler nos valores.
Vemos aqui que a distancia com o diâmetro não influenciou na velocidade de translação, mas sim, o tempo de vida e a energia representada pelo diâmetro.
Isto confirma a teoria da energeticidade e radiação.
RELAÇÃO ENTRE PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS.
O diâmetro e o afastamento dos secundários variam conforme o diâmetro do primário e o seu tempo de vida.
RELAÇÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO ENTRE SATÉLITES CONFORME O DISTANCIAMENTO, TEMPO DE VIDA E DIÂMETRO DE SEUS PRIMÁRIOS.
Confirma-se que o valor do diâmetro de Júpiter é próximo do de Saturno, e Júpiter com os seus satélites cinco vezes a distancia dos de Saturno, três vezes o diâmetro dos de Saturno e os valores da velocidade de translação se aproximam.
Com isto se conclui que não é a distancia e alguma força que age sobre o astro, mas sim a própria energia do mesmo.
OUTROS TÓPICOS.
A distancia marca o tempo de vida do astro, e diâmetro do primário com o seu diâmetro e a distancia do primário marca o tempo de vida e energia já processada e a energia ainda para ser processada.
RADIAÇÃO, ATMOSFERA, ANÉIS, DISCOS DE ESFERAS E ASTROS.
Assim como Saturno e Urano também possui anéis, com velocidade de translação de mais de vinte Km/s, e que Júpiter possui uma atmosfera espiralada com translação e alargamento, próximo do seu equador. Isto confirma que a translação dos secundários se origina de energia e radiação do primário, e que parte desta radiação se transforma em anéis próximos do equador, e que vai se esferificar, dando início a um novo secundário. Vemos nos anéis de Urano que eles desenvolvem uma translação de mais de vinte quilômetros por segundo.
E que a translação surge inicialmente do próprio secundário, e por isto que todos secundários produzem uma órbita com pouca inclinação e sempre próximo do equador.
Ao se distanciar do primário, o secundário vai produzir a sua própria dinâmica, vai dar inicio a terciários que iniciarão a sua translação conforme a sua energia e radiação.
E sairão do eixo de translação do primário, dando inicio a um novo sistema de astros, menores, mais lentos e com mais irregularidades na sua dinâmica de translação, rotação e afastamento.
A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS.
A ação centrifuga da rotação e o magnetismo do astro faz com que a sua radiação e atmosfera se desloquem para o equador, aonde vai se forma em filamentos de atmosfera e no futuro anel. Dos anéis vão se formar blocos cúbicos de gases e daí a esferificação, da onde vai se formar em secundários.
Por isto que os secundários possuem uma translação decrescente dos próximos para os últimos. E que a órbita sempre está próxima do equador.
Com o passar dos tempos, a energia diminui e os astros passam a produzir a sua órbita e irregularidades no espaço.
No futuro provavelmente teremos novos astros e com novas energias, pois o processo é constante.
OUTROS TÓPICOS.
Os secundários mais afastados e menores são os mais irregulares nas suas inclinações de órbita e rotação, e excentricidade.
Isto se confirma, nos satélites mais distantes, nos asteróides e nos cometas.
MOVIMENTO RETRÓGRADO.
O satélite quando muito pequeno e muito distante tende a aumentar a sua inclinação e excentricidade progressivamente, e este tipo de movimento invertido pode ser encontrado no satélite Febe de Saturno. Pois Febe possui uma inclinação de órbita de 160 graus e uma grande excentricidade.
O que leva o astro a desenvolver a órbita retrógrada é que ele iniciou normalmente a sua translação desde o seu nascimento pelo seu primário. Só que todo astro que possui pouca dimensão e se encontra distante do primário ele possui pouca energia se processando, pois ele já gastou grande parte de sua energia, e assim, ele passa a produzir irregularidades na sua dinâmica no espaço. Que começa com uma crescente irregularidade até o movimento retrógrado.
Urano é um planeta que anda de lado, ou seja, as irregularidades são maiores com o distanciamento, envelhecimento e diminuição de produção de energia e radiação.
Com enormes distancias de seus primários, astros pequenos, terciários, com pouca energia e envelhecidos serão astros com pouca dinâmica, grandes distanciamentos, grandes excentricidades e inclinações e muitos com movimentos retrógrados.
SOBRE SUPOSTA CAPTURA DE ASTROS POR PLANETAS.
Isto não existe, pois todos os astros estão soltos no espaço, e não há isto de campo puxando para sua órbita, e também pela radiação os astros são afastados e não atraídos, como se pensa hoje. E o que produz as órbitas irregulares é a pouca energia do próprio astro para coordenar a sua dinâmica, isto acontece com todos os astros pequenos e distantes de seus primários, logo os satélites pequenos de Saturno nunca foram capturados, mas sim produzidos por saturno.
Pode-se comparar que todo astro pequeno e distante possui grandes irregularidades na sua dinâmica, desde a rotação, a translação e o afastamento.
SOBRE A SUPOSTA DENSIDADE DOS ASTROS.
A densidade dos astros distantes é uma invencionice para se dar uma proximidade nos resultados para a velocidade de translação que é calculado pela gravitação, porém se mal conhecemos a densidade da Terra, como podemos conhecer a densidade de planetas distantes.
Por isto que nos meus cálculos, uso diâmetro e temperatura por estarem mais próximos da realidade.
RAZÃO CRESCENTE DE FENÔMENOS ENTRE ASTROS MENORES E
DISTANTES.
Nos mais distantes e menores a razão do afastamento, inclinações e excentricidade são sempre maiores e crescentes com o distanciamento e a diminuição do tamanho do astro.
A distancia e o afastamento também são crescentes, pois com a diminuição de energia eles passam a produzir órbitas sempre mais irregulares.
SOBRE O AFASTAMENTO DE SATÉLITES.
Os satélites de Saturno se afastaram menos de seu primário por serem menores e com menos energia, enquanto os de Júpiter se afastaram mais, por serem maiores e com mais energia. Isto confirma que os astros alem da rotação e translação eles se afastam conforme a sua produção de energia.
SOBRE TRITÃO E O SEU MOVIMENTO RETRÓGRADO.
TRITÃO é um dos satélites gigantes e possui uma grande excentricidade e uma inclinação orbital de 160 graus, considerado um dos satélites que tem um movimento retrógrado por possuir tamanha inclinação em relação ao plano do equador de Netuno. Isto só vem a contribuir com a teoria exposta até aqui. Pois satélites de planetas distantes também possuem irregularidades grandes, mesmo sendo um gigante.
NEREIDA, O SATÉLITE DE MAIOR EXCENTRICIDADE.
NEREIDA é outro satélite de Netuno que possui uma grande inclinação de órbita de 28 graus e uma das maiores excentricidades, com 0.75 graus. Isto só vem a contribuir com a teoria da energeticidade, de que planetas distantes, satélites distantes e velhos e pequenos produzem grandes irregularidades, e Nereida é o satélite com maior excentricidade dos satélites até aqui descobertos.
NEREIDA também possui um grande afastamento do satélite vizinho, no caso Tritão. Ou seja, os satélites mais distantes e de planetas mais distantes são os mais irregulares na sua excentricidade e inclinação.
ONDE SE CONFIRMA O EXPOSTO PELA TEORIA AQUI PROPOSTA. EM QUE A DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA LEVA AS CRESCENTES IRREGULARIDADES DOS ASTROS.
Vemos que Tritão e o satélite de saturno – febe possuem movimento retrógrado.
Provavelmente a sua rotação é mínima e com grande inclinação de rotação.
Provavelmente os satélites de Plutão, menores e mais distantes dele serão os de maiores irregularidades e com movimentos retrógrados.
SOBRE A ATMOSFERA DE TITÃ.
Provavelmente titã com a sua atmosfera produzirão uma quarta geração de astro. Que será o primeiro satélite com satélite.
SOBRE CARONTE.
Provavelmente Caronte, satélite de Plutão possui uma grande excentricidade e inclinação orbital.
Caronte gira em torno de Plutão em 6,39 dias, que é o mesmo tempo que o planeta leva para girar em torno do seu eixo, mantendo sempre a mesma face um para o outro. Isto se confirma no exposto até aqui, que a translação do secundário começa antes mesmo do secundário se esferificar, ou seja, ainda como filamentos e anéis de atmosfera e radiação do primário, que com a sua rotação passa a transladar os anéis e filamentos de atmosfera, até se esferificar. Se esferificando passa a produzir esta translação inicial em volta do primário. Ao se afastar passa a produzir a sua própria translação.
Ao se esferificar passa a produzir a própria rotação.
Com o tempo e afastamento este secundário, vai produzir outro secundário, tornando-se um primário.
Conforme o astro vai se distanciando e ficando sem energia, ele abandona a órbita inicial, produzindo sistemas orbitais irregulares e aleatórios no espaço. Sempre novos com menos energia e com menos dinâmica e mais irregularidades de inclinações e excentricidades. Isto pode ser confirmado com os asteróides e cometas.
ÓRBITAS ERRANTES E ALEATÓRIAS.
Isto é um processo que começa com pouca irregularidade, passa a estabilidade e retorna a irregularidade e grandes instabilidades e órbitas errantes e aleatórias.
AÇÃO DA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO SOBRE A TRANSLAÇÃO INICIAL DO SECUNDÁRIO.
Isto se confirma entre os satélites dos planetas, pois com as mesmas distancias os satélites de Urano desenvolvem três vezes menos o período de revolução comparado com os de Saturno. Pois a velocidade equatorial de Saturno é três vezes maior do que as de Urano.
E a diferença entre os satélites de Júpiter e de Saturno é de 1,25 de período de revolução maior para os satélites de Júpiter para a mesma distancia, pois a diferença da velocidade equatorial entre os dois é de 1,25 maiores para Júpiter. Como também a diferença é próximo da razão um para diâmetro e rotação, e 1.3 para translação.
É bom ressaltar que a energia produz a rotação, que produz a velocidade equatorial que com a radiação vai produzir a translação do secundário. E o secundário será produzido pelo material expelido como forma de radiação do primário. Ao se esferificar e tornar-se astro ele vai iniciar a sua rotação, por isto que os secundários muito próximos possuem pouca rotação, pois ainda estão começando a acelerar-se rotacionalmente. Isto se confirma em todos os primários muito próximos.
AQUI TEMOS EXPLICAÇÕES CONTUNDENTES DA ASTRONOMIA.
1 – o primário produz o secundário que também inicia a sua translação.
Então temos aqui o inicio da translação e a origem do astro.
2 – porque o terciário acompanha o secundário, e ambos acompanham o primário pelo espaço.
Pois, no inicio tiveram uma origem da translação produzida pelo primário, porem, ao se afastar e perder energia este secundário, ou terciário vai sair do sistema completamente, pois, ele mesmo dentro do sistema solar já produz a sua própria dinâmica, só que fora do sistema, ele não mais acompanhará o primário pelo espaço. Isto já acontece com alguns cometas e asteróides, que às vezes entram dentro do sistema solar e saem sem sofrer a e influencia de ação nenhuma do Sol.
3- por que todo astro muito próximo do primário possui pouca rotação. Pois ainda está em formação e toda sua dinâmica ainda é mínima.
PRINCÍPIO DA ORIGEM DO ASTRO E DA DINÂMICA.
Assim, temos aqui o inicio do astro, o inicio da rotação e velocidade equatorial, da translação.
Assim, ao se afastar ele vai produzir a sua própria rotação e translação, e com a sua energia e radiação vai produzir novos filamentos de gases, daí novas esferas, que com a sua velocidade equatorial vai produzir a translação no novo astro, e daí a sua esferificação e rotação.
Antes mesmo de ser esfera o astro já possui translação.
Ele vai sendo afastado pela radiação e temperatura do primário, e passa a produzir a sua própria translação e rotação.
Por isto que um terciário acompanha a translação do secundário, mesmo este secundário acompanhando a translação do primário. Porem com o afastamento ele tenderá a produzir uma órbita isolada, com outras inclinações e excentricidades.
Ao se distanciar ele terá menos energia, e conseqüentemente menos dinâmica e mais irregularidades. VER PRINCÍPIO DA CIRCULARIDADE.
A ENERGIA DETERMINA E PRODUZ A DINÂMICA E A ESTABILIDADE NO ASTRO.
ISTO SE CONFIRMA DE JÚPITER A TRITÃO.
CÁLCULO DA TRANSLAÇÃO PELA ROTAÇÃO DO PRÓPRIO ASTRO EM RELAÇÃO À ROTAÇÃO DA TERRA MULTIPLICADA POR CINCO. PARA PLANETAS EXTERIORES.
Júpiter - 2.3 * 5 = 13.
Saturno – 2.1 *5= 10.
Urano - 1.1 * 5= 5.5
Netuno - 1 * 5 = 5.
Plutão - 0.2 * 5=5.
Esta relação entre rotação e translação para planetas, também se confirma para os satélites exteriores de Júpiter, Saturno, e Urano.
SOBRE URANO.
Urano anda de lado por possuir pouca energia e estar iniciando uma órbita e rotação com grande inclinação.
A tendência é que no futuro os astros sejam em maior numero e mais lentos e todos com órbitas aleatórias e irregulares. E muitas retrógradas.
E que também não acompanham os primários pelo espaço
SOBRE A ROTAÇÃO DE URANO.
Urano possui três vezes menos diâmetro do que Júpiter e quatro vezes mais do que a Terra, e sendo mais velho e com menos energia, pois teve mais tempo gastando a energia, logo o valor da sua rotação tem que se aproximar do valor da Terra, ficando entre vinte e vinte cinco horas.
E isto já se confirmou com a observação.
A rotação de Netuno também é próxima a da Terra.
ASTERÓIDES.
O ASTERÓIDE ÍCARO possui uma excentricidade de 0.83 graus e vai próximo a Mercúrio e Marte, e no periélio fica a 28.000.000 quilômetros do Sol, e no afélio fica a 307.000.000 quilômetros do Sol. Com isto se conclui que a órbita depende da energia do astro, e não da gravitação. Pois astros menores produzem órbitas mais irregulares.
O ASTERÓIDE HIDALGO, com um período orbital de 13.7 anos, e uma excentricidade de 0.67 graus, e com uma inclinação orbital de 43 graus.
QUÍRON possui uma excentricidade orbital de 0.379, e com uma inclinação orbital de 6.9 graus.
Com isto constatamos que a órbita não é determinada pela gravitação do astro ou do Sol, mas sim pela sua energia, pois aproximadamente na mesma distancia dos planetas ao Sol, os asteróides produzem órbitas muito irregulares, por possuírem pouca energia, e com um período de revolução um pouco menor do que os planetas.
Com isto se constata que os astros estão livres e produzindo a sua própria dinâmica.
Com isto, confirma-se o exposto até aqui, de que astros pequenos possuem pouca dinâmica e órbitas irregulares, por produzem pouca energia, e isto independe da distancia do Sol.
CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO COM A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO MULTIPLICADA COM O DIÂMETRO E DIVIDIDO PELO AFASTAMENTO.
É BOM RELACIONAR QUE A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO INICIA A TRANSLAÇÃO, CONFORME A ENERGIA, RADIAÇÃO, DIÂMETRO E ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.
O DIÂMETRO REPRESENTA A ENERGIA E RADIAÇÃO DO SECUNDÁRIO.
O AFASTAMENTO REPRESENTA O TEMPO DE VIDA E O GASTO DE ENERGIA DURANTE ESTE TEMPO.
A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PLANETA EM QUILOMETRO POR HORA.
O diâmetro é dividido por 1.000.
O afastamento é dividido por 100.000 para satélites, cometas e asteróides.
O afastamento é dividido por 100.000.000 para planetas.
VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.
1680 / 1000 = 1.68 velocidade equatorial da Terra.
3470 / 1000 = 3.47 diâmetro da Lua
384.000 / 100.000 = 3.87 afastamento da Lua em relação Terra.
Lua – 1.68 * 3.47 / 3.84 = 1.5 /2 = 0.75 km / s.
Para satélites de Júpiter.
Io –
45000/1000 = 45
3670 / 1000= 3.67
420000/100000=4.2
45*3.67/ 4.2 =39.3 /2= 19.5 km/segundo.
Europa.
45000/1000=45
2980/ 1000 =2.98
671000/100000=6.71
45*2.98/ 6.71 = 19.9/2=10
Ganimedes.
45000/1000= 45
5250 / 1000=5.250
1.070.000/ 100000= 10
45*5.2/10.7=22/ 2 = 11
Calisto.
45.000/1000=45
4900 / 1000=4.9
1.884.000/100000= 18,8
45*4.9/18.8=11.7 /2= 6 km/segundo.
Para os satélites de Saturno.
Satélite janus
37000/ 1000 = 37 quilometro/segundo.
300/ 1000= 0.3
159000/100000=1.59
37*0.3/1.59=7
Titã
37 *5.8/12.2 =17.5
OUTRA FORMA DE SE CALCULAR A TRANSLAÇÃO PELO PRIMÁRIO.
Para se calcular órbita de planeta se divide a distancia por 100 000 000.
Para se calcular órbita de satélite se divide a distancia por 100 000.
A velocidade equatorial se divide por 1000 tanto no cálculo para planetas quanto para satélites. Em quilometro por hora.
O diâmetro se divide por 1000 tanto para cálculo para planetas quanto para satélites.
A fórmula é velocidade equatorial do primário /1000 + [diâmetro /1000] / [distancia / por 100 000 000 para planetas +1].
Mercúrio.
Velocidade equatorial do Sol por hora = 60.000 km/s / 1 000=60.
Diâmetro do planeta= 4.500 quilometro / 1 000 = 4.5.
Distancia do planeta ao Sol.= 58.000 000 quilometro / 100.000.000. + [1].
60 + 4.5 / [0.58 +1] = 41 quilometro por segundo.
Vênus.
60 + 8 / [1.08 + 1] =32.7 quilometro por segundo.
Terra = 60 + 12 / [1.5 +1] = 28.8.
Marte = 60 + 6 / [2.2+1] =20.6.
Júpiter= 60 + 144/ [7.8+1]=20.
Saturno= 60+120/ [14+1] = 12.
Urano = 60+46 / [28 +1] = 3.6.
Netuno = 60 +45/ [45+1]= 2.3
Plutão = 60 + 6/ [59+1] = 1.1
PARA SE CALCULAR A VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DOS SATÉLITES PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DOS SEUS RESPECTIVOS PLANETAS.
Velocidade equatorial do primário em quilometro por hora dividida por 1.000.
O diâmetro do satélite dividido por 1.000.
A distancia do satélite de seu primário dividido por 100.000 [cem mil].
Observação. Para os planetas é 100 000 000 [cem milhões].
FÓRMULA.
VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO/ 1.000 + DIÂMETRO DO SECUNDÁRIO / 1.000 / [DISTANCIA / 100.000].
PARA O SATÉLITE DA TERRA, A LUA.
Lua.
[1680 / 1.000] + [3.470 / 1.000] / [384.000/100.000] = 1.3 km / segundo.
PARA OS SATÉLITES DE JÚPITER.
Velocidade Equatorial de Júpiter /1.000 + diâmetro do satélite /1.000 / distancia do satélite / 100.000.
Io.
[45.000 /1.000] + [3.650 /1.000] / [420.000/100.000]=11.5 km/segundo.
Europa. 45 +2.98 / 6.71 = 7.1 quilometro por segundo.
Ganimedes. 45 + 5.25 / 10.7 = 4.7.
Calisto. 45+ 4.9 / 18.8 = 2.6
PARA OS SATÉLITES DE SATURNO.
[velocidade Equatorial de Saturno / 1.000] + [diâmetro do satélite / 1.000] /
[distancia /100.000].
JANUS.
[37.000/1000] + [300 /1000] / [159 000/100 000]=23.4 km por seg.
MIMAS. 37 +0.4 / 1.86 = 20.1 quilometro por segundo.
ENCÉLADO. 37 +0.6 /2.38 = 15.7.
TÉTIS. 37 +1. / 2.95 = 12.8
DIONÉIA 37 +0.8 /3.77 = 10
RÉIA 37 +1 /5.27 = 7.2
TITÃ 37 +5.8/12.2 = 4.3
HIPÉRION 37 +0.4 /14.8= 2.5
JAPET. 37 +1.6 /35.5= 1.
FEBE 37 + 0.2/129= 0.28
CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO POR VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.
PARA SATÉLITES DE URANO.
A velocidade equatorial do primário por hora / 1.000 + o diâmetro do satélite / 1.000 / da distancia / de 100.000.
MIRANDA – 13.7 +0.24 / 1.3 =10 quilometro por segundo;
ARIEL- 13.7 +0.7 / 1.92= 7.5
UMBRIEL - 13.7 +0.5 / 2.67= 5.3
TITÂNIA - 13.7 +1 / 4.38= 3.3
0BERON - 13.7 +0.9 / 5.86= 2.3
CÁLCULO PARA TRITÃO, SATÉLITE DE NETUNO, POR VELOCIDADE EQUATORIAL POR HORA.
[9.000 / 1.000] + [3.800 /1.000] / [340.000 / 100.000]=
9 + 3.8 / 3.2 = 4 quilometro por segundo.
CÁLCULO PARA CARONTE, SATÉLITE DE PLUTÃO.
Velocidade equatorial de PLUTÃO [140 / 1.000] + [diâmetro 1.200 / 1.000] / [Distancia 20 000 / 100 000]. =
0.14 + 1.2 / 0.5 = 3.1 quilometro por segundo.
Dá para se observar que conforme os planetas vão se afastando do Sol, a órbita de seus primários também se torna mais lenta, pois satélites com o mesmo diâmetro e a mesma distancia em relação a satélites planetas distantes, estes diminuem progressivamente a sua dinâmica e aumenta as irregularidades na excentricidade e nas inclinações. Com isto só se tem a confirmar mais ainda a teoria da energeticidade e radiação.
De que os planetas mais distantes foram os primeiros a serem produzidos, e produziram primeiro os seus satélites, com isto eles possuem menos energia, pois tiveram mais tempo gastando e processando a energia. E isto foge completamente qualquer relação com efeitos de gravitação. E vai de encontro ao sustentado aqui pela teoria da energeticidade e radiação. De que a energia e o tempo de processamento desta energia determinam a vida, os processos, estrutura, órbita, atividades térmicas, sismos, energia, magnetismo, atividade tectônica, radiação, atividade tectônica, órbita, dinâmica e atmosfera.
Nesta forma de cálculo para se encontrar a translação do secundário pela velocidade equatorial do primário, fica expresso que conforme o diâmetro diminui a energia também é menor, decresce a radiação. Também decresce e as atividades tectônicas e a atmosfera acompanha o decréscimo, a rotação do primário diminui decrescendo a sua velocidade equatorial, com isto vê que conforme decresce o diâmetro, diminui a translação do secundário, por isto que os menores e mais distantes possuem dinâmicas menores.
UNIVERSO DE CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO.
O universo é um processo constante de construção e desconstrução, e alguns universos se encontram em fase de decréscimo de energia e de seus fenômenos, que é o caso do nosso.
Observação. Ver teoria do universo fluxonário e estruturante.
Os resultados encontrados pelo cálculo de translação pela velocidade equatorial e sua proximidade com a exatidão só vêm a confirmar a ação da velocidade equatorial produzida pela energia e radiação na produção da translação e órbita do secundário no espaço. E que os satélites dos planetas mais distantes, com a mesma distancia em relação a outros satélites, e que os dos planetas distantes desenvolvem menos dinâmica. Isto se confirma também no afastamento e na rotação dos satélites. E suas órbitas são os mais irregulares pelo afastamento e pelo diâmetro.
É bom saber que não uso fantasia de valores de densidades de astros para chegar a resultados que não venham a bater com a fórmula, como é usado na teoria da gravitação.
Confirma-se que os anéis e as atmosferas também possuem translação, com isto mesmo antes de existir como esfera, pois o astro como filamento já desenvolve a sua translação.
PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA.
Há um salto de valores de diâmetro entre satélites de Saturno, e este salto se repete entre as distancias dos mesmos satélites. Que é entre Réia e Titã, e entre JAPET e Hipérion todos de Saturno, e esta diferença é de três vezes para os diâmetros e para os fenômenos dos satélites. Inclusive com o afastamento.
Esta diferença se faz presente também entre a distancia e diâmetro de Titânia e Umbriel satélites de Urano. Como já foi visto este salto equivalente também está presente entre Júpiter e Marte. E como já foi vista este salto se deve a energia que o astro produziu a mais e o tempo que o mesmo levou para se distanciar do vizinho próximo que está em formação.
O salto, ou melhor, o tempo de produção do astro com o tempo de aceleração pelo acréscimo de energia registrado pela diferença do diâmetro, determinam um salto no afastamento e todos os outros fenômenos, órbita e estrutura.
Está equivalência de saltos vai também estar presente no afastamento, translação, revolução, rotação, inclinações rotacional e translacional, excentricidade, achatamento da esfera do astro, e outros fenômenos, variações de estrutura e irregularidades, temperatura, atividade tectônica, anéis e atmosfera, e todos os outros fenômenos e formações estruturais e orbitais.
Este salto equivalente prova todos os fenômenos expostos até aqui, desenvolvidos e expostos pela teoria do universo fluxonário estruturante e pela teoria da energeticidade e radiação.
Os fluxos também acompanham e variam conforme variam estes saltos.
O NASCIMENTO DA TRANSLAÇÃO.
A energia produz a radiação, a radiação produz a rotação, a atmosfera, anéis, e astros que se formam e que são partes dos primários, e como parte do primário o que temos noção de translação é na verdade ainda parte da rotação do primário. Só mais afastado que este secundário vai produzir a sua rotação e a sua própria translação. Mesmo antes de ser esfera o astro já possui translação e rotação.
Vemos em Mercúrio que o mesmo possui grande translação e pouca rotação, por que ele ainda é parte do Sol e de sua rotação e velocidade equatorial. O mesmo acontece com o Amaltéia primeiro satélite de Júpiter, e com Janus primeiro satélite de Saturno.
Ao se distanciar todos produzirão a sua própria rotação e translação, saindo do primário e produzindo a sua própria órbita.
Isto confirma porque mesmo produzindo a sua dinâmica e afastamento o satélite acompanha o seu planeta, e este por sua vez o Sol.
Porém existem cometas que produzem órbitas sem acompanhar o seu primário.
A translação do astro se inicia ainda como atmosfera, depois filamentos de atmosfera que é o caso dos anéis de Júpiter, depois como anéis que é o caso de Saturno e Urano, e finalmente como esfera.
SOBRE A ORIGEM DA ROTAÇÃO.
Quando ainda novo a rotação ainda está se iniciando, por isto que todos os astros mais próximos de seus primários possuem pouca rotação, isto se confirma dos planetas aos satélites.
O mesmo acontece com o afastamento do primário. Pois é conforme a energia que o astro adquiriu durante a formação que o mesmo desenvolverá toda sua dinâmica, órbita, fenômenos e estrutura física e química. E processamentos químicos.
CÁLCULO PARA EXCENTRICIDADE DOS SATÉLITES DE SATURNO.
Considerando o diâmetro e o afastamento, confirma-se que os maiores e mais próximos possuem menos excentricidade, e vice-versa.
O mesmo se sucede com a inclinação orbital e de rotação.
Segue assim, o princípio da estabilidade e circularidade pela produção de energia.
O diâmetro em quilometro e não em relação à Terra.
JANUS - 0.2 / diâmetro / 100 + progressão retrocedendo de 10 até um conforme o número dos satélites.
JANUS - 0.2 / 3+10 = 0.038
MINAS - 0.2 / 4+ 9 = 0.038
ENCÉLADO- 0.2/ 6+ 8= 0.035
TÉTIS - 0.2 /10+ 7= 0.03
DIONÉIA - 0.2 / 8+ 6= 0.035
RÉIA - 0.2/ 16+5 =0.023
TITÃ - 0.2 / 58+4= 0.008
HIPÉRION – 0.2 / 4+3= 0.07
JAPET - 0.2 / 16+2=0.028
FEBE - 0.2 / 2.4+1=0.147
Este cálculo se aproxima da realidade e é exato para a maioria dos satélites de Saturno.
Aqui se confirma que quanto mais distante e menor, maior é a excentricidade do astro.
E como júpiter, titã por ser imenso e mesmo estando distante, possui uma excentricidade mínima.
CÁLCULO PARA AFASTAMENTO DE SATÉLITES.
EQUIVALÊNCIA DE DIFERENÇA ENTRE DIÂMETRO E AFASTAMENTO.
FEBE A JAPET – diâmetro 16 de febe, dividido pelo diâmetro de Japet 2.4, é igual a seis vezes – que se aproxima do afastamento entre os dois.
Entre Japet E Hipérion = diâmetro de Japet 16 divididos pelo diâmetro de Hipérion quatro, = a razão da diferença do afastamento se aproxima de dois.
Entre Titã e Réia – titã possui um diâmetro de 58 quilometro, e Réia é 16, 58 / 16 = 3, logo a razão da distancia se aproxima de três.
Entre RÉIA E DIONÉIA – o diâmetro de Réia é 16 quilômetros e dionéia é oito, dividindo 16 por oito, logo a razão do afastamento entre os dois se aproxima de dois.
Para os outros, a razão entre os diâmetros diminui para menos do que dois, logo a razão entre o afastamento também bate para menos do que dois.
O mesmo acontece entre os satélites de URANO, em que todos possuem uma razão de diâmetro abaixo de dois, e todos possuem uma razão de afastamento abaixo de dois, porém entre Titânia e umbriel a razão do diâmetro chega próximo de dois, em que também a razão do afastamento chega próximo de dois.
O mesmo acontece com os outros satélites de outros planetas, e entre os planetas, esta diferença de afastamento por diâmetro, que na verdade é a energia processada que afasta o astro, se tem com clareza ENTRE JÚPITER E MARTE.
Esta diferença acompanha para todos os fenômenos, variação de estrutura, desintegração, intensidade de fenômenos, dinâmica e órbita.
Com isto se prova que os astros estão em afastamento produzido pela energia e radiação.
E que a teoria da gravitação usou a distancia, mas não conseguiu calculá-la. Porém aqui calculei tanto para planetas, quanto para satélites. E não foi preciso fazer uso da distancia como constante para se encontrar a dinâmica, órbita e outros fenômenos e estruturas dos astros.
Isto confirma que os astros se afastam pela energia, e não se atraem pela gravitação.
E que a razão da distancia é maior entre os mais distantes, isto se confirma entre Tritão e Nereida, e entre Japet e Fege.
CÁLCULO PARA INCLINAÇÃO DOS SATÉLITES DE SATURNO
Com o diâmetro em quilômetros dividido por 100, com a progressão de 1 a 10 para os respectivos satélites, divididos do resultado do diâmetro.
JANUS -1 / 3 = 0.3
MIMAS - 2/ 4= 05
ENCÉLADO – 3/ 6= 05
TÉTIS - 4/ 10=04
DIONÉIA - 5/ 8=0.62
RÉIA - 6/ 16=0.37
TITÃ - 7/ 58=0.12
HIPÉRION - 8/ 4= 2
JAPET - 9 / 16=0.5
FEBE - 10/ 2.4=4.1
Confirma-se por este cálculo que a inclinação é crescente com o afastamento, e que os maiores e com mais energia se processando a inclinação é menor.
IRREGULARIDADES COM O DECRÉSCIMO DE PRODUÇÃO DE ENERGIA.
Assim, mais distantes possuem menos energia, pois já teve mais tempo processando e gastando a energia, e os menores possuem menos energia por ser a sua estrutura menor. Com isto a instabilidade é maior, levando o astro nestas condições a desenvolver grandes excentricidades, grandes inclinações orbitais e rotacionais, e alguns até com movimentos retrógrados, que são os mais afastados e menores e os mais instáveis.
Esta forma de cálculo com o diâmetro representando a energia podem ser para todos os planetas, satélites, cometas e asteróides. Do diâmetro pode ser encontrados a rotação, da rotação a velocidade equatorial, da velocidade equatorial a translação, inclinação, excentricidade, e todos os outros fenômenos. Ou mesmo pode ser calculado diretamente.
É mais prático usar o diâmetro representando a energia, pois o diâmetro pode ser calculado diretamente no próprio astro.
Enquanto na teoria da gravitação a massa é calculada com o movimento do astro no espaço, e daí encontrar o movimento, ou seja, o resultado é arranjado, criado para um fenômeno já medido. Pois a massa é a soma do diâmetro com a densidade, porém se não sabemos direito nem a densidade da Terra ou da Lua, como saber a densidade de astros distantes.
SOBRE OS MENORES E MAIS DISTANTES.
Os menores e mais distantes são os mais irregulares, pois são os que possuem menor quantidade de energia se processando.
SOBRE A ROTAÇÃO.
O achatamento não determina a rotação, pois, o astro que tem o menor achatamento é júpiter e produz a maior rotação. Porem rotação e achatamento é produzido pela energia do astro, representado por diâmetro e afastamento.
SOBRE O PRINCÍPIO DO AFASTAMENTO.
Já se confirmou que a Terra está diminuindo a sua rotação em dezesseis segundos por um milhão de anos. Isto confirma o princípio do afastamento e a diminuição da dinâmica.
SATÉLITES DE MARTE.
O achatamento dos satélites de Marte é grande por serem mínimos, logo passaram pouco tempo se formando.
E com grande achatamento possui rotação mínima, o que confirma que a rotação se deve a energia e radiação do astro.
PRINCÍPIO DA RELACIONALIDADE.
Confirma-se pelo exposto acima que há uma relação direta entre energia, diâmetro, radiação, rotação, velocidade equatorial e translação entre os astros e seus secundários.
SOBRE A LUA.
PARADÓXIDOS DA LUA PARA SEREM RESPONDIDOS COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.
A lua é o mais novo satélite do sistema solar, por que a Terra já se formou do sol quando o mesmo se encontrava com pouca energia, por isto que possui pouca dinâmica em relação ao seu diâmetro, mesmo sendo produzido pela Terra. Pois o planeta Terra só é mais velho do que Vênus e Mercúrio.
Por isto que a lua possui tantas irregularidades na sua órbita e rotação no espaço.
Com diâmetro de 3.470 quilômetros, desenvolve só uma translação de 1.03 quilometro por segundo, e uma rotação de 708 horas, ou 29,6 dias terrestre.
CÁLCULO PARA TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO.
Diâmetro do júpiter em relação à terra 12 vezes, dividido pelo diâmetro da terra, 11 / 1 = 11 vezes a translação de Io, que é mais rápido do que a lua, se comparado que se encontra aproximadamente na mesma distancia e aproximadamente com o mesmo diâmetro.
O mesmo se compara entre a rotação dos dois satélites.
Estes números não são exatos, mas se for necessário a fórmula pode ser aproximada.
Comparado com o satélite de Júpiter o Io, ele possui aproximadamente a mesma distancia do primário, e aproximadamente o mesmo diâmetro, confirma-se que Io produz uma translação 16.8 vezes maior do que a Lua. Com isto se confirma que Júpiter produziu Io com muito mais energia do que a Terra produziu a Lua. E Io – satélite de júpiter possui muito mais energia se processando, com maior temperatura, sismos, magnetismo e atividade tectônica.
Com a rotação o mesmo se repete, Io produz a velocidade de rotação 16.8 vezes mais rápido do que a Lua.
Por incrível que pareça a diferença entre rotação e translação é mínima.
A excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 de graus, e uma inclinação de 5.0 a 5.08 graus na eclíptica. A eclíptica é o plano em relação ao sol.
Io desenvolve inclinação orbital de 3 graus e excentricidade praticamente nula, confirmando assim que a irregularidade da Lua é fruto da sua condição de produção de energia, que o primário lhe concedeu na sua formação.
Esta comparação com Io é importante por que os dados da Lua, as suas irregularidades são fruto da produção de energia que o formou e que ele processa.
PARA SER PROVADO COM A TEORIA PROPOSTA.
Vai ser provado por esta teoria que a Lua e seus fenômenos irregulares - grande enigma da astronomia, que estas irregularidades são produzidas pela condição de produção de energia em que se encontra, e como todo astro com pouco tempo de existência e jovem é muito irregular em seus fenômenos.
É o que veremos adiante.
ÓRBITAS FLUXONÁRIAS.
EVECÇÃO E O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA IRREGULAR.
A radiação solar produz a evecção da órbita da lua.
O que produz o fenômeno de evecção é a variação de radiação e energia do astro, e a lua por estar mais próxima do Sol, sofre mais a ação da temperatura e radiação solar, por isto que a sua elipse possui uma maior variação do que outros satélites.
Como também a sua inclinação é maior variação.
O seu afastamento, rotação e translação também possuem grande variação.
FLUXO E EVECÇÃO.
O fluxo de variação que é a evecção na excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 graus quando a elipse se encontra esticada, ou seja, até cinqüenta por cento a mais da excentricidade da elipse quando esticada.
SOBRE A EVECÇÃO - QUANDO A TERRA SE APROXIMA DO SOL.
A evecção da lua sempre é maior quando a Terra se aproxima do sol, com isto se confirma que as desigualdades anuais da evecção são maiores quando a Terra se aproxima do Sol. Pois não é que a elipse aumenta, mas sim que durante este período de aproximação a evecção é maior. Ou seja, a radiação térmica solar acelera a energia da lua e o fluxo também aumenta.
Este fluxo também acontece com a terra, porém é mínima a variação.
SOBRE VARIAÇÃO DE DISTANCIAMENTO DE SATÉLITES AOS SEUS PLANETAS.
Os satélites não desenvolvem exatamente a mesma posição voltada ao centro, como o planeta como referência, ou seja, há satélites que mesmo dentro da elipse desenvolve órbita com um lado mais próximo do centro e outro mais distante. Ou seja, a maioria dos primários não se encontra no centro exato em relação à órbita de seus secundários.
Com isto se conclui que a energia desenvolve o próprio movimento.
Mesmo com a excentricidade e a Inclinação Plutão E Netuno produzem a sua órbita mantendo sempre um afastamento para um dos lados da elipse. Isto se confirma também nos satélites Nereida, Caronte e Febe com os seus respectivos planetas. O cometa de Halley e o asteróide Quíron também produzem este afastamento para um dos lados em relação ao Sol.
Este distanciamento de um dos lados é maior nos astros mais afastados do sol e de seus primários. Ou seja, a irregularidade aumenta com o distanciamento, tamanho, produção de energia e tempo de vida.
CONDIÇÕES PARA A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO.
1-A evecção é maior quando a Terra se encontra próxima do sol, no periélio.
2-a lua desenvolve elipse imperfeita, quando a lua se aproxima do Sol, na lua nova, ela é acelerada pela radiação térmica solar, fazendo com que esta se aproxime de um formato de um ovo de galinha, sempre com uma das partes mais pontuda, que a parte menos pontuda é a mais próxima do sol. Ou seja, uma mesma órbita pode começar com 0.432 graus de arco e na outra ponta terminar com 0.0667 graus. ISTO RESPONDE AS QUATRO COMPLICAÇÕES DA ÓRBITA DA LUA.
O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA, A ELIPSE COM UMA DAS EXTREMIDADES MAIS PONTUDAS.
Por que quando a lua nova sempre está mais próxima do sol, com isto ela recebe energia térmica solar, acelerando e aumentando os seus processos e produção de energia.
E quando ela sai da nova e se afasta e começa a ser a crescente, mesmo com sua energia aumentada a gravitação do sol a atrai e a puxa para o centro, retardando o seu movimento. E como a quantidade de energia determina a circularidade da órbita e dinâmica do astro no espaço, com o acréscimo de energia na passagem da lua nova para a crescente faz com que a lua fecha a sua órbita, pois a produção e processos de energia tiveram um acréscimo.
Por isto que após a passagem próxima do sol a lua sai com a órbita fechada, que vai abrindo passando pela cheia e no quarto minguante já se encontra bem aberta, e entra aberta com 39,5 graus de arco de deslocamento em longitude. Por isto temos na evecção o principio do ovo. E isto acontece principalmente com a lua por ser o satélite mais próximo do Sol.
Assim, não é o Sol que ora estica a elipse, e ora a comprime, mas sim, a condição natural de energia da lua na produção de sua órbita presente no quarto minguante. E a influencia da energia térmica do sol que faz com a órbita venha a ser comprimida, pois pelo princípio da circularidade a proporção de que a energia aumenta o circulo da órbita tende sempre mais a perfeição.
Assim, com a condição de energia da lua, com a temperatura do Sol faz com que a lua tenha grandes irregularidades na sua órbita e dinâmica.
DESACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO CRESCENTE.
O outro ponto é a variação da dinâmica, pois no quarto crescente a lua mesmo recebendo o acréscimo da dinâmica pela proximidade com a radiação térmica solar, quando ela entra no quarto crescente que vai sair da proximidade do sol, a lua passa a receber a influencia da gravitação solar, retardando e desacelerando a sua saída. Está desaceleração não é uniforme, é uma desaceleração que vai perdendo intensidade. Logo é uma desaceleração crescente.
ACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO MINGUANTE.
E quando chega à lua cheia ela já se encontra com a sua própria dinâmica, ao passar para o quarto minguante ela passa a ser acelerada, pois a gravitação solar neste ponto passa a agir, fazendo com que a lua aumente a sua dinâmica em direção ao sol. Esta aceleração é crescente.
VARIAÇÃO DA EVECÇÃO E DA DINÂMICA.
1- Assim, temos uma desaceleração crescente no quarto crescente.
2-Uma aceleração própria na lua nova e cheia.
3-E uma aceleração crescente em direção ao sol no quarto minguante.
4- A ELIPSE DO OVO DE GALINHA TAMBÉM NÃO É UNIFORME,
Pois o lado que se inicia no quarto crescente é bem fechado, enquanto o lado que acaba e vai em direção ao sol no final do quarto minguante é mais aberto do que a lado que se inicia no crescente. Logo, mesmo sendo um oval mais pontudo numa das extremidades, um dos lados também é mais fechado do que o outro.
EM RELAÇÃO AO QUARTO CRESCENTE A DINÂMICA É RETARDADA.
Assim temos –
Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, subtraído da ação contrária da gravitação do sol, é igual à desaceleração da lua no quarto crescente.
EM RELAÇÃO AO QUARTO MINGUANTE A DINÂMICA É CRESCENTE E ACELERADA.
Assim, temos.
Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, somado da ação favorável da gravitação do sol, é igual à aceleração da lua em direção ao sol no quarto minguante.
SOBRE A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO, OU DO PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA DEFORMADO EM UMA DE SUAS EXTREMIDADES.
Deformação do ovo para dentro.
Assim temos.
No quarto crescente a energia natural da lua soma-se com a radiação térmica do sol fazendo com que a lua desenvolva a sua órbita para dentro. E o ovo de galinha com um achatamento para dentro.
Pois a lua começa a fechar a sua órbita ainda quando na fase de lua nova, pois é a fase mais próxima do sol, e se a circularidade é produzida pela energia, logo quanto mais energia, mais perfeita a circularidade.
Energia natural somado com a energia solar é igual à órbita da lua para dentro.
VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO EQUATORIAL DA LUA.
A lua possui uma variação de nove minutos de arco para mais ou para menos, nos seus cinco graus e nove minutos de inclinação orbital média, esta variação ocorre no período de 173,3 dias. Sendo máxima de nove segundos para mais quando a linha que passa pelos nodos, passa também pelo sol. Ou seja, nada tem haver com ação de gravitação, pois se houvesse deveria acontecer no período do periélio da terra, quando a terra se encontra mais próxima do sol, que é durante a lua nova. Pois o que acontece que a inclinação fica pra dentro durante os períodos dos nodos em nove minutos. Porem isto é um processo constante de dinâmica que já faz parte da natureza da dinâmica irregular da lua, produzida pela sua condição de produção pequena de energia.
Esta variação de nove minutos teve uma origem que começou com o inicio da órbita da lua, que conforme a lua se distancia da terra, ela alarga a sua inclinação, diminuindo esta variação com o passar dos tempos e diminuição a produção de energia. Mais as frentes verão que os astros passam por três fases.
Isto acontece nos nodos de eclipse, ou seja, no plano de órbita da lua em relação à eclíptica, pois a lua se formou da terra, e passou a desenvolver a sua órbita a partir do alinhamento da terra com o sol, porém como todo astro, ele se afasta, perde energia e dinâmica, e passa a aumentar a sua inclinação e excentricidade.
Nisto há uma variação de nove minutos de arco para dentro durante os nodos, que ocorre a cada 173,3 dias. Ou seja, foge completamente qualquer relação com a dependência da gravitação, pois se confirma aí que o que determina esta irregularidade é a condição da origem do astro e a produção de energia.
Também há um fluxo na excentricidade, no afastamento e na inclinação de rotação.
Se fosse proveniente da gravitação isto ocorreria durante todo periélio da terra, quando a terra se encontrasse mais próxima do sol, ou mesmo durante a lua nova.
Logo, este fenômeno se deve a condição da origem da lua, pois ela tem seis de cada fase de luas que vai se envergando até chegar à época do nodo, ou seja, meio ano de eclipse, que é 173.3 dias, e não é ano de 365 dias como o nosso.
Logo, isto é todo um processo que se desenvolve durante todo o tempo, para naquela época de nodo de eclipse isto venha ocorrer no seu máximo. Ou seja, ele vai se envergando lentamente durante 173,3 dias, ou seja, este envergamento está ocorrendo em cada segundo que durante a fase de eclipse esteja na posição máxima para dentro.
FÓRMULA PARA SE CALCULAR A VARIAÇÃO DIÁRIA DA INCLINAÇÃO.
9/2 =4.5
4.5 / 86,65 = 0.05193 minutos de arco crescente, iniciando no nodo de eclipse.
E 0, 05193 minutos de arco decrescente, prosseguindo e fechando o arco até o nodo de eclipse e formar toda variação, e volta a refazer a variação.
É o tempo que o sol leva para passar de um nodo a outro, ou seja, meio ano de eclipse, que é o período de 173,3 dias.
A média é 5,9 graus de inclinação orbital.
Depois lentamente volta a se abrir.
Esta diferença pode se calcular com 4.5 minutos crescentes iniciando no nodo de eclipse que chega até a metade de 173,3 dias, ou seja, em cada dia há uma fração crescente dos 4.5 minutos até 86,65 dias, depois começa a decrescer em cada dia dividido em fração dos 4.5 minutos de arco.
Porém, este fluxo esta diminuindo com os milhões de anos.
A terra e todos os astros produzem este fluxo de irregularidades.
DEFORMAÇÃO DO OVO PARA FORA.
No quarto minguante a lua prossegue algum tempo, da cheia até a minguante longe do sol e um bom tempo sem receber com mais intensidade a radiação térmica solar, assim com menos energia a lua abre a sua órbita, deformando-a para fora, e o ovo de galinha com uma protuberância para fora.
Energia natural, sem acréscimo de energia solar é igual à órbita para fora.
SOBRE O AFASTAMENTO DA LUA E DA TERRA, E DE TODOS OS OUTROS ASTROS.
A lua possui um afastamento da terra de quatro centímetros por ano, e isto já foi comprovado por observações em eclipses anteriores. Isto parece pouco, mas se tratando de milhares de anos vemos que a lua se afasta da terra proporcional a sua produção de energia, e não se atrai pela gravitação.
A IDADE DA LUA E DO UNIVERSO.
Há de confirmar também que a lua é bem mais velha do que se pensa, se levar em consideração o tempo de afastamento relativo a quatro segundos por ano, e o tempo de esferificação, logo, a idade da lua, da terra e do universo deve ser bem mais velha.
O afastamento, o fluxo de órbita e o princípio do ovo de galinha que é a evecção todos os outros astros também produzem, só que em escala menores, pois estão muito longe do sol.
EXCRESCÊNCIAS DE POSIÇÃO DA TERRA EM RELAÇÃO À LUA, E INSTABILIDADE DE ÓRBITA DA LUA EM RELAÇÃO A TERRA.
Por que um lado da terra está mais próximo da lua do que o outro lado, pois a lua como será visto adiante se originou da terra e se afasta, e como já foi visto a origem do astro se inicia na fase de gases e atmosfera até filamentos, esferificando e formando o astro secundário. Assim por ser a terra e manter sempre um lado próximo do equador mais próximo da lua se deve a sua formação e fase inicial. Como já foi exposto pela teoria da energeticidade e radiação de que todo astro muito jovem tende as irregularidades, e está irregularidade não só da terra, mas sim do seu secundário, que se formou e no inicio da sua translação se posicionou de lado do primário.
Esta excrescência não se deve as chamadas marés da terra, mas sim a própria lua que se posicionou de lado do planeta terra, seu primário, durante o seu processo de formação, que começou da radiação, atmosfera, filamentos de atmosfera até anéis, depois rolos de camadas de atmosfera, até a fase de esfera.
RECESSÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.
Como já foi visto e calculado que a rotação se deve à produção de energia do próprio astro, confirma-se que o planeta terra está desacelerando a sua rotação em dezesseis segundos em cada milhão de anos. Pois este fenômeno e variação se devem ao consumo de energia da produção da mesma, e não a marés e efeito Terra-lua, e muito menos se deve ao efeito da gravitação.
ACELERAÇÃO SECULAR DA LUA.
A aceleração secular da lua é na verdade o afastamento progressivo da lua em relação à terra que já foi comprovado pela experiência, que a lua se afasta da terra numa velocidade de ordem de quatro centímetros por ano, ou numa aceleração secular de 10,3 segundos de arco por século. Este afastamento é infinito, isto se comprova nos satélites dos planetas mais distantes. Logo, não tem nada haver com marés da lua atuando sobre a terra, ou com a gravitação, pois se a mesma atrai não estaria afastando.
Parece pouco, mas é este mínimo afastamento que mantém a ordem e as órbitas dos astros numa progressão de distancia e dinâmica, excentricidade e inclinação no espaço. Isto fundamenta a teoria da energeticidade e radiação.
POR QUE A LUA MANTÉM SEMPRE UMA FACE VOLTADA PARA A TERRA E UMA OUTRA FACE OCULTA.
Isto se deve a origem da lua que se formou pela terra, dos filamentos de atmosfera terrestre que a lua se formou, e com pouca densidade por ser a terra um astro com pouca energia, pois a terra já se formou do sol numa fase de envelhecimento. Assim a terra formou a lua lentamente com bordos de filamentos de atmosfera que se esferificaram produzindo a lua. Por isto a lua possui pouca densidade e pouca radiação, ou seja, é como se a lua fosse ainda atmosfera da terra, com sempre um dos bordos voltados para a terra.
Com o passar dos milhões de anos a lua produzirá uma rotação mais forte, fazendo com que as faces da lua sejam todas duas observadas.
Logo, este fenômeno se deve a esta origem e produção de pouca energia, pois mesmo a lua sendo novo, o seu primário que é a terra se formou do sol quando o mesmo se encontra numa produção energética de mediana para final.
MASCON.
Logo, e fenômeno da face virada não se deve a mascon de densidade de material radiativo inventado para explicar este fenômeno. De que a lua por ter sempre uma face virada para a terra, esta face deveria conter mais densidade e radiatividade do que a outro lado. Fazendo com que este lado pendesse para a terra, que segundo esta maior densidade faria com que o centro de massa da lua fosse mais próximo deste lado virado para a terra, fazendo com que a mesma sempre se mantivesse com o mesmo lado virado para a terra.
JÁ A TEORIA DE ASTRONOMIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.
Explica que isto é uma conseqüência da lua de ser jovem, e seria como se um dos bordos dos filamentos de atmosfera ainda estivesse mais próximo da terra.
Mercúrio e Vênus também passam boa parte do seu tempo com a face virada para o sol, pois desenvolvem pouca rotação. Por causa das mesmas condições de origem deles e produção de energia.
Confirma-se que os anéis de saturno e Urano também possuem bordos mais próximos e outros mais distantes, como já foram visto pela teoria aqui defendida de que a radiação forma a atmosfera, a atmosfera se filamenta, dos filamentos se divide em bordos, dos bordos em anéis, e dos anéis em rolos que se esferifica, produzindo o secundário.
MARÉS, RECESSÃO, EVECÇÃO E FLUXOS.
A noção de maré proveniente da ação da lua sobre a rotação da terra, inventada pela astronomia para explicar o retardamento da rotação terrestre, não é necessária, pois o retardamento da rotação terrestre se deve a diminuição da produção de energia do próprio astro. E se confirma que a própria lua possui este retardamento durante os séculos, e todos os outros astros.
Este retardamento da rotação também se confirma na translação e no afastamento do primário desenvolvido pelo secundário. Confirma-se com clareza nos períodos de Halley que há este retardamento e também um fluxo de tempo de órbita.
Com a lua se confirma através dos eclipses até hoje registrados.
É bom registrar que com a teoria da gravitação não é possível fundamentar e registrar o fenômeno de recessão da dinâmica, variação da órbita, afastamento progressivo, os fluxos e evecção.
PARADÓXIDO DO ALBEDO DA LUA CHEIA.
O albedo é a luz refletida pelo astro.
A lua cheia reflete onze vezes mais do que a minguante e a crescente, quando deveria ser mais brilhante duas vezes.
A explicação está no posicionamento da luz e de onde se encontra quem está observando. Na cheia a luz vai direta e reflete de volta a quem esta observando, e quem a observar consegue enxergar o brilho em todas as partes e fendas em que a luz bate e retorna. E o outro ponto é que a luz tem uma direção de volta direta a quem observa, e não diagonal ou perpendicular. Ou seja, direta na cheia e diagonal ou perpendicular na minguante e crescente.
Assim, temos dois pontos. Um que na cheia o observador consegue receber pela sua observação quase toda totalidade de brilho da luz.
O segundo é que na diagonal a luz refletida que sai em linha reta torna-se mais fraca para quem se encontra na diagonal.
Através da variação do brilho da luz é possível calcular a posição dos planetas, satélites e asteróides em relação ao sol e a terra.
Por isto que planetas em certas épocas se apresentam com mais luminosidade e em outras com menos.
Os planetas e cometas também ficam com fases de cheia, minguante, crescente e nova em relação à luz recebida pelo sol e observada pela terra.
E esta quantidade de variação de albedo observado na lua também nos confirma outros astros.
FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIRETA. LUA CHEIA.
Luz recebida + refletância direta – relevo perpendicular.
FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIAGONAL. MINGUANTE OU CRESCENTE.
Luz recebida – refletância diagonal e perpendicular – relevo perpendicular e depressões.
Observação. Pode ser de um para onze e diferença, levando em conta em cada momento de qual fase se encontra a lua, porém, esta diferença é dividida em cada momento em que passa as fases da lua.
VARIAÇÃO CRESCENTE E PROGRESSIVA A DISTANCIA.
E para os outros astros, deve-se levar em conta que a variação do brilho aumenta conforme o astro recebe a luz. Logo, a variação é progressiva e crescente ao posicionamento em relação terra-sol, sendo assim, não é uniforme. Quanto mais distante em relação á diagonal o brilho diminui progressivamente esta distancia e a luz recebida para refletir.
ATMOSFERA LUNAR.
A atmosfera lunar é mínima, a pressão é milhões de vezes menores do que a terra, e isto confirmam o estado energético da lua, densidade mínima em comparação a terra.
A atmosfera dos astros depende da intensidade e tempo de produção de energia e radiação do próprio astro.
SOBRE A FORMA IRREGULAR DE ALGUNS ASTROS.
Os dois satélites de Marte possuem formas bem achatadas, e há um asteróide cujas variações de brilho só se explicam se o comprimento for algumas vezes mais do que a largura. Isto explica que astros menores tiveram menos tempo para formação pelo primário e saíram antes da esferificação total que passa um astro grande. Também se confirma em outros asteróides formas irregulares se aproximando da redonda.
AURORA BOREAL E O QUARTO MOVIMENTO.
Sobre a luminosidade, translação e movimento transversal da aurora boreal nos pólos da terra.
Já foi confirmada pela observação que a luminosidade se deve a luz do sol que bate nas camadas dos gases que o planeta produz pela sua radiação.
Estes gases se movimentam translacionalmente ao redor da Terra, conforme a radiação age sobre eles.
Formam-se rolos da atmosfera, que se movimenta rotacionalmente.
OS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA GRACELIANA E SUA CORRELAÇÃO.
Além da translação o astro se movimenta num vai-e-vem transversal frenético de um lado para outro, este movimento pode ser chamado de movimento transversal. Ou seja, além do da atmosfera se movimentar translacionalmente e se afastar, e se propagar em formas de bola como uma revoada de poeira formando um só bloco circular que é uma forma de rotação, os anéis se movimentam de um lado para outro freneticamente conforme a energia e radiação que eles estão adquirindo e processando. Este movimento transversal e frenético e aleatório vai fazer com que o astro desenvolva a sua inclinação. Por isto que a lua possui uma grande irregularidade na sua inclinação, e por que a inclinação de Mercúrio e Mimas satélite de saturno é grande, depois se estabiliza, e volta a aumentar progressivamente conforme a energia do astro vai diminuindo.
TEMOS AÍ OS TRÊS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA GRACELIANA E SUA CORRELAÇÃO.
O fenômeno da origem dos astros.
Os quatro movimentos.
O porquê as irregularidades começam grandes, depois se estabilizam, diminuem, e depois voltam a crescer progressivamente conforme a energia do astro vai sendo processada e gasta.
TEMOS AÍ TRÊS FENÔMENOS FUNDAMENTAIS.
Um de que esta aurora se direcionará em direção ao equador, onde se formará filamento e anel, onde surgirá um novo planeta, irmão da lua.
Outro ponto tem aí que mesmo antes de ser astro, ele na sua forma primordial já produz a sua translação.
OUTRO PONTO É O QUARTO MOVIMENTO.
O MOVIMENTO TRANSVERSAL.
Pois temos, o rotacional, o translacional, o de afastamento, e o transversal presente nas radiações, atmosferas, filamentos e anéis, o transversal dará origem a inclinação. É observado que filamentos da atmosfera de Júpiter desenvolvem movimentos ora inclinado para um lado, ora para outro, este é o quarto movimento – o transversal, e que dará origem a inclinação do astro em relação ao primário.
SISMOS LUNARES.
Os sismos lunares são distribuídos em vários pontos da lua, levando a crer que a lua foi produzida por varias estruturas que foram se aglutinando até formar a lua. Isto é uma das causas que faz com a lua desenvolva uma dinâmica sempre com um lado escondido.
MAGNETISMO LUNAR.
A lua hoje não retrata que tem um magnetismo, porém, material a base de ferro retirado da lua e trabalhado em laboratório detectou que a lua já teve um magnetismo comparado ao da terra no presente, que diminuiu de 1,2 Oersteds a 0,05 Oersteds antes de desaparecer por completo.
Isto confirma dois pontos principais defendidos pela teoria da energeticidade e radiação.
1-Os satélites que se originam dos planetas.
2-A esferificação lenta e gradual até formar o astro. Provado pelos sismos em pontos.
3-E a desintegração do astro e a sua produção e perca de energia.
Magnetismo primitivo da lua, e hoje inexistente.
4-A desintegração progressiva da energia, e que a dinâmica do astro diminui conforme a sua energia vai sendo processada e desintegrada.
PROXIMIDADE ENTRE ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO PARA PLANETAS DISTANTES.
Há uma aproximação e equivalência entre rotação e translação para astros distantes de seus primários, isto se confirma após júpiter, pois de júpiter a plutão a diferença entre a translação não passa de oito segundos considerando quilometro por segundo, e a rotação entre júpiter e netuno fica entre dez horas, considerando quilometro por hora.
Com o diâmetro se calcula a rotação, com a rotação e o diâmetro se encontra a velocidade equatorial, e com a velocidade equatorial se encontra a órbita dos secundários.
FASES DOS ASTROS.
A DINÂMICA E ÓRBITA DOS ASTROS PODEM SER DIVIDIDAS EM TRÊS FASES.
A FASE INICIAL – quando o astro se encontra na fase de anéis, se esferifica e começa a se distanciar do primário. Esta fase mais de noventa por cento da dinâmica e órbita se deve a ação da radiação do primário, e dez por cento se deve á própria energia do astro ou aglomerado de gases se for à fase de formação do astro. Na fase inicial a irregularidade da órbita e dinâmica é pequena, porém é maior do que na fase mediana, pois o astro ainda se encontra em parte sob a ação da radiação do primário. A diferença entre rotação e translação é imensa. Na fase inicial pode-se considerar Mercúrio e Vênus.
A FASE MEDIANA – é quando o astro se encontra fora da ação da radiação do primário, desenvolve a sua dinâmica e órbita pela sua produção de energia e radiação. Esta fase é a fase de estabilidade da órbita e rotação, com pouca irregularidade e a dinâmica da rotação e translação passam a se aproximar numa relação próxima para os seus valores. Na mediana pode-se considerar da Terra a Netuno.
A FASE FINAL – esta fase é quando o astro já processou grande parte de sua energia, a dinâmica diminui e as irregularidades da órbita e rotação aumentam, e os valores entre rotação e translação se aproximam. Nesta fase o astro que já passou pela fase mediana desenvolve a sua dinâmica conforme a energia que lhe resta para ser processada. Na final pode-se considerar Plutão.
As duas ultimas fases é a mais natural das fases, onde o astro está livre da ação da radiação do primário.
Em cada fase o astro se encontra com um potencial de processamento de energia, radiação, desintegração, atividade tectônica, temperatura, atmosfera, sismos, condução de eletricidade, e outros fenômenos.
Estas fases seguem uma progressão do primeiro ao ultimo, seguindo um potencial de processamento de energia e radiação.
Estas fases se confirmam também para os satélites, cometas e asteróides.
Na fase inicial o secundário se encontra ainda muito próximo do primário por isto sofre a ação da energia e radiação do primário, aí ele terá grande velocidade de translação, pois acompanhará a rotação do primário, desenvolverá pouca rotação, e terá algumas irregularidades na excentricidade e inclinações.
Na fase mediana e ao se afastar ele passa a imprimir a sua energia e radiação na produção de sua dinâmica e órbita, a translação diminui e a rotação aumenta proporcionalmente a energia e radiação do astro. E as inclinações e excentricidade da órbita diminuem, também conforme ao diâmetro, energia e radiação do astro.
Na fase final a energia diminui, pois já passou grande tempo processando-a, aí a rotação e translação diminuem progressivamente, e aumentando as irregularidades da excentricidade e inclinações. E é claro que depende da energia e diâmetro do astro.
Assim, a órbita dos astros não é regida por um só fenômeno ou uma só situação. Pois inicia na dependência do primário e ao se afastar vai assumir o comando da sua órbita e dinâmica no espaço.
Por isto que todos na fase inicial possuem pouca rotação e grande translação, que ao se afastar a rotação vai aumentar e a translação vai diminuir, porém quando a energia própria começar a faltar a rotação também vai decrescer progressivamente.
SITUAÇÕES DIVERSAS NA PRODUÇÃO DA DINÂMICA, AFASTAMENTO, EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÕES.
Assim, há duas situações nas três fases, a situação que inicia e tem a maior ação da energia, radiação e rotação do primário, com pouca ação do secundário, que é a primeira fase.
A segunda situação quando o astro se afasta e passa a conduzir a sua própria órbita no espaço, sem a ação da energia, radiação e rotação do primário, nesta situação o astro já produz uma intensa rotação, enquanto a sua translação está decrescendo. Nesta situação temos principalmente a fase mediana, ou fase da estabilidade e da equivalência da dinâmica e da órbita.
A segunda situação também engloba a fase final, onde rotação e translação tendem a diminuir progressivamente e em conjunto, só que na fase final a dinâmica e afastamento decrescem e é pequena, enquanto as inclinações e excentricidade aumentam com o decréscimo de produção de energia do próprio astro.
A rotação sai praticamente do nada e chega ao seu pico conforme a sua produção de energia, e passa a diminuir progressivamente conforme decresce a produção de energia.
FENÔMENOS QUE AINDA NÃO FORAM OBSERVADOS E QUANTIFICADOS PELA ASTRONOMIA.
PRINCÍPIO DA LATERALIDADE.
A órbita dos astros sempre tem uma das extremidades da elipse mais afastada do que a outra em relação ao centro, onde se encontra o primário. Esta lateralidade é mínima e aumenta conforme o tamanho do grau da excentricidade da elipse. Astro com maior excentricidade terão maior lateralidade. Logo a com mais energia e maior serão a de menos lateralidade.
PRINCÍPIO DA PENDULARIDADE.
A inclinação de órbita também pende mais para um dos lados durante o percurso da órbita, e depende do tamanho da inclinação.
PRINCIPIO DA DESUNIFORMIDADE, IRREGULARIDADE E VARIAÇÃO DA ÓRBITA.
A excentricidade da elipse não é uniforme, sempre um dos lados e uma das extremidades será mais achatada e a outra ponta mais pontuda.
A desuniformidade também acontece com a inclinação da órbita, e da rotação.
VER PRINCÍPIO DO OVO DA GALINHA.
PRINCÍPIO DA ROTACIONALIDADE DA ELIPSE DA ÓRBITA.
Durante um período de mais de mil órbitas se confirma que a órbita se encontra em rotação, pois a elipse não é fixa, ela se move conforme o sentido de translação e rotação do astro no espaço. No prazo de mil órbitas este deslocamento se concretiza em aproximadamente a um quilometro.
Esta rotação se observa conforme a elipse, e é proporcional a intensidade da translação e rotação do astro. Ou seja, depende da energia em processo em que o astro se encontra.
PRINCÍPIO DA FLUXONALIDADE.
As irregularidades da órbita e rotação, e da rotacionalidade, lateralidade, pendularidade e desuniformidade da órbita não são constantes e desenvolvem um fluxo, onde produzem variações crescentes e decrescentes.
O afastamento, rotação e translação são fluxonários. Como também a elipse e inclinações.
O fluxo também é proporcional à instabilidade de órbita e pouca energia do astro.
SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL.
A causa principal do aquecimento global é a retirada do material fóssil, que absorve a radiação produzida pela fusão nuclear natural da terra.
Conseqüências:
Negativas.
Mudanças no clima, atividades tectônicas, terremotos e sismos, aumento no numero e intensidade de câncer, mudanças genéticas, desaparecimento de algumas espécies.
Positivas.
O planeta vinha esfriando por causa da diminuição de produção de energia produzida pela fusão nuclear natural e temperatura interna. Com isto ganha mais tempo de vida, e possibilitará que os seres vivem mais tempo sobre o astro.
Aparecimento de algumas espécies.
Reprodução de pássaros com mais intensidade.
ingles
FOURTH THEORY OF ASTRONOMY GRACELIANA. Author - Ancelmo Graceli Luiz.
Brazilian, professor, theoretical researcher, graduated philosophy.
THEORY OF ASTRONOMY Of the PROPORTIONALITY OF ORBITS For the ROTATION
And EQUATORIAL SPEED.
30 Outubro, 2008 09:27
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Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
TEORIA DE ASTRONOMIA DA PROPORCIONALIDADE DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO E VELOCIDADE EQUATORIAL.
E IRREGULARIDADES DE ÓRBITAS E DE ROTAÇÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA.
DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.
Referências.
O trabalho se complementará com.
1-A teoria do universo fluxonário estruturante e cosmofísica graceliana.
2-Teoria de astronomia graceliana de energeticidade e radiação.
3-Teoria de astronomia de alternancidade e variância.
4-Teoria de astronomia da origem, rotação, afastamento e progressão.
5-Teoria de astronomia de fisicidade, desintegração e reintegração.
6-Teoria geral para a astronomia e o cosmo.
7-Teoria da microfísica e da química.
8-Teoria da unidade geral.
CÁLCULOS DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO OU VELOCIDADE EQUATORIAL.
SOBRE A LUA.
RELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO COM IO SATÉLITE DE JUPITER.
A Lua por ser produzida por um astro com pouca energia, no caso a Terra, ela possui dezessete vezes menos velocidade de translação do que Io – satélite de Júpiter, uma vez que Júpiter possui maior diâmetro do que a Terra. Pois ambos estão quase à mesma distancia de seus primários, no caso Io de Júpiter e a Lua da Terra. Há também de se considerar que Io é um satélite mais energia do que a Lua, mesmo júpiter sendo mais velho do que a terra, pois ainda conserva atividades tectônicas, estas atividades já foram observadas por telescópicos.
Io possui muito mais energia, radiação, atmosfera do que a Lua por ser sido produzido por um planeta – Júpiter – com muito mais energia do que a Terra. Isto se confirma na relação entre as dinâmicas entre os dois planetas.
Io também possui aproximadamente o mesmo diâmetro da Lua.
Diâmetro Lua 3470 quilometro. Velocidade de Translação Lua 1.03 km/seg.
Io 3650 quilometro. Velocidade de Translação Io 17.4 Km/seg.
Distancia de seus Primários- Io – 420.000 quilômetros.
Lua-384.000 quilômetros.
Rotação – Io possui uma rotação 16.44 vezes maior do que a Lua, ou seja, quase a mesma diferença do que a translação. Isto confirma todo o exposto até aqui que a rotação, como a translação e o afastamento são produzidos pela energia e radiação do astro.
Aqui se confirma com clareza que há uma relação direta entre as dinâmicas.
PARA SER CONFIRMADO.
Que Io possui uma atmosfera 10 vezes maior do que a Lua. Pelo que é confirmado com a diferença de suas dinâmicas.
Io possui uma atividade magnética, condução elétrica, atividade sísmica, atmosfera, atividade tectônica dez vezes maior do que a lua.
Isto já foi provado pela experiência. O que confirma o exposto pela diferença nas dinâmicas e órbitas.
EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO DA LUA.
A Lua possui uma inclinação orbital de 5,9 graus em relação à eclíptica, e uma excentricidade de 0.05 graus, e isto confirmam a relação com a velocidade translacional e rotação, ou seja, pouca dinâmica e grande irregularidade nas inclinações da órbita e da rotação, e com grande excentricidade.
Como foi exposta acima, a Terra é o ultimo planeta a produzir satélite até hoje, pois a Terra foi produzida pelo Sol quando o mesmo já se encontrava numa fase de pouca produção de energia, vemos que a Lua produz pouca radiação e nenhuma atividade tectônica, enquanto Io produz grande atividade tectônica. Por que Io foi produzido por um planeta com muita energia e intensa radiação, pois é muito maior do que a Terra, por isso que a rotação e translação da Lua são 17 vezes menores do que Io. E uma excentricidade muito maior, e uma inclinação maior do que a de Io. Ou seja, o primário produz a energia no secundário que vai produzir os fenômenos.
Assim, a inclinação e excentricidade dos satélites são sempre próximas ou maiores dos valores de seus primários.
E aqui com a Lua e Io se confirma o exposto anteriormente, que quanto maior a energia e radiação, maiores serão a dinâmica, a estabilidade e a perfeição da circularidade da órbita, e menor a excentricidade e a inclinação da translação e da rotação. E vice-versa.
Veremos que os satélites dos planetas mais distantes e os mais próximos de seus primários terão maiores rotações e translação e menores excentricidade e inclinação rotacional e translacional. E que ocorre na proporcionalidade do tempo de vida e de diâmetros que representa a sua energia e radiação.
Isto se confirma com os satélites de todos os planetas.
PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE DA RAZÃO ENTRE OS FENÔMENOS.
A POSIÇÃO, A DISTANCIA E O AFASTAMENTO DEPENDE DA ENERGIA DO ASTRO.
A razão entre o afastamento dos astros é crescente com o afastamento, em que os mais distantes aumentam o afastamento, por isto que a razão das distancias é sempre crescentes. Porém, o afastamento depende da energia no processamento da sua produção, e da própria energia representada pelo diâmetro, por isto que há os picos de afastamento, conforme o diâmetro do astro com o seu vizinho. Esta diferença se confirma entre Tritão e Nereida, dois satélites de Netuno, onde a diferença de afastamento entre os dois é enorme, comparado com satélites de planetas mais próximos do Sol.
A razão das distancias sofrem pico crescente conforme o astro vai produzindo a sua dinâmica e o seu afastamento, isto se confirma entre Titã e Réia de Saturno, Febe e Jupet de Saturno, entre Titânia e Umbriel de Urano, e entre os Planetas Júpiter e Marte. E entre ganimedes e Europa de Júpiter.
Pois ganimedes tem o dobro do diâmetro de Europa e o dobro da distancia. Ou seja, a energia do astro determina a sua posição no espaço, pois com mais diâmetro ele terá maior energia, maior rotação, maior afastamento do seu primário.
O mesmo acontece com Titânia e Umbriel satélites de Urano, pois a razão do diâmetro é duas vezes, ou seja, e a razão das distancia entre os dois satélites é 1.8, enquanto os outros com razões de diâmetro mais próximos, e as razões das distancias também são mínimas.
A teoria da gravitação não faz menção à posição da distancia pelo diâmetro, que representa a energia e o tempo de construção do astro e a sua ação de afastamento do astro mais próximo –vizinho –, e que isto influencia na posição e distancia do astro no espaço.
Entre estes astros a velocidade de translação também acompanha aproximadamente num valor de razão entre astros vizinhos. Vemos que a diferença de translação é maior entre diâmetros e posições maiores.
O mesmo acontece com a rotação, as inclinações, a excentricidade, e todos os outros fenômenos físicos e estruturais, como achatamento de astro, atmosfera, atividade tectônica, etc.
Os satélites de saturno se afastaram menos do que os de Júpiter por serem menores de diâmetro e com menos energia.
Os saltos de afastamento e posição pelo salto de diâmetro entre os planetas, satélites e cometas confirma a teoria da energeticidade e radiação.
E como em Júpiter que há um intervalo maior de afastamento de Marte, por ser júpiter com maior diâmetro, o mesmo acontece entre Titã e Réia de Saturno, que é quatro vezes maior. Entre Febe e Jupet, e entre ganimedes e Europa, e entre Titânia e Umbriel de Urano. Esta diferença entre as razões também está presente nos asteróides e nos cometas.
OBSERVAÇÃO GERAL DA TEORIA.
O mesmo acontece com a velocidade de translação onde a diferença da razão é maior nos astros que mantém uma diferença de diâmetro, como é o caso entre os satélites de Saturno exposto acima, e entre Júpiter e Marte.
Por isto que a há uma diferença enorme entre a velocidade de translação de júpiter e marte, pois mesmo júpiter sendo maior que marte ele teve mais tempo se afastando do sol, diminuindo progressivamente a influencia recebida pelo sol na origem da translação. Por isto que há uma razão vinte vezes maior no diâmetro, três vezes e meia no afastamento, duas vezes menor na velocidade de translação de júpiter para marte, duas vezes e meio maior na rotação. Isto confirma o exposto até aqui, que a translação tem uma origem pelo primário e diminui progressivamente, até o próprio astro coordenar toda dinâmica e translação, rotação e afastamento se equivale conforme a energia que o mesmo produz.
Esta confirmação se aproxima para plutão, asteróides, cometas distantes e satélites distantes, onde rotação, translação e afastamento se equivalem nos seus valores.
Temos aqui o porquê há um salto na razão da translação, afastamento, rotação, excentricidade e inclinações de órbita e rotação.
Esta diferença de razão também se mantém na excentricidade e inclinação, e são crescentes com o afastamento.
ASSIM TEMOS,
1-a questão de saltos na razão entre os fenômenos conforme a sua energia e diâmetro,
2-e a razão crescente de afastamento, inclinação orbital e rotacional, e excentricidade conforme o astro vão ficando velho e queimando a sua energia. Que depende do tempo de vida e da energia do astro, representada pelo diâmetro.
Os satélites de Júpiter são aproximadamente cinco vezes maiores comparados com os de Saturno, por isto que eles em média estão duas vezes mais distantes dos de Saturno, se comparado com os de júpiter.
A translação dos satélites diminui conforme o afastamento do planeta ao sol e diâmetro do planeta. Ou seja, a energia que ele conserva depende da energia que o formou, por isto que os satélites de saturno possuem maior translação do que os de urano, mesmo estando a mesma distancia e com o mesmo diâmetro.
PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.
Órbita de Quíron – se confirma também no asteróide Quíron o princípio da proporcionalidade, pois pelo seu extenso afastamento do Sol, ele desenvolve a maior inclinação de órbita e a maior excentricidade.
Confirma-se nos asteróides EROS, com excentricidade de 0.83 graus, Quiron, hidalgo, e outros. Inclusive em cometas, que a distancia do Sol não é o fundamental para o posicionamento do astro no espaço, mas sim a sua energia e radiação representada pelo seu diâmetro.
Como já foi visto que o afastamento e posição que marca a distanciam do primário depende da energia do astro.
E as inclinações e excentricidades dependem da energia dos mesmos, pois asteróides, cometas e satélites menores e mais distantes de seus primários possuem as maiores inclinações e excentricidades. E os maiores planetas as menores excentricidades e inclinações e o conjunto das dinâmicas – translação, rotação, e afastamento também acompanham a energia do astro.
A RELAÇÃO ENTRE GANIMEDES DE JÚPITER E TITÃ DE SATURNO.
GANIMEDES tem um diâmetro 5.250 km, e TITÃ tem um diâmetro 5.800 km.
Ganimedes se encontra a uma distancia de 1.070.000 km do primário.
TITÃ se encontra a uma distancia 1.222.000 km do primário.
Ganimedes tem uma velocidade de 10.9 km/s.
Titã tem uma velocidade de 5.6 km /s.
E a diferença entre os diâmetros de Júpiter e Saturno é mínima.
Logo se conclui que se a gravitação tivesse alguma influencia sobre a velocidade de translação a diferença da translação entre os dois seria mínima e não seria aproximadamente o dobro. Com isto se conclui que toda dinâmica depende da energia do astro, e se júpiter é mais novo do que saturno, logo o seu satélite também é mais novo, considerando também que enquanto ganimedes é o terceiro satélite de Júpiter, Titã é o sétimo satélite de Saturno. Logo, titã é mais velho e gastou mais energia, com isto desenvolve menos velocidade de translação.
Por isto que a diferença da velocidade de translação é o dobro.
Enquanto pela teoria da gravitação deveria se equivaler nos valores.
Vemos aqui que a distancia com o diâmetro não influenciou na velocidade de translação, mas sim, o tempo de vida e a energia representada pelo diâmetro.
Isto confirma a teoria da energeticidade e radiação.
RELAÇÃO ENTRE PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS.
O diâmetro e o afastamento dos secundários variam conforme o diâmetro do primário e o seu tempo de vida.
RELAÇÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO ENTRE SATÉLITES CONFORME O DISTANCIAMENTO, TEMPO DE VIDA E DIÂMETRO DE SEUS PRIMÁRIOS.
Confirma-se que o valor do diâmetro de Júpiter é próximo do de Saturno, e Júpiter com os seus satélites cinco vezes a distancia dos de Saturno, três vezes o diâmetro dos de Saturno e os valores da velocidade de translação se aproximam.
Com isto se conclui que não é a distancia e alguma força que age sobre o astro, mas sim a própria energia do mesmo.
OUTROS TÓPICOS.
A distancia marca o tempo de vida do astro, e diâmetro do primário com o seu diâmetro e a distancia do primário marca o tempo de vida e energia já processada e a energia ainda para ser processada.
RADIAÇÃO, ATMOSFERA, ANÉIS, DISCOS DE ESFERAS E ASTROS.
Assim como Saturno e Urano também possui anéis, com velocidade de translação de mais de vinte Km/s, e que Júpiter possui uma atmosfera espiralada com translação e alargamento, próximo do seu equador. Isto confirma que a translação dos secundários se origina de energia e radiação do primário, e que parte desta radiação se transforma em anéis próximos do equador, e que vai se esferificar, dando início a um novo secundário. Vemos nos anéis de Urano que eles desenvolvem uma translação de mais de vinte quilômetros por segundo.
E que a translação surge inicialmente do próprio secundário, e por isto que todos secundários produzem uma órbita com pouca inclinação e sempre próximo do equador.
Ao se distanciar do primário, o secundário vai produzir a sua própria dinâmica, vai dar inicio a terciários que iniciarão a sua translação conforme a sua energia e radiação.
E sairão do eixo de translação do primário, dando inicio a um novo sistema de astros, menores, mais lentos e com mais irregularidades na sua dinâmica de translação, rotação e afastamento.
A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS.
A ação centrifuga da rotação e o magnetismo do astro faz com que a sua radiação e atmosfera se desloquem para o equador, aonde vai se forma em filamentos de atmosfera e no futuro anel. Dos anéis vão se formar blocos cúbicos de gases e daí a esferificação, da onde vai se formar em secundários.
Por isto que os secundários possuem uma translação decrescente dos próximos para os últimos. E que a órbita sempre está próxima do equador.
Com o passar dos tempos, a energia diminui e os astros passam a produzir a sua órbita e irregularidades no espaço.
No futuro provavelmente teremos novos astros e com novas energias, pois o processo é constante.
OUTROS TÓPICOS.
Os secundários mais afastados e menores são os mais irregulares nas suas inclinações de órbita e rotação, e excentricidade.
Isto se confirma, nos satélites mais distantes, nos asteróides e nos cometas.
MOVIMENTO RETRÓGRADO.
O satélite quando muito pequeno e muito distante tende a aumentar a sua inclinação e excentricidade progressivamente, e este tipo de movimento invertido pode ser encontrado no satélite Febe de Saturno. Pois Febe possui uma inclinação de órbita de 160 graus e uma grande excentricidade.
O que leva o astro a desenvolver a órbita retrógrada é que ele iniciou normalmente a sua translação desde o seu nascimento pelo seu primário. Só que todo astro que possui pouca dimensão e se encontra distante do primário ele possui pouca energia se processando, pois ele já gastou grande parte de sua energia, e assim, ele passa a produzir irregularidades na sua dinâmica no espaço. Que começa com uma crescente irregularidade até o movimento retrógrado.
Urano é um planeta que anda de lado, ou seja, as irregularidades são maiores com o distanciamento, envelhecimento e diminuição de produção de energia e radiação.
Com enormes distancias de seus primários, astros pequenos, terciários, com pouca energia e envelhecidos serão astros com pouca dinâmica, grandes distanciamentos, grandes excentricidades e inclinações e muitos com movimentos retrógrados.
SOBRE SUPOSTA CAPTURA DE ASTROS POR PLANETAS.
Isto não existe, pois todos os astros estão soltos no espaço, e não há isto de campo puxando para sua órbita, e também pela radiação os astros são afastados e não atraídos, como se pensa hoje. E o que produz as órbitas irregulares é a pouca energia do próprio astro para coordenar a sua dinâmica, isto acontece com todos os astros pequenos e distantes de seus primários, logo os satélites pequenos de Saturno nunca foram capturados, mas sim produzidos por saturno.
Pode-se comparar que todo astro pequeno e distante possui grandes irregularidades na sua dinâmica, desde a rotação, a translação e o afastamento.
SOBRE A SUPOSTA DENSIDADE DOS ASTROS.
A densidade dos astros distantes é uma invencionice para se dar uma proximidade nos resultados para a velocidade de translação que é calculado pela gravitação, porém se mal conhecemos a densidade da Terra, como podemos conhecer a densidade de planetas distantes.
Por isto que nos meus cálculos, uso diâmetro e temperatura por estarem mais próximos da realidade.
RAZÃO CRESCENTE DE FENÔMENOS ENTRE ASTROS MENORES E
DISTANTES.
Nos mais distantes e menores a razão do afastamento, inclinações e excentricidade são sempre maiores e crescentes com o distanciamento e a diminuição do tamanho do astro.
A distancia e o afastamento também são crescentes, pois com a diminuição de energia eles passam a produzir órbitas sempre mais irregulares.
SOBRE O AFASTAMENTO DE SATÉLITES.
Os satélites de Saturno se afastaram menos de seu primário por serem menores e com menos energia, enquanto os de Júpiter se afastaram mais, por serem maiores e com mais energia. Isto confirma que os astros alem da rotação e translação eles se afastam conforme a sua produção de energia.
SOBRE TRITÃO E O SEU MOVIMENTO RETRÓGRADO.
TRITÃO é um dos satélites gigantes e possui uma grande excentricidade e uma inclinação orbital de 160 graus, considerado um dos satélites que tem um movimento retrógrado por possuir tamanha inclinação em relação ao plano do equador de Netuno. Isto só vem a contribuir com a teoria exposta até aqui. Pois satélites de planetas distantes também possuem irregularidades grandes, mesmo sendo um gigante.
NEREIDA, O SATÉLITE DE MAIOR EXCENTRICIDADE.
NEREIDA é outro satélite de Netuno que possui uma grande inclinação de órbita de 28 graus e uma das maiores excentricidades, com 0.75 graus. Isto só vem a contribuir com a teoria da energeticidade, de que planetas distantes, satélites distantes e velhos e pequenos produzem grandes irregularidades, e Nereida é o satélite com maior excentricidade dos satélites até aqui descobertos.
NEREIDA também possui um grande afastamento do satélite vizinho, no caso Tritão. Ou seja, os satélites mais distantes e de planetas mais distantes são os mais irregulares na sua excentricidade e inclinação.
ONDE SE CONFIRMA O EXPOSTO PELA TEORIA AQUI PROPOSTA. EM QUE A DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA LEVA AS CRESCENTES IRREGULARIDADES DOS ASTROS.
Vemos que Tritão e o satélite de saturno – febe possuem movimento retrógrado.
Provavelmente a sua rotação é mínima e com grande inclinação de rotação.
Provavelmente os satélites de Plutão, menores e mais distantes dele serão os de maiores irregularidades e com movimentos retrógrados.
SOBRE A ATMOSFERA DE TITÃ.
Provavelmente titã com a sua atmosfera produzirão uma quarta geração de astro. Que será o primeiro satélite com satélite.
SOBRE CARONTE.
Provavelmente Caronte, satélite de Plutão possui uma grande excentricidade e inclinação orbital.
Caronte gira em torno de Plutão em 6,39 dias, que é o mesmo tempo que o planeta leva para girar em torno do seu eixo, mantendo sempre a mesma face um para o outro. Isto se confirma no exposto até aqui, que a translação do secundário começa antes mesmo do secundário se esferificar, ou seja, ainda como filamentos e anéis de atmosfera e radiação do primário, que com a sua rotação passa a transladar os anéis e filamentos de atmosfera, até se esferificar. Se esferificando passa a produzir esta translação inicial em volta do primário. Ao se afastar passa a produzir a sua própria translação.
Ao se esferificar passa a produzir a própria rotação.
Com o tempo e afastamento este secundário, vai produzir outro secundário, tornando-se um primário.
Conforme o astro vai se distanciando e ficando sem energia, ele abandona a órbita inicial, produzindo sistemas orbitais irregulares e aleatórios no espaço. Sempre novos com menos energia e com menos dinâmica e mais irregularidades de inclinações e excentricidades. Isto pode ser confirmado com os asteróides e cometas.
ÓRBITAS ERRANTES E ALEATÓRIAS.
Isto é um processo que começa com pouca irregularidade, passa a estabilidade e retorna a irregularidade e grandes instabilidades e órbitas errantes e aleatórias.
AÇÃO DA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO SOBRE A TRANSLAÇÃO INICIAL DO SECUNDÁRIO.
Isto se confirma entre os satélites dos planetas, pois com as mesmas distancias os satélites de Urano desenvolvem três vezes menos o período de revolução comparado com os de Saturno. Pois a velocidade equatorial de Saturno é três vezes maior do que as de Urano.
E a diferença entre os satélites de Júpiter e de Saturno é de 1,25 de período de revolução maior para os satélites de Júpiter para a mesma distancia, pois a diferença da velocidade equatorial entre os dois é de 1,25 maiores para Júpiter. Como também a diferença é próximo da razão um para diâmetro e rotação, e 1.3 para translação.
É bom ressaltar que a energia produz a rotação, que produz a velocidade equatorial que com a radiação vai produzir a translação do secundário. E o secundário será produzido pelo material expelido como forma de radiação do primário. Ao se esferificar e tornar-se astro ele vai iniciar a sua rotação, por isto que os secundários muito próximos possuem pouca rotação, pois ainda estão começando a acelerar-se rotacionalmente. Isto se confirma em todos os primários muito próximos.
AQUI TEMOS EXPLICAÇÕES CONTUNDENTES DA ASTRONOMIA.
1 – o primário produz o secundário que também inicia a sua translação.
Então temos aqui o inicio da translação e a origem do astro.
2 – porque o terciário acompanha o secundário, e ambos acompanham o primário pelo espaço.
Pois, no inicio tiveram uma origem da translação produzida pelo primário, porem, ao se afastar e perder energia este secundário, ou terciário vai sair do sistema completamente, pois, ele mesmo dentro do sistema solar já produz a sua própria dinâmica, só que fora do sistema, ele não mais acompanhará o primário pelo espaço. Isto já acontece com alguns cometas e asteróides, que às vezes entram dentro do sistema solar e saem sem sofrer a e influencia de ação nenhuma do Sol.
3- por que todo astro muito próximo do primário possui pouca rotação. Pois ainda está em formação e toda sua dinâmica ainda é mínima.
PRINCÍPIO DA ORIGEM DO ASTRO E DA DINÂMICA.
Assim, temos aqui o inicio do astro, o inicio da rotação e velocidade equatorial, da translação.
Assim, ao se afastar ele vai produzir a sua própria rotação e translação, e com a sua energia e radiação vai produzir novos filamentos de gases, daí novas esferas, que com a sua velocidade equatorial vai produzir a translação no novo astro, e daí a sua esferificação e rotação.
Antes mesmo de ser esfera o astro já possui translação.
Ele vai sendo afastado pela radiação e temperatura do primário, e passa a produzir a sua própria translação e rotação.
Por isto que um terciário acompanha a translação do secundário, mesmo este secundário acompanhando a translação do primário. Porem com o afastamento ele tenderá a produzir uma órbita isolada, com outras inclinações e excentricidades.
Ao se distanciar ele terá menos energia, e conseqüentemente menos dinâmica e mais irregularidades. VER PRINCÍPIO DA CIRCULARIDADE.
A ENERGIA DETERMINA E PRODUZ A DINÂMICA E A ESTABILIDADE NO ASTRO.
ISTO SE CONFIRMA DE JÚPITER A TRITÃO.
CÁLCULO DA TRANSLAÇÃO PELA ROTAÇÃO DO PRÓPRIO ASTRO EM RELAÇÃO À ROTAÇÃO DA TERRA MULTIPLICADA POR CINCO. PARA PLANETAS EXTERIORES.
Júpiter - 2.3 * 5 = 13.
Saturno – 2.1 *5= 10.
Urano - 1.1 * 5= 5.5
Netuno - 1 * 5 = 5.
Plutão - 0.2 * 5=5.
Esta relação entre rotação e translação para planetas, também se confirma para os satélites exteriores de Júpiter, Saturno, e Urano.
SOBRE URANO.
Urano anda de lado por possuir pouca energia e estar iniciando uma órbita e rotação com grande inclinação.
A tendência é que no futuro os astros sejam em maior numero e mais lentos e todos com órbitas aleatórias e irregulares. E muitas retrógradas.
E que também não acompanham os primários pelo espaço
SOBRE A ROTAÇÃO DE URANO.
Urano possui três vezes menos diâmetro do que Júpiter e quatro vezes mais do que a Terra, e sendo mais velho e com menos energia, pois teve mais tempo gastando a energia, logo o valor da sua rotação tem que se aproximar do valor da Terra, ficando entre vinte e vinte cinco horas.
E isto já se confirmou com a observação.
A rotação de Netuno também é próxima a da Terra.
ASTERÓIDES.
O ASTERÓIDE ÍCARO possui uma excentricidade de 0.83 graus e vai próximo a Mercúrio e Marte, e no periélio fica a 28.000.000 quilômetros do Sol, e no afélio fica a 307.000.000 quilômetros do Sol. Com isto se conclui que a órbita depende da energia do astro, e não da gravitação. Pois astros menores produzem órbitas mais irregulares.
O ASTERÓIDE HIDALGO, com um período orbital de 13.7 anos, e uma excentricidade de 0.67 graus, e com uma inclinação orbital de 43 graus.
QUÍRON possui uma excentricidade orbital de 0.379, e com uma inclinação orbital de 6.9 graus.
Com isto constatamos que a órbita não é determinada pela gravitação do astro ou do Sol, mas sim pela sua energia, pois aproximadamente na mesma distancia dos planetas ao Sol, os asteróides produzem órbitas muito irregulares, por possuírem pouca energia, e com um período de revolução um pouco menor do que os planetas.
Com isto se constata que os astros estão livres e produzindo a sua própria dinâmica.
Com isto, confirma-se o exposto até aqui, de que astros pequenos possuem pouca dinâmica e órbitas irregulares, por produzem pouca energia, e isto independe da distancia do Sol.
CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO COM A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO MULTIPLICADA COM O DIÂMETRO E DIVIDIDO PELO AFASTAMENTO.
É BOM RELACIONAR QUE A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO INICIA A TRANSLAÇÃO, CONFORME A ENERGIA, RADIAÇÃO, DIÂMETRO E ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.
O DIÂMETRO REPRESENTA A ENERGIA E RADIAÇÃO DO SECUNDÁRIO.
O AFASTAMENTO REPRESENTA O TEMPO DE VIDA E O GASTO DE ENERGIA DURANTE ESTE TEMPO.
A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PLANETA EM QUILOMETRO POR HORA.
O diâmetro é dividido por 1.000.
O afastamento é dividido por 100.000 para satélites, cometas e asteróides.
O afastamento é dividido por 100.000.000 para planetas.
VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.
1680 / 1000 = 1.68 velocidade equatorial da Terra.
3470 / 1000 = 3.47 diâmetro da Lua
384.000 / 100.000 = 3.87 afastamento da Lua em relação Terra.
Lua – 1.68 * 3.47 / 3.84 = 1.5 /2 = 0.75 km / s.
Para satélites de Júpiter.
Io –
45000/1000 = 45
3670 / 1000= 3.67
420000/100000=4.2
45*3.67/ 4.2 =39.3 /2= 19.5 km/segundo.
Europa.
45000/1000=45
2980/ 1000 =2.98
671000/100000=6.71
45*2.98/ 6.71 = 19.9/2=10
Ganimedes.
45000/1000= 45
5250 / 1000=5.250
1.070.000/ 100000= 10
45*5.2/10.7=22/ 2 = 11
Calisto.
45.000/1000=45
4900 / 1000=4.9
1.884.000/100000= 18,8
45*4.9/18.8=11.7 /2= 6 km/segundo.
Para os satélites de Saturno.
Satélite janus
37000/ 1000 = 37 quilometro/segundo.
300/ 1000= 0.3
159000/100000=1.59
37*0.3/1.59=7
Titã
37 *5.8/12.2 =17.5
OUTRA FORMA DE SE CALCULAR A TRANSLAÇÃO PELO PRIMÁRIO.
Para se calcular órbita de planeta se divide a distancia por 100 000 000.
Para se calcular órbita de satélite se divide a distancia por 100 000.
A velocidade equatorial se divide por 1000 tanto no cálculo para planetas quanto para satélites. Em quilometro por hora.
O diâmetro se divide por 1000 tanto para cálculo para planetas quanto para satélites.
A fórmula é velocidade equatorial do primário /1000 + [diâmetro /1000] / [distancia / por 100 000 000 para planetas +1].
Mercúrio.
Velocidade equatorial do Sol por hora = 60.000 km/s / 1 000=60.
Diâmetro do planeta= 4.500 quilometro / 1 000 = 4.5.
Distancia do planeta ao Sol.= 58.000 000 quilometro / 100.000.000. + [1].
60 + 4.5 / [0.58 +1] = 41 quilometro por segundo.
Vênus.
60 + 8 / [1.08 + 1] =32.7 quilometro por segundo.
Terra = 60 + 12 / [1.5 +1] = 28.8.
Marte = 60 + 6 / [2.2+1] =20.6.
Júpiter= 60 + 144/ [7.8+1]=20.
Saturno= 60+120/ [14+1] = 12.
Urano = 60+46 / [28 +1] = 3.6.
Netuno = 60 +45/ [45+1]= 2.3
Plutão = 60 + 6/ [59+1] = 1.1
PARA SE CALCULAR A VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DOS SATÉLITES PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DOS SEUS RESPECTIVOS PLANETAS.
Velocidade equatorial do primário em quilometro por hora dividida por 1.000.
O diâmetro do satélite dividido por 1.000.
A distancia do satélite de seu primário dividido por 100.000 [cem mil].
Observação. Para os planetas é 100 000 000 [cem milhões].
FÓRMULA.
VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO/ 1.000 + DIÂMETRO DO SECUNDÁRIO / 1.000 / [DISTANCIA / 100.000].
PARA O SATÉLITE DA TERRA, A LUA.
Lua.
[1680 / 1.000] + [3.470 / 1.000] / [384.000/100.000] = 1.3 km / segundo.
PARA OS SATÉLITES DE JÚPITER.
Velocidade Equatorial de Júpiter /1.000 + diâmetro do satélite /1.000 / distancia do satélite / 100.000.
Io.
[45.000 /1.000] + [3.650 /1.000] / [420.000/100.000]=11.5 km/segundo.
Europa. 45 +2.98 / 6.71 = 7.1 quilometro por segundo.
Ganimedes. 45 + 5.25 / 10.7 = 4.7.
Calisto. 45+ 4.9 / 18.8 = 2.6
PARA OS SATÉLITES DE SATURNO.
[velocidade Equatorial de Saturno / 1.000] + [diâmetro do satélite / 1.000] /
[distancia /100.000].
JANUS.
[37.000/1000] + [300 /1000] / [159 000/100 000]=23.4 km por seg.
MIMAS. 37 +0.4 / 1.86 = 20.1 quilometro por segundo.
ENCÉLADO. 37 +0.6 /2.38 = 15.7.
TÉTIS. 37 +1. / 2.95 = 12.8
DIONÉIA 37 +0.8 /3.77 = 10
RÉIA 37 +1 /5.27 = 7.2
TITÃ 37 +5.8/12.2 = 4.3
HIPÉRION 37 +0.4 /14.8= 2.5
JAPET. 37 +1.6 /35.5= 1.
FEBE 37 + 0.2/129= 0.28
CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO POR VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.
PARA SATÉLITES DE URANO.
A velocidade equatorial do primário por hora / 1.000 + o diâmetro do satélite / 1.000 / da distancia / de 100.000.
MIRANDA – 13.7 +0.24 / 1.3 =10 quilometro por segundo;
ARIEL- 13.7 +0.7 / 1.92= 7.5
UMBRIEL - 13.7 +0.5 / 2.67= 5.3
TITÂNIA - 13.7 +1 / 4.38= 3.3
0BERON - 13.7 +0.9 / 5.86= 2.3
CÁLCULO PARA TRITÃO, SATÉLITE DE NETUNO, POR VELOCIDADE EQUATORIAL POR HORA.
[9.000 / 1.000] + [3.800 /1.000] / [340.000 / 100.000]=
9 + 3.8 / 3.2 = 4 quilometro por segundo.
CÁLCULO PARA CARONTE, SATÉLITE DE PLUTÃO.
Velocidade equatorial de PLUTÃO [140 / 1.000] + [diâmetro 1.200 / 1.000] / [Distancia 20 000 / 100 000]. =
0.14 + 1.2 / 0.5 = 3.1 quilometro por segundo.
Dá para se observar que conforme os planetas vão se afastando do Sol, a órbita de seus primários também se torna mais lenta, pois satélites com o mesmo diâmetro e a mesma distancia em relação a satélites planetas distantes, estes diminuem progressivamente a sua dinâmica e aumenta as irregularidades na excentricidade e nas inclinações. Com isto só se tem a confirmar mais ainda a teoria da energeticidade e radiação.
De que os planetas mais distantes foram os primeiros a serem produzidos, e produziram primeiro os seus satélites, com isto eles possuem menos energia, pois tiveram mais tempo gastando e processando a energia. E isto foge completamente qualquer relação com efeitos de gravitação. E vai de encontro ao sustentado aqui pela teoria da energeticidade e radiação. De que a energia e o tempo de processamento desta energia determinam a vida, os processos, estrutura, órbita, atividades térmicas, sismos, energia, magnetismo, atividade tectônica, radiação, atividade tectônica, órbita, dinâmica e atmosfera.
Nesta forma de cálculo para se encontrar a translação do secundário pela velocidade equatorial do primário, fica expresso que conforme o diâmetro diminui a energia também é menor, decresce a radiação. Também decresce e as atividades tectônicas e a atmosfera acompanha o decréscimo, a rotação do primário diminui decrescendo a sua velocidade equatorial, com isto vê que conforme decresce o diâmetro, diminui a translação do secundário, por isto que os menores e mais distantes possuem dinâmicas menores.
UNIVERSO DE CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO.
O universo é um processo constante de construção e desconstrução, e alguns universos se encontram em fase de decréscimo de energia e de seus fenômenos, que é o caso do nosso.
Observação. Ver teoria do universo fluxonário e estruturante.
Os resultados encontrados pelo cálculo de translação pela velocidade equatorial e sua proximidade com a exatidão só vêm a confirmar a ação da velocidade equatorial produzida pela energia e radiação na produção da translação e órbita do secundário no espaço. E que os satélites dos planetas mais distantes, com a mesma distancia em relação a outros satélites, e que os dos planetas distantes desenvolvem menos dinâmica. Isto se confirma também no afastamento e na rotação dos satélites. E suas órbitas são os mais irregulares pelo afastamento e pelo diâmetro.
É bom saber que não uso fantasia de valores de densidades de astros para chegar a resultados que não venham a bater com a fórmula, como é usado na teoria da gravitação.
Confirma-se que os anéis e as atmosferas também possuem translação, com isto mesmo antes de existir como esfera, pois o astro como filamento já desenvolve a sua translação.
PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA.
Há um salto de valores de diâmetro entre satélites de Saturno, e este salto se repete entre as distancias dos mesmos satélites. Que é entre Réia e Titã, e entre JAPET e Hipérion todos de Saturno, e esta diferença é de três vezes para os diâmetros e para os fenômenos dos satélites. Inclusive com o afastamento.
Esta diferença se faz presente também entre a distancia e diâmetro de Titânia e Umbriel satélites de Urano. Como já foi visto este salto equivalente também está presente entre Júpiter e Marte. E como já foi vista este salto se deve a energia que o astro produziu a mais e o tempo que o mesmo levou para se distanciar do vizinho próximo que está em formação.
O salto, ou melhor, o tempo de produção do astro com o tempo de aceleração pelo acréscimo de energia registrado pela diferença do diâmetro, determinam um salto no afastamento e todos os outros fenômenos, órbita e estrutura.
Está equivalência de saltos vai também estar presente no afastamento, translação, revolução, rotação, inclinações rotacional e translacional, excentricidade, achatamento da esfera do astro, e outros fenômenos, variações de estrutura e irregularidades, temperatura, atividade tectônica, anéis e atmosfera, e todos os outros fenômenos e formações estruturais e orbitais.
Este salto equivalente prova todos os fenômenos expostos até aqui, desenvolvidos e expostos pela teoria do universo fluxonário estruturante e pela teoria da energeticidade e radiação.
Os fluxos também acompanham e variam conforme variam estes saltos.
O NASCIMENTO DA TRANSLAÇÃO.
A energia produz a radiação, a radiação produz a rotação, a atmosfera, anéis, e astros que se formam e que são partes dos primários, e como parte do primário o que temos noção de translação é na verdade ainda parte da rotação do primário. Só mais afastado que este secundário vai produzir a sua rotação e a sua própria translação. Mesmo antes de ser esfera o astro já possui translação e rotação.
Vemos em Mercúrio que o mesmo possui grande translação e pouca rotação, por que ele ainda é parte do Sol e de sua rotação e velocidade equatorial. O mesmo acontece com o Amaltéia primeiro satélite de Júpiter, e com Janus primeiro satélite de Saturno.
Ao se distanciar todos produzirão a sua própria rotação e translação, saindo do primário e produzindo a sua própria órbita.
Isto confirma porque mesmo produzindo a sua dinâmica e afastamento o satélite acompanha o seu planeta, e este por sua vez o Sol.
Porém existem cometas que produzem órbitas sem acompanhar o seu primário.
A translação do astro se inicia ainda como atmosfera, depois filamentos de atmosfera que é o caso dos anéis de Júpiter, depois como anéis que é o caso de Saturno e Urano, e finalmente como esfera.
SOBRE A ORIGEM DA ROTAÇÃO.
Quando ainda novo a rotação ainda está se iniciando, por isto que todos os astros mais próximos de seus primários possuem pouca rotação, isto se confirma dos planetas aos satélites.
O mesmo acontece com o afastamento do primário. Pois é conforme a energia que o astro adquiriu durante a formação que o mesmo desenvolverá toda sua dinâmica, órbita, fenômenos e estrutura física e química. E processamentos químicos.
CÁLCULO PARA EXCENTRICIDADE DOS SATÉLITES DE SATURNO.
Considerando o diâmetro e o afastamento, confirma-se que os maiores e mais próximos possuem menos excentricidade, e vice-versa.
O mesmo se sucede com a inclinação orbital e de rotação.
Segue assim, o princípio da estabilidade e circularidade pela produção de energia.
O diâmetro em quilometro e não em relação à Terra.
JANUS - 0.2 / diâmetro / 100 + progressão retrocedendo de 10 até um conforme o número dos satélites.
JANUS - 0.2 / 3+10 = 0.038
MINAS - 0.2 / 4+ 9 = 0.038
ENCÉLADO- 0.2/ 6+ 8= 0.035
TÉTIS - 0.2 /10+ 7= 0.03
DIONÉIA - 0.2 / 8+ 6= 0.035
RÉIA - 0.2/ 16+5 =0.023
TITÃ - 0.2 / 58+4= 0.008
HIPÉRION – 0.2 / 4+3= 0.07
JAPET - 0.2 / 16+2=0.028
FEBE - 0.2 / 2.4+1=0.147
Este cálculo se aproxima da realidade e é exato para a maioria dos satélites de Saturno.
Aqui se confirma que quanto mais distante e menor, maior é a excentricidade do astro.
E como júpiter, titã por ser imenso e mesmo estando distante, possui uma excentricidade mínima.
CÁLCULO PARA AFASTAMENTO DE SATÉLITES.
EQUIVALÊNCIA DE DIFERENÇA ENTRE DIÂMETRO E AFASTAMENTO.
FEBE A JAPET – diâmetro 16 de febe, dividido pelo diâmetro de Japet 2.4, é igual a seis vezes – que se aproxima do afastamento entre os dois.
Entre Japet E Hipérion = diâmetro de Japet 16 divididos pelo diâmetro de Hipérion quatro, = a razão da diferença do afastamento se aproxima de dois.
Entre Titã e Réia – titã possui um diâmetro de 58 quilometro, e Réia é 16, 58 / 16 = 3, logo a razão da distancia se aproxima de três.
Entre RÉIA E DIONÉIA – o diâmetro de Réia é 16 quilômetros e dionéia é oito, dividindo 16 por oito, logo a razão do afastamento entre os dois se aproxima de dois.
Para os outros, a razão entre os diâmetros diminui para menos do que dois, logo a razão entre o afastamento também bate para menos do que dois.
O mesmo acontece entre os satélites de URANO, em que todos possuem uma razão de diâmetro abaixo de dois, e todos possuem uma razão de afastamento abaixo de dois, porém entre Titânia e umbriel a razão do diâmetro chega próximo de dois, em que também a razão do afastamento chega próximo de dois.
O mesmo acontece com os outros satélites de outros planetas, e entre os planetas, esta diferença de afastamento por diâmetro, que na verdade é a energia processada que afasta o astro, se tem com clareza ENTRE JÚPITER E MARTE.
Esta diferença acompanha para todos os fenômenos, variação de estrutura, desintegração, intensidade de fenômenos, dinâmica e órbita.
Com isto se prova que os astros estão em afastamento produzido pela energia e radiação.
E que a teoria da gravitação usou a distancia, mas não conseguiu calculá-la. Porém aqui calculei tanto para planetas, quanto para satélites. E não foi preciso fazer uso da distancia como constante para se encontrar a dinâmica, órbita e outros fenômenos e estruturas dos astros.
Isto confirma que os astros se afastam pela energia, e não se atraem pela gravitação.
E que a razão da distancia é maior entre os mais distantes, isto se confirma entre Tritão e Nereida, e entre Japet e Fege.
CÁLCULO PARA INCLINAÇÃO DOS SATÉLITES DE SATURNO
Com o diâmetro em quilômetros dividido por 100, com a progressão de 1 a 10 para os respectivos satélites, divididos do resultado do diâmetro.
JANUS -1 / 3 = 0.3
MIMAS - 2/ 4= 05
ENCÉLADO – 3/ 6= 05
TÉTIS - 4/ 10=04
DIONÉIA - 5/ 8=0.62
RÉIA - 6/ 16=0.37
TITÃ - 7/ 58=0.12
HIPÉRION - 8/ 4= 2
JAPET - 9 / 16=0.5
FEBE - 10/ 2.4=4.1
Confirma-se por este cálculo que a inclinação é crescente com o afastamento, e que os maiores e com mais energia se processando a inclinação é menor.
IRREGULARIDADES COM O DECRÉSCIMO DE PRODUÇÃO DE ENERGIA.
Assim, mais distantes possuem menos energia, pois já teve mais tempo processando e gastando a energia, e os menores possuem menos energia por ser a sua estrutura menor. Com isto a instabilidade é maior, levando o astro nestas condições a desenvolver grandes excentricidades, grandes inclinações orbitais e rotacionais, e alguns até com movimentos retrógrados, que são os mais afastados e menores e os mais instáveis.
Esta forma de cálculo com o diâmetro representando a energia podem ser para todos os planetas, satélites, cometas e asteróides. Do diâmetro pode ser encontrados a rotação, da rotação a velocidade equatorial, da velocidade equatorial a translação, inclinação, excentricidade, e todos os outros fenômenos. Ou mesmo pode ser calculado diretamente.
É mais prático usar o diâmetro representando a energia, pois o diâmetro pode ser calculado diretamente no próprio astro.
Enquanto na teoria da gravitação a massa é calculada com o movimento do astro no espaço, e daí encontrar o movimento, ou seja, o resultado é arranjado, criado para um fenômeno já medido. Pois a massa é a soma do diâmetro com a densidade, porém se não sabemos direito nem a densidade da Terra ou da Lua, como saber a densidade de astros distantes.
SOBRE OS MENORES E MAIS DISTANTES.
Os menores e mais distantes são os mais irregulares, pois são os que possuem menor quantidade de energia se processando.
SOBRE A ROTAÇÃO.
O achatamento não determina a rotação, pois, o astro que tem o menor achatamento é júpiter e produz a maior rotação. Porem rotação e achatamento é produzido pela energia do astro, representado por diâmetro e afastamento.
SOBRE O PRINCÍPIO DO AFASTAMENTO.
Já se confirmou que a Terra está diminuindo a sua rotação em dezesseis segundos por um milhão de anos. Isto confirma o princípio do afastamento e a diminuição da dinâmica.
SATÉLITES DE MARTE.
O achatamento dos satélites de Marte é grande por serem mínimos, logo passaram pouco tempo se formando.
E com grande achatamento possui rotação mínima, o que confirma que a rotação se deve a energia e radiação do astro.
PRINCÍPIO DA RELACIONALIDADE.
Confirma-se pelo exposto acima que há uma relação direta entre energia, diâmetro, radiação, rotação, velocidade equatorial e translação entre os astros e seus secundários.
SOBRE A LUA.
PARADÓXIDOS DA LUA PARA SEREM RESPONDIDOS COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.
A lua é o mais novo satélite do sistema solar, por que a Terra já se formou do sol quando o mesmo se encontrava com pouca energia, por isto que possui pouca dinâmica em relação ao seu diâmetro, mesmo sendo produzido pela Terra. Pois o planeta Terra só é mais velho do que Vênus e Mercúrio.
Por isto que a lua possui tantas irregularidades na sua órbita e rotação no espaço.
Com diâmetro de 3.470 quilômetros, desenvolve só uma translação de 1.03 quilometro por segundo, e uma rotação de 708 horas, ou 29,6 dias terrestre.
CÁLCULO PARA TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO.
Diâmetro do júpiter em relação à terra 12 vezes, dividido pelo diâmetro da terra, 11 / 1 = 11 vezes a translação de Io, que é mais rápido do que a lua, se comparado que se encontra aproximadamente na mesma distancia e aproximadamente com o mesmo diâmetro.
O mesmo se compara entre a rotação dos dois satélites.
Estes números não são exatos, mas se for necessário a fórmula pode ser aproximada.
Comparado com o satélite de Júpiter o Io, ele possui aproximadamente a mesma distancia do primário, e aproximadamente o mesmo diâmetro, confirma-se que Io produz uma translação 16.8 vezes maior do que a Lua. Com isto se confirma que Júpiter produziu Io com muito mais energia do que a Terra produziu a Lua. E Io – satélite de júpiter possui muito mais energia se processando, com maior temperatura, sismos, magnetismo e atividade tectônica.
Com a rotação o mesmo se repete, Io produz a velocidade de rotação 16.8 vezes mais rápido do que a Lua.
Por incrível que pareça a diferença entre rotação e translação é mínima.
A excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 de graus, e uma inclinação de 5.0 a 5.08 graus na eclíptica. A eclíptica é o plano em relação ao sol.
Io desenvolve inclinação orbital de 3 graus e excentricidade praticamente nula, confirmando assim que a irregularidade da Lua é fruto da sua condição de produção de energia, que o primário lhe concedeu na sua formação.
Esta comparação com Io é importante por que os dados da Lua, as suas irregularidades são fruto da produção de energia que o formou e que ele processa.
PARA SER PROVADO COM A TEORIA PROPOSTA.
Vai ser provado por esta teoria que a Lua e seus fenômenos irregulares - grande enigma da astronomia, que estas irregularidades são produzidas pela condição de produção de energia em que se encontra, e como todo astro com pouco tempo de existência e jovem é muito irregular em seus fenômenos.
É o que veremos adiante.
ÓRBITAS FLUXONÁRIAS.
EVECÇÃO E O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA IRREGULAR.
A radiação solar produz a evecção da órbita da lua.
O que produz o fenômeno de evecção é a variação de radiação e energia do astro, e a lua por estar mais próxima do Sol, sofre mais a ação da temperatura e radiação solar, por isto que a sua elipse possui uma maior variação do que outros satélites.
Como também a sua inclinação é maior variação.
O seu afastamento, rotação e translação também possuem grande variação.
FLUXO E EVECÇÃO.
O fluxo de variação que é a evecção na excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 graus quando a elipse se encontra esticada, ou seja, até cinqüenta por cento a mais da excentricidade da elipse quando esticada.
SOBRE A EVECÇÃO - QUANDO A TERRA SE APROXIMA DO SOL.
A evecção da lua sempre é maior quando a Terra se aproxima do sol, com isto se confirma que as desigualdades anuais da evecção são maiores quando a Terra se aproxima do Sol. Pois não é que a elipse aumenta, mas sim que durante este período de aproximação a evecção é maior. Ou seja, a radiação térmica solar acelera a energia da lua e o fluxo também aumenta.
Este fluxo também acontece com a terra, porém é mínima a variação.
SOBRE VARIAÇÃO DE DISTANCIAMENTO DE SATÉLITES AOS SEUS PLANETAS.
Os satélites não desenvolvem exatamente a mesma posição voltada ao centro, como o planeta como referência, ou seja, há satélites que mesmo dentro da elipse desenvolve órbita com um lado mais próximo do centro e outro mais distante. Ou seja, a maioria dos primários não se encontra no centro exato em relação à órbita de seus secundários.
Com isto se conclui que a energia desenvolve o próprio movimento.
Mesmo com a excentricidade e a Inclinação Plutão E Netuno produzem a sua órbita mantendo sempre um afastamento para um dos lados da elipse. Isto se confirma também nos satélites Nereida, Caronte e Febe com os seus respectivos planetas. O cometa de Halley e o asteróide Quíron também produzem este afastamento para um dos lados em relação ao Sol.
Este distanciamento de um dos lados é maior nos astros mais afastados do sol e de seus primários. Ou seja, a irregularidade aumenta com o distanciamento, tamanho, produção de energia e tempo de vida.
CONDIÇÕES PARA A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO.
1-A evecção é maior quando a Terra se encontra próxima do sol, no periélio.
2-a lua desenvolve elipse imperfeita, quando a lua se aproxima do Sol, na lua nova, ela é acelerada pela radiação térmica solar, fazendo com que esta se aproxime de um formato de um ovo de galinha, sempre com uma das partes mais pontuda, que a parte menos pontuda é a mais próxima do sol. Ou seja, uma mesma órbita pode começar com 0.432 graus de arco e na outra ponta terminar com 0.0667 graus. ISTO RESPONDE AS QUATRO COMPLICAÇÕES DA ÓRBITA DA LUA.
O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA, A ELIPSE COM UMA DAS EXTREMIDADES MAIS PONTUDAS.
Por que quando a lua nova sempre está mais próxima do sol, com isto ela recebe energia térmica solar, acelerando e aumentando os seus processos e produção de energia.
E quando ela sai da nova e se afasta e começa a ser a crescente, mesmo com sua energia aumentada a gravitação do sol a atrai e a puxa para o centro, retardando o seu movimento. E como a quantidade de energia determina a circularidade da órbita e dinâmica do astro no espaço, com o acréscimo de energia na passagem da lua nova para a crescente faz com que a lua fecha a sua órbita, pois a produção e processos de energia tiveram um acréscimo.
Por isto que após a passagem próxima do sol a lua sai com a órbita fechada, que vai abrindo passando pela cheia e no quarto minguante já se encontra bem aberta, e entra aberta com 39,5 graus de arco de deslocamento em longitude. Por isto temos na evecção o principio do ovo. E isto acontece principalmente com a lua por ser o satélite mais próximo do Sol.
Assim, não é o Sol que ora estica a elipse, e ora a comprime, mas sim, a condição natural de energia da lua na produção de sua órbita presente no quarto minguante. E a influencia da energia térmica do sol que faz com a órbita venha a ser comprimida, pois pelo princípio da circularidade a proporção de que a energia aumenta o circulo da órbita tende sempre mais a perfeição.
Assim, com a condição de energia da lua, com a temperatura do Sol faz com que a lua tenha grandes irregularidades na sua órbita e dinâmica.
DESACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO CRESCENTE.
O outro ponto é a variação da dinâmica, pois no quarto crescente a lua mesmo recebendo o acréscimo da dinâmica pela proximidade com a radiação térmica solar, quando ela entra no quarto crescente que vai sair da proximidade do sol, a lua passa a receber a influencia da gravitação solar, retardando e desacelerando a sua saída. Está desaceleração não é uniforme, é uma desaceleração que vai perdendo intensidade. Logo é uma desaceleração crescente.
ACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO MINGUANTE.
E quando chega à lua cheia ela já se encontra com a sua própria dinâmica, ao passar para o quarto minguante ela passa a ser acelerada, pois a gravitação solar neste ponto passa a agir, fazendo com que a lua aumente a sua dinâmica em direção ao sol. Esta aceleração é crescente.
VARIAÇÃO DA EVECÇÃO E DA DINÂMICA.
1- Assim, temos uma desaceleração crescente no quarto crescente.
2-Uma aceleração própria na lua nova e cheia.
3-E uma aceleração crescente em direção ao sol no quarto minguante.
4- A ELIPSE DO OVO DE GALINHA TAMBÉM NÃO É UNIFORME,
Pois o lado que se inicia no quarto crescente é bem fechado, enquanto o lado que acaba e vai em direção ao sol no final do quarto minguante é mais aberto do que a lado que se inicia no crescente. Logo, mesmo sendo um oval mais pontudo numa das extremidades, um dos lados também é mais fechado do que o outro.
EM RELAÇÃO AO QUARTO CRESCENTE A DINÂMICA É RETARDADA.
Assim temos –
Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, subtraído da ação contrária da gravitação do sol, é igual à desaceleração da lua no quarto crescente.
EM RELAÇÃO AO QUARTO MINGUANTE A DINÂMICA É CRESCENTE E ACELERADA.
Assim, temos.
Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, somado da ação favorável da gravitação do sol, é igual à aceleração da lua em direção ao sol no quarto minguante.
SOBRE A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO, OU DO PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA DEFORMADO EM UMA DE SUAS EXTREMIDADES.
Deformação do ovo para dentro.
Assim temos.
No quarto crescente a energia natural da lua soma-se com a radiação térmica do sol fazendo com que a lua desenvolva a sua órbita para dentro. E o ovo de galinha com um achatamento para dentro.
Pois a lua começa a fechar a sua órbita ainda quando na fase de lua nova, pois é a fase mais próxima do sol, e se a circularidade é produzida pela energia, logo quanto mais energia, mais perfeita a circularidade.
Energia natural somado com a energia solar é igual à órbita da lua para dentro.
VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO EQUATORIAL DA LUA.
A lua possui uma variação de nove minutos de arco para mais ou para menos, nos seus cinco graus e nove minutos de inclinação orbital média, esta variação ocorre no período de 173,3 dias. Sendo máxima de nove segundos para mais quando a linha que passa pelos nodos, passa também pelo sol. Ou seja, nada tem haver com ação de gravitação, pois se houvesse deveria acontecer no período do periélio da terra, quando a terra se encontra mais próxima do sol, que é durante a lua nova. Pois o que acontece que a inclinação fica pra dentro durante os períodos dos nodos em nove minutos. Porem isto é um processo constante de dinâmica que já faz parte da natureza da dinâmica irregular da lua, produzida pela sua condição de produção pequena de energia.
Esta variação de nove minutos teve uma origem que começou com o inicio da órbita da lua, que conforme a lua se distancia da terra, ela alarga a sua inclinação, diminuindo esta variação com o passar dos tempos e diminuição a produção de energia. Mais as frentes verão que os astros passam por três fases.
Isto acontece nos nodos de eclipse, ou seja, no plano de órbita da lua em relação à eclíptica, pois a lua se formou da terra, e passou a desenvolver a sua órbita a partir do alinhamento da terra com o sol, porém como todo astro, ele se afasta, perde energia e dinâmica, e passa a aumentar a sua inclinação e excentricidade.
Nisto há uma variação de nove minutos de arco para dentro durante os nodos, que ocorre a cada 173,3 dias. Ou seja, foge completamente qualquer relação com a dependência da gravitação, pois se confirma aí que o que determina esta irregularidade é a condição da origem do astro e a produção de energia.
Também há um fluxo na excentricidade, no afastamento e na inclinação de rotação.
Se fosse proveniente da gravitação isto ocorreria durante todo periélio da terra, quando a terra se encontrasse mais próxima do sol, ou mesmo durante a lua nova.
Logo, este fenômeno se deve a condição da origem da lua, pois ela tem seis de cada fase de luas que vai se envergando até chegar à época do nodo, ou seja, meio ano de eclipse, que é 173.3 dias, e não é ano de 365 dias como o nosso.
Logo, isto é todo um processo que se desenvolve durante todo o tempo, para naquela época de nodo de eclipse isto venha ocorrer no seu máximo. Ou seja, ele vai se envergando lentamente durante 173,3 dias, ou seja, este envergamento está ocorrendo em cada segundo que durante a fase de eclipse esteja na posição máxima para dentro.
FÓRMULA PARA SE CALCULAR A VARIAÇÃO DIÁRIA DA INCLINAÇÃO.
9/2 =4.5
4.5 / 86,65 = 0.05193 minutos de arco crescente, iniciando no nodo de eclipse.
E 0, 05193 minutos de arco decrescente, prosseguindo e fechando o arco até o nodo de eclipse e formar toda variação, e volta a refazer a variação.
É o tempo que o sol leva para passar de um nodo a outro, ou seja, meio ano de eclipse, que é o período de 173,3 dias.
A média é 5,9 graus de inclinação orbital.
Depois lentamente volta a se abrir.
Esta diferença pode se calcular com 4.5 minutos crescentes iniciando no nodo de eclipse que chega até a metade de 173,3 dias, ou seja, em cada dia há uma fração crescente dos 4.5 minutos até 86,65 dias, depois começa a decrescer em cada dia dividido em fração dos 4.5 minutos de arco.
Porém, este fluxo esta diminuindo com os milhões de anos.
A terra e todos os astros produzem este fluxo de irregularidades.
DEFORMAÇÃO DO OVO PARA FORA.
No quarto minguante a lua prossegue algum tempo, da cheia até a minguante longe do sol e um bom tempo sem receber com mais intensidade a radiação térmica solar, assim com menos energia a lua abre a sua órbita, deformando-a para fora, e o ovo de galinha com uma protuberância para fora.
Energia natural, sem acréscimo de energia solar é igual à órbita para fora.
SOBRE O AFASTAMENTO DA LUA E DA TERRA, E DE TODOS OS OUTROS ASTROS.
A lua possui um afastamento da terra de quatro centímetros por ano, e isto já foi comprovado por observações em eclipses anteriores. Isto parece pouco, mas se tratando de milhares de anos vemos que a lua se afasta da terra proporcional a sua produção de energia, e não se atrai pela gravitação.
A IDADE DA LUA E DO UNIVERSO.
Há de confirmar também que a lua é bem mais velha do que se pensa, se levar em consideração o tempo de afastamento relativo a quatro segundos por ano, e o tempo de esferificação, logo, a idade da lua, da terra e do universo deve ser bem mais velha.
O afastamento, o fluxo de órbita e o princípio do ovo de galinha que é a evecção todos os outros astros também produzem, só que em escala menores, pois estão muito longe do sol.
EXCRESCÊNCIAS DE POSIÇÃO DA TERRA EM RELAÇÃO À LUA, E INSTABILIDADE DE ÓRBITA DA LUA EM RELAÇÃO A TERRA.
Por que um lado da terra está mais próximo da lua do que o outro lado, pois a lua como será visto adiante se originou da terra e se afasta, e como já foi visto a origem do astro se inicia na fase de gases e atmosfera até filamentos, esferificando e formando o astro secundário. Assim por ser a terra e manter sempre um lado próximo do equador mais próximo da lua se deve a sua formação e fase inicial. Como já foi exposto pela teoria da energeticidade e radiação de que todo astro muito jovem tende as irregularidades, e está irregularidade não só da terra, mas sim do seu secundário, que se formou e no inicio da sua translação se posicionou de lado do primário.
Esta excrescência não se deve as chamadas marés da terra, mas sim a própria lua que se posicionou de lado do planeta terra, seu primário, durante o seu processo de formação, que começou da radiação, atmosfera, filamentos de atmosfera até anéis, depois rolos de camadas de atmosfera, até a fase de esfera.
RECESSÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.
Como já foi visto e calculado que a rotação se deve à produção de energia do próprio astro, confirma-se que o planeta terra está desacelerando a sua rotação em dezesseis segundos em cada milhão de anos. Pois este fenômeno e variação se devem ao consumo de energia da produção da mesma, e não a marés e efeito Terra-lua, e muito menos se deve ao efeito da gravitação.
ACELERAÇÃO SECULAR DA LUA.
A aceleração secular da lua é na verdade o afastamento progressivo da lua em relação à terra que já foi comprovado pela experiência, que a lua se afasta da terra numa velocidade de ordem de quatro centímetros por ano, ou numa aceleração secular de 10,3 segundos de arco por século. Este afastamento é infinito, isto se comprova nos satélites dos planetas mais distantes. Logo, não tem nada haver com marés da lua atuando sobre a terra, ou com a gravitação, pois se a mesma atrai não estaria afastando.
Parece pouco, mas é este mínimo afastamento que mantém a ordem e as órbitas dos astros numa progressão de distancia e dinâmica, excentricidade e inclinação no espaço. Isto fundamenta a teoria da energeticidade e radiação.
POR QUE A LUA MANTÉM SEMPRE UMA FACE VOLTADA PARA A TERRA E UMA OUTRA FACE OCULTA.
Isto se deve a origem da lua que se formou pela terra, dos filamentos de atmosfera terrestre que a lua se formou, e com pouca densidade por ser a terra um astro com pouca energia, pois a terra já se formou do sol numa fase de envelhecimento. Assim a terra formou a lua lentamente com bordos de filamentos de atmosfera que se esferificaram produzindo a lua. Por isto a lua possui pouca densidade e pouca radiação, ou seja, é como se a lua fosse ainda atmosfera da terra, com sempre um dos bordos voltados para a terra.
Com o passar dos milhões de anos a lua produzirá uma rotação mais forte, fazendo com que as faces da lua sejam todas duas observadas.
Logo, este fenômeno se deve a esta origem e produção de pouca energia, pois mesmo a lua sendo novo, o seu primário que é a terra se formou do sol quando o mesmo se encontra numa produção energética de mediana para final.
MASCON.
Logo, e fenômeno da face virada não se deve a mascon de densidade de material radiativo inventado para explicar este fenômeno. De que a lua por ter sempre uma face virada para a terra, esta face deveria conter mais densidade e radiatividade do que a outro lado. Fazendo com que este lado pendesse para a terra, que segundo esta maior densidade faria com que o centro de massa da lua fosse mais próximo deste lado virado para a terra, fazendo com que a mesma sempre se mantivesse com o mesmo lado virado para a terra.
JÁ A TEORIA DE ASTRONOMIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.
Explica que isto é uma conseqüência da lua de ser jovem, e seria como se um dos bordos dos filamentos de atmosfera ainda estivesse mais próximo da terra.
Mercúrio e Vênus também passam boa parte do seu tempo com a face virada para o sol, pois desenvolvem pouca rotação. Por causa das mesmas condições de origem deles e produção de energia.
Confirma-se que os anéis de saturno e Urano também possuem bordos mais próximos e outros mais distantes, como já foram visto pela teoria aqui defendida de que a radiação forma a atmosfera, a atmosfera se filamenta, dos filamentos se divide em bordos, dos bordos em anéis, e dos anéis em rolos que se esferifica, produzindo o secundário.
MARÉS, RECESSÃO, EVECÇÃO E FLUXOS.
A noção de maré proveniente da ação da lua sobre a rotação da terra, inventada pela astronomia para explicar o retardamento da rotação terrestre, não é necessária, pois o retardamento da rotação terrestre se deve a diminuição da produção de energia do próprio astro. E se confirma que a própria lua possui este retardamento durante os séculos, e todos os outros astros.
Este retardamento da rotação também se confirma na translação e no afastamento do primário desenvolvido pelo secundário. Confirma-se com clareza nos períodos de Halley que há este retardamento e também um fluxo de tempo de órbita.
Com a lua se confirma através dos eclipses até hoje registrados.
É bom registrar que com a teoria da gravitação não é possível fundamentar e registrar o fenômeno de recessão da dinâmica, variação da órbita, afastamento progressivo, os fluxos e evecção.
PARADÓXIDO DO ALBEDO DA LUA CHEIA.
O albedo é a luz refletida pelo astro.
A lua cheia reflete onze vezes mais do que a minguante e a crescente, quando deveria ser mais brilhante duas vezes.
A explicação está no posicionamento da luz e de onde se encontra quem está observando. Na cheia a luz vai direta e reflete de volta a quem esta observando, e quem a observar consegue enxergar o brilho em todas as partes e fendas em que a luz bate e retorna. E o outro ponto é que a luz tem uma direção de volta direta a quem observa, e não diagonal ou perpendicular. Ou seja, direta na cheia e diagonal ou perpendicular na minguante e crescente.
Assim, temos dois pontos. Um que na cheia o observador consegue receber pela sua observação quase toda totalidade de brilho da luz.
O segundo é que na diagonal a luz refletida que sai em linha reta torna-se mais fraca para quem se encontra na diagonal.
Através da variação do brilho da luz é possível calcular a posição dos planetas, satélites e asteróides em relação ao sol e a terra.
Por isto que planetas em certas épocas se apresentam com mais luminosidade e em outras com menos.
Os planetas e cometas também ficam com fases de cheia, minguante, crescente e nova em relação à luz recebida pelo sol e observada pela terra.
E esta quantidade de variação de albedo observado na lua também nos confirma outros astros.
FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIRETA. LUA CHEIA.
Luz recebida + refletância direta – relevo perpendicular.
FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIAGONAL. MINGUANTE OU CRESCENTE.
Luz recebida – refletância diagonal e perpendicular – relevo perpendicular e depressões.
Observação. Pode ser de um para onze e diferença, levando em conta em cada momento de qual fase se encontra a lua, porém, esta diferença é dividida em cada momento em que passa as fases da lua.
VARIAÇÃO CRESCENTE E PROGRESSIVA A DISTANCIA.
E para os outros astros, deve-se levar em conta que a variação do brilho aumenta conforme o astro recebe a luz. Logo, a variação é progressiva e crescente ao posicionamento em relação terra-sol, sendo assim, não é uniforme. Quanto mais distante em relação á diagonal o brilho diminui progressivamente esta distancia e a luz recebida para refletir.
ATMOSFERA LUNAR.
A atmosfera lunar é mínima, a pressão é milhões de vezes menores do que a terra, e isto confirmam o estado energético da lua, densidade mínima em comparação a terra.
A atmosfera dos astros depende da intensidade e tempo de produção de energia e radiação do próprio astro.
SOBRE A FORMA IRREGULAR DE ALGUNS ASTROS.
Os dois satélites de Marte possuem formas bem achatadas, e há um asteróide cujas variações de brilho só se explicam se o comprimento for algumas vezes mais do que a largura. Isto explica que astros menores tiveram menos tempo para formação pelo primário e saíram antes da esferificação total que passa um astro grande. Também se confirma em outros asteróides formas irregulares se aproximando da redonda.
AURORA BOREAL E O QUARTO MOVIMENTO.
Sobre a luminosidade, translação e movimento transversal da aurora boreal nos pólos da terra.
Já foi confirmada pela observação que a luminosidade se deve a luz do sol que bate nas camadas dos gases que o planeta produz pela sua radiação.
Estes gases se movimentam translacionalmente ao redor da Terra, conforme a radiação age sobre eles.
Formam-se rolos da atmosfera, que se movimenta rotacionalmente.
OS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA GRACELIANA E SUA CORRELAÇÃO.
Além da translação o astro se movimenta num vai-e-vem transversal frenético de um lado para outro, este movimento pode ser chamado de movimento transversal. Ou seja, além do da atmosfera se movimentar translacionalmente e se afastar, e se propagar em formas de bola como uma revoada de poeira formando um só bloco circular que é uma forma de rotação, os anéis se movimentam de um lado para outro freneticamente conforme a energia e radiação que eles estão adquirindo e processando. Este movimento transversal e frenético e aleatório vai fazer com que o astro desenvolva a sua inclinação. Por isto que a lua possui uma grande irregularidade na sua inclinação, e por que a inclinação de Mercúrio e Mimas satélite de saturno é grande, depois se estabiliza, e volta a aumentar progressivamente conforme a energia do astro vai diminuindo.
TEMOS AÍ OS TRÊS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA GRACELIANA E SUA CORRELAÇÃO.
O fenômeno da origem dos astros.
Os quatro movimentos.
O porquê as irregularidades começam grandes, depois se estabilizam, diminuem, e depois voltam a crescer progressivamente conforme a energia do astro vai sendo processada e gasta.
TEMOS AÍ TRÊS FENÔMENOS FUNDAMENTAIS.
Um de que esta aurora se direcionará em direção ao equador, onde se formará filamento e anel, onde surgirá um novo planeta, irmão da lua.
Outro ponto tem aí que mesmo antes de ser astro, ele na sua forma primordial já produz a sua translação.
OUTRO PONTO É O QUARTO MOVIMENTO.
O MOVIMENTO TRANSVERSAL.
Pois temos, o rotacional, o translacional, o de afastamento, e o transversal presente nas radiações, atmosferas, filamentos e anéis, o transversal dará origem a inclinação. É observado que filamentos da atmosfera de Júpiter desenvolvem movimentos ora inclinado para um lado, ora para outro, este é o quarto movimento – o transversal, e que dará origem a inclinação do astro em relação ao primário.
SISMOS LUNARES.
Os sismos lunares são distribuídos em vários pontos da lua, levando a crer que a lua foi produzida por varias estruturas que foram se aglutinando até formar a lua. Isto é uma das causas que faz com a lua desenvolva uma dinâmica sempre com um lado escondido.
MAGNETISMO LUNAR.
A lua hoje não retrata que tem um magnetismo, porém, material a base de ferro retirado da lua e trabalhado em laboratório detectou que a lua já teve um magnetismo comparado ao da terra no presente, que diminuiu de 1,2 Oersteds a 0,05 Oersteds antes de desaparecer por completo.
Isto confirma dois pontos principais defendidos pela teoria da energeticidade e radiação.
1-Os satélites que se originam dos planetas.
2-A esferificação lenta e gradual até formar o astro. Provado pelos sismos em pontos.
3-E a desintegração do astro e a sua produção e perca de energia.
Magnetismo primitivo da lua, e hoje inexistente.
4-A desintegração progressiva da energia, e que a dinâmica do astro diminui conforme a sua energia vai sendo processada e desintegrada.
PROXIMIDADE ENTRE ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO PARA PLANETAS DISTANTES.
Há uma aproximação e equivalência entre rotação e translação para astros distantes de seus primários, isto se confirma após júpiter, pois de júpiter a plutão a diferença entre a translação não passa de oito segundos considerando quilometro por segundo, e a rotação entre júpiter e netuno fica entre dez horas, considerando quilometro por hora.
Com o diâmetro se calcula a rotação, com a rotação e o diâmetro se encontra a velocidade equatorial, e com a velocidade equatorial se encontra a órbita dos secundários.
FASES DOS ASTROS.
A DINÂMICA E ÓRBITA DOS ASTROS PODEM SER DIVIDIDAS EM TRÊS FASES.
A FASE INICIAL – quando o astro se encontra na fase de anéis, se esferifica e começa a se distanciar do primário. Esta fase mais de noventa por cento da dinâmica e órbita se deve a ação da radiação do primário, e dez por cento se deve á própria energia do astro ou aglomerado de gases se for à fase de formação do astro. Na fase inicial a irregularidade da órbita e dinâmica é pequena, porém é maior do que na fase mediana, pois o astro ainda se encontra em parte sob a ação da radiação do primário. A diferença entre rotação e translação é imensa. Na fase inicial pode-se considerar Mercúrio e Vênus.
A FASE MEDIANA – é quando o astro se encontra fora da ação da radiação do primário, desenvolve a sua dinâmica e órbita pela sua produção de energia e radiação. Esta fase é a fase de estabilidade da órbita e rotação, com pouca irregularidade e a dinâmica da rotação e translação passam a se aproximar numa relação próxima para os seus valores. Na mediana pode-se considerar da Terra a Netuno.
A FASE FINAL – esta fase é quando o astro já processou grande parte de sua energia, a dinâmica diminui e as irregularidades da órbita e rotação aumentam, e os valores entre rotação e translação se aproximam. Nesta fase o astro que já passou pela fase mediana desenvolve a sua dinâmica conforme a energia que lhe resta para ser processada. Na final pode-se considerar Plutão.
As duas ultimas fases é a mais natural das fases, onde o astro está livre da ação da radiação do primário.
Em cada fase o astro se encontra com um potencial de processamento de energia, radiação, desintegração, atividade tectônica, temperatura, atmosfera, sismos, condução de eletricidade, e outros fenômenos.
Estas fases seguem uma progressão do primeiro ao ultimo, seguindo um potencial de processamento de energia e radiação.
Estas fases se confirmam também para os satélites, cometas e asteróides.
Na fase inicial o secundário se encontra ainda muito próximo do primário por isto sofre a ação da energia e radiação do primário, aí ele terá grande velocidade de translação, pois acompanhará a rotação do primário, desenvolverá pouca rotação, e terá algumas irregularidades na excentricidade e inclinações.
Na fase mediana e ao se afastar ele passa a imprimir a sua energia e radiação na produção de sua dinâmica e órbita, a translação diminui e a rotação aumenta proporcionalmente a energia e radiação do astro. E as inclinações e excentricidade da órbita diminuem, também conforme ao diâmetro, energia e radiação do astro.
Na fase final a energia diminui, pois já passou grande tempo processando-a, aí a rotação e translação diminuem progressivamente, e aumentando as irregularidades da excentricidade e inclinações. E é claro que depende da energia e diâmetro do astro.
Assim, a órbita dos astros não é regida por um só fenômeno ou uma só situação. Pois inicia na dependência do primário e ao se afastar vai assumir o comando da sua órbita e dinâmica no espaço.
Por isto que todos na fase inicial possuem pouca rotação e grande translação, que ao se afastar a rotação vai aumentar e a translação vai diminuir, porém quando a energia própria começar a faltar a rotação também vai decrescer progressivamente.
SITUAÇÕES DIVERSAS NA PRODUÇÃO DA DINÂMICA, AFASTAMENTO, EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÕES.
Assim, há duas situações nas três fases, a situação que inicia e tem a maior ação da energia, radiação e rotação do primário, com pouca ação do secundário, que é a primeira fase.
A segunda situação quando o astro se afasta e passa a conduzir a sua própria órbita no espaço, sem a ação da energia, radiação e rotação do primário, nesta situação o astro já produz uma intensa rotação, enquanto a sua translação está decrescendo. Nesta situação temos principalmente a fase mediana, ou fase da estabilidade e da equivalência da dinâmica e da órbita.
A segunda situação também engloba a fase final, onde rotação e translação tendem a diminuir progressivamente e em conjunto, só que na fase final a dinâmica e afastamento decrescem e é pequena, enquanto as inclinações e excentricidade aumentam com o decréscimo de produção de energia do próprio astro.
A rotação sai praticamente do nada e chega ao seu pico conforme a sua produção de energia, e passa a diminuir progressivamente conforme decresce a produção de energia.
FENÔMENOS QUE AINDA NÃO FORAM OBSERVADOS E QUANTIFICADOS PELA ASTRONOMIA.
PRINCÍPIO DA LATERALIDADE.
A órbita dos astros sempre tem uma das extremidades da elipse mais afastada do que a outra em relação ao centro, onde se encontra o primário. Esta lateralidade é mínima e aumenta conforme o tamanho do grau da excentricidade da elipse. Astro com maior excentricidade terão maior lateralidade. Logo a com mais energia e maior serão a de menos lateralidade.
PRINCÍPIO DA PENDULARIDADE.
A inclinação de órbita também pende mais para um dos lados durante o percurso da órbita, e depende do tamanho da inclinação.
PRINCIPIO DA DESUNIFORMIDADE, IRREGULARIDADE E VARIAÇÃO DA ÓRBITA.
A excentricidade da elipse não é uniforme, sempre um dos lados e uma das extremidades será mais achatada e a outra ponta mais pontuda.
A desuniformidade também acontece com a inclinação da órbita, e da rotação.
VER PRINCÍPIO DO OVO DA GALINHA.
PRINCÍPIO DA ROTACIONALIDADE DA ELIPSE DA ÓRBITA.
Durante um período de mais de mil órbitas se confirma que a órbita se encontra em rotação, pois a elipse não é fixa, ela se move conforme o sentido de translação e rotação do astro no espaço. No prazo de mil órbitas este deslocamento se concretiza em aproximadamente a um quilometro.
Esta rotação se observa conforme a elipse, e é proporcional a intensidade da translação e rotação do astro. Ou seja, depende da energia em processo em que o astro se encontra.
PRINCÍPIO DA FLUXONALIDADE.
As irregularidades da órbita e rotação, e da rotacionalidade, lateralidade, pendularidade e desuniformidade da órbita não são constantes e desenvolvem um fluxo, onde produzem variações crescentes e decrescentes.
O afastamento, rotação e translação são fluxonários. Como também a elipse e inclinações.
O fluxo também é proporcional à instabilidade de órbita e pouca energia do astro.
SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL.
A causa principal do aquecimento global é a retirada do material fóssil, que absorve a radiação produzida pela fusão nuclear natural da terra.
Conseqüências:
Negativas.
Mudanças no clima, atividades tectônicas, terremotos e sismos, aumento no numero e intensidade de câncer, mudanças genéticas, desaparecimento de algumas espécies.
Positivas.
O planeta vinha esfriando por causa da diminuição de produção de energia produzida pela fusão nuclear natural e temperatura interna. Com isto ganha mais tempo de vida, e possibilitará que os seres vivem mais tempo sobre o astro.
Aparecimento de algumas espécies.
Reprodução de pássaros com mais intensidade.
ingles
FOURTH THEORY OF ASTRONOMY GRACELIANA. Author - Ancelmo Graceli Luiz.
Brazilian, professor, theoretical researcher, graduated philosophy.
THEORY OF ASTRONOMY Of the PROPORTIONALITY OF ORBITS For the ROTATION
And EQUATORIAL SPEED.
30 Outubro, 2008 09:27
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